Importância do contrato no processo de coaching

É útil ter um contrato por escrito e claro com o coachee. Também é necessário ter um contrato com o cliente – a organização -, e isso é mais bem expresso na matriz de objetivos públicos e privados.

Não se pode querer ser muito exigente ao apresentar o contrato como um documento legal para as partes não se sentirem constrangidas. O propósito do contrato é garantir um relacionamento produtivo e livre de problemas, com qualquer outro contrato. Talvez você não precise dele até que ele seja feito, e se ainda o fez é muito tarde para providenciá-lo. Ele deve incluir os objetivos do programa e as medidas do sucesso, as regras básicas e os custos apropriados.

Duração e frequência das reuniões

Não há regras estabelecidas sobre a frequência ou duração das reuniões, e cada relacionamento de coaching se desenvolverá dentro de seu próprio padrão. O ponto de partida, como você deve ter imaginado, é perguntar ao coachee. Além disso, há alguns fatores que devem ser considerados no desenvolvimento de um programa:

• O esquema do uso do tempo para atingir os objetivos.

• A necessidade de suporte que o coachee tem.

• O nível de elasticidade dos objetivos.

Acho muito difícil conseguir conquistar qualquer coisa de valor quando se faz o coaching do tipo formal em menos de uma hora e normalmente marco sessões de uma hora e meia a duas horas. Isso também se deve ao fato de que não estou no local, como a maioria dos gerentes, e quero garantir que as sessões sejam plenas.

Se o coach e o coachee trabalham no mesmo prédio, é mais fácil que eles se encontrem novamente ou conversem no intervalo das reuniões. No começo de um relacionamento de coaching, os encontros tendem a ser mais frequentes, digamos quinzenais, e então mudam para uma vez a cada três semanas ou um mês. Isso ocorre os coachees tendem a precisar de mais ajuda nos estágios iniciais, enquanto consideram mudanças a serem feitas e começam a colocá-las em prática.

As informações desse texto foram extraídas do livro Coaching Eficaz de Myles Downey, editora CENGAGE Learning, 3ª edição, 2010.