Tony Robbins: uma referência em PNL

O escritor americano e palestrante motivacional Tony Robbins é um dos responsáveis pela popularização da Programação Neurolinguística (PNL). Ele realiza palestras sobre a eficiência das técnicas de utilização dos recursos de comunicação interna e externa ao indivíduo.

Tony Robbins possui livros publicados em vários idiomas e já ministrou treinamentos para personalidades como princesa Diana, o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, Arnold Schwarzenegger, Anthony Hopkins, Quincy Jones, entre outros.

Em suas palestras, Anthony Robbins difunde suas visões relacionadas ao comportamento humano, entre elas, que o potencial de uma pessoa é determinado ou limitado por sua autocrença. Ou seja, se você acreditar em si mesmo o suficiente pode realizar qualquer coisa.

O conceito de autodúvida e autocrença

Para ele, a maior parte das pessoas tem autodúvida sobre temas gerais, isto é, sentem falta de confiança em si mesmas em algumas áreas da vida como sexo, religião, barreiras culturais e de linguagem. Contudo, você pode desenvolver mecanismos para acabar com essa autodúvida, rompendo com velhos paradigmas e construindo novos padrões, por meio da repetição.

De acordo com ele, o progresso não é automático e a crença impacta em muitos níveis, com três aspectos que basicamente modelam a nossa autocrença: os nossos padrões de fisiologia, foco e linguagem, o que Robbins chama de Tríade.

Ele acredita que os nossos valores e crenças formam as nossas ações e uma pessoa pode superar qualquer coisa que a impeça de tomar uma ação. Eliminar a autocrença negativa e tomar atitudes concretas são atitudes essenciais para o sucesso.

Tony Robbins também enfatiza que, para obter resultados positivos, o indivíduo precisa tomar medidas concretas. Dessa forma, a energia flui para onde está o foco. O problema é que muitas pessoas falham ao dar o próximo passo e acabam postergando, tomam medidas evasivas e descobrem muitas razões ou desculpas para não agirem.

Mas Robbins defende que o progresso não é automático e ação é poder. O indivíduo deve sempre tomar uma ação, mesmo que esta seja errada, porque nunca será fracasso aprender algo.