Eu acho muito interessante quando as pessoas falam das perguntas poderosas dentro do processo de coaching.
A primeira coisa que a gente precisa esclarecer, então, é se existe efetivamente a tal da pergunta poderosa. Existe e não existe.  Vamos entender.

Não existe um roteiro com as melhores perguntas poderosas, não existe um roteiro seja com 10, com 20, com 30, com 40, com 50 perguntas poderosas. Toda pergunta pode ser poderosa, dependendo do contexto em que você coach aplique a pergunta dentro de uma sessão.

Muita gente também me pergunta assim: “Sulivan, a principal competência de um coach é fazer perguntas poderosas?”
Eu sempre digo: a principal competência de um coach é uma escuta atenta. É a capacidade de ter uma escuta estruturada.
E isso não é só a principal competência de um coach. Deveria ser a principal competência de todo ser humano. Uma competência de escuta muito atenta e de escuta muito estruturada.

Se você escutar muito bem, escutar de maneira atenta, escutar de maneira genuína, interessado em compreender o que está acontecendo com o indivíduo com quem você está dialogando, certamente, você vai conseguir fazer perguntas extremamente construtivas dentro de um processo de coaching.

E o mesmo dentro de qualquer relação, seja uma relação de liderança, seja uma relação de negociação, seja uma situação conjugal relacional. 
A escuta atenta desperta, definitivamente, a capacidade de o indivíduo de fazer perguntas que vão gerar um movimento, vão gerar ação, vão gerar descoberta no outro indivíduo.
Então, para que a gente pudesse de uma vez por todas acabar com essa história da tal da pergunta poderosa: o que é uma pergunta poderosa?

Toda pergunta é poderosa se, antes de fazer essa pergunta, você escutou atentamente, estruturadamente, para conseguir fazer uma pergunta que gere um movimento no seu interlocutor.
Esse movimento é de ação, de reação ou até de indignação com aquilo que ele próprio está fazendo naquele exato momento.

A pergunta deve provocar isso no interlocutor, repito, seja em uma sessão de coaching, seja uma negociação, seja em uma relação conjugal, seja em um processo de educação dos seus filhos, seja dentro de uma sala de aula ou em qualquer contexto no qual você está interagindo com o ser humano. Se isso aconteceu, saiba que essa pergunta foi poderosa.

E o processo de coaching vem justamente para desenvolver essa competência, primeiro de escuta atenta estruturada para que, efetivamente, você tenha total capacidade e competência de fazer cada vez mais perguntas que gerem no outro o desenvolvimento. Que gere no outro o que a gente chama de movimento a partir de uma pergunta que foi feita.
Esqueça essa história de pergunta poderosa. Pense na escuta poderosa, na escuta atenta, na escuta estruturada -
e a pergunta poderosa vai ser consequência de todo esse processo.

Esqueça essa história de pergunta poderosa. Pense na escuta poderosa, na escuta atenta, na escuta estruturada - e a pergunta poderosa vai ser consequência de todo esse processo. Esqueça essa história de pergunta poderosa. Pense na escuta poderosa, na escuta atenta, na escuta estruturada - e a pergunta poderosa vai ser consequência de todo esse processo.

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