As respostas para tais questões estão compreendidas em apenas uma sigla: PNL.

PNL? PNL... PNL? Provavelmente, alguma vez na vida você já se deparou com essas três letrinhas que, juntas, despertaram a sua curiosidade. Isso é bastante fácil de ocorrer, uma vez que não faltam livros, artigos, vídeos, sites, blogs, páginas em redes sociais e podcasts, entre muitos outros conteúdos em diversos formatos, que abordam o assunto. E tudo isso está aqui e ali, espalhado pelo universo.

Mas, afinal, o que exatamente quer dizer PNL, ou melhor, qual é o real significado da Programação Neurolinguística (o nome completo por trás das três letrinhas). Acredite, entender plenamente do que se trata essa técnica e como ela surgiu é o primeiro passo para utilizá-la como uma poderosa ferramenta de transformação para sua vida profissional e pessoal. Este é o convite que nós, da SLAC® Coaching, te fazemos aqui. Vamos começar?

O QUE É?

A Programação Neurolinguística (PNL), de acordo com alguns especialistas, pode ser definida como a arte e a ciência da excelência, ou seja, das qualidades pessoais. É uma arte porque cada pessoa imprime sua personalidade e seu estilo àquilo que faz, algo que jamais pode ser apreendido por meio de palavras ou técnicas. Também se trata de uma ciência, já que utiliza métodos e processos para determinar os padrões que as pessoas usam para obter resultados excepcionais naquilo que fazem.

Esse processo leva o nome de modelagem. E as habilidades, as técnicas e os padrões descobertos por meio dele vêm sendo cada vez mais usados em áreas variadas, seja em terapia, seja no campo educacional e profissional, para criar um nível de comunicação eficaz, um melhor desenvolvimento pessoal ou uma aprendizagem mais rápida.

Pare e reflita por um instante: você já fez alguma coisa com tal nível de eficiência que ao ver o resultado ficou impressionado? Já ocorreu de você ficar admirado com o que realizou e ficar pensando como conseguiu aquilo? Pois a Programação Neurolinguística ensina a entender e a modelar nossos sucessos, para que possamos repeti-los. Trata-se, assim, de uma forma de descobrir e revelar nossa genialidade, uma maneira de darmos o melhor de nós e extrairmos o melhor dos outros.

De certo modo, a Programação Neurolinguística é uma ferramenta prática que cria os resultados que buscamos. É uma análise do que diferencia um resultado excepcional de um resultado apenas médio. Por outro lado, apresenta uma série de técnicas extremamente eficazes que podem ser usadas nos campos da educação, da terapia e no mundo profissional. Mas como isso tudo começou?

ORIGENS

O nascimento da Programação Neurolinguística foi em Santa Cruz, cidade costeira da Califórnia (EUA), local historicamente conhecido por ser um dos berços do skate e por sua identificação com a cultura do surf do que com técnicas de aperfeiçoamento pessoal e profissional. Foi neste cenário, em 1972, que os trabalhos de John Grinder e Richard Bandler, na Universidade da Califórnia, criaram os alicerces da PNL. Enquanto Grinder era professor-assistente do Departamento de Linguística da universidade, Bandler estudava psicologia no campus, além de também nutrir interesse pela área da psicoterapia.

De início, a dupla de pesquisadores se debruçou sobre o trabalho de três terapeutas: Milton Erickson, um hipnoterapeuta com reconhecimento mundial; Fritz Perls, um psicoterapeuta com técnicas consideradas inovadoras e fundador da escola terapêutica Gestalt; e Virginia Satir, uma terapeuta familiar reconhecida pela capacidade de solucionar relacionamentos familiares difíceis. A ideia original de Grinder e Bandler era identificar os padrões utilizados pelo trio de terapeutas, com o objetivo de ensiná-los para outras pessoas.

Neste sentido, nenhum dos dois estava preocupado em estabelecer teorias, mas, sim, elaborar modelos de terapia que funcionassem na prática e pudessem ser ensinados. Erickson, Perls e Satir eram terapeutas com personalidades bastante distintas, mas utilizavam alguns padrões que eram semelhantes, embora isso não estivesse explícito e não fosse tão simples de identificar.

O ousado trabalho desenvolvido por Grinder e Bandler foi o de reelaborar tais padrões e estabelecer um modelo de estilo que fosse ao mesmo tempo claro, mas que também tivesse a capacidade de proporcionar comunicação eficaz, mudança pessoal, aprendizagem mais rápida e melhor maneira de usufruir a vida.

As descobertas iniciais da dupla de pesquisadores foram registradas em quatro livros, publicados entre 1975 e 1977: "A Estrutura da Magia - Volume 1", "A Estrutura da Magia - Volume 2", "Padrões das Técnicas Hipnóticas de Milton H. Erickson - Volume 1" e "Padrões das Técnicas Hipnóticas de Milton H. Erickson - Volume 2". Este seria apenas o ponto de partida da literatura dedicada à PNL, algo que cresceria exponencialmente, ano após ano.

Nessa época, Grinder e Bandler viviam próximo de Gregory Bateson, um antropólogo britânico que tinha no currículo diversos livros sobre teoria dos sistemas e comunicação. Entre os variados temas escritos por Bateson estavam cibernética, biologia psicoterapia e antropologia. Porém, o autor ficou mais conhecido por ter desenvolvido a teoria do duplo vínculo de esquizofrenia. A contribuição e influência de Bateson para a PNL foram enormes, porém, o reconhecimento disto chegaria somente algumas décadas mais tarde.

A partir desses pontos embrionários, a PNL passou a se desenvolver em duas direções que a ampliaram e complementaram. O primeiro, como um processo de descoberta dos padrões de excelência em qualquer campo ou área de atuação. E o segundo, como uma demonstração de maneiras eficientes de pensar e de se comunicar, usadas por pessoas com desempenhos considerados excepcionais.

Tais padrões e habilidades podem ser utilizados de forma independente ou no contexto de modelagem, capazes de torná-los ainda mais poderosos. Como resultado direto disso, já em 1977, Grinder e Bandler faziam enorme sucesso com os seminários que organizavam de costa a costa nos EUA. A partir daí, a PNL cresceu rapidamente. No entanto, somente um pouco antes disso, ela receberia o nome pelo qual seria conhecida mundialmente.

BATISMO

No primeiro semestre de 1976, Grinder e Bandler haviam se reunido em um chalé nas montanhas de Santa Cruz a fim de rever as descobertas e conclusões que já haviam feito até ali. Ao final de uma maratona de 36 horas, os dois fizeram uma pausa, abriram uma garrafa de vinho local, quando se perguntaram: "como vamos chamar tudo isso?" Após refletirem um pouco, a resposta foi Programação Neurolinguística. Apesar de um pouco obscura, a expressão buscava compreender três ideias simples.

A parte "neuro" da PNL identifica a tese fundamental que todos os comportamentos têm origem nos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. O mundo é percebido por nós por meio dos cinco sentidos. Primeiro "compreendemos" cada informação e depois agimos. Assim, nossa neurologia inclui não apenas os processos mentais invisíveis, mas também as reações fisiológicas a ideias e acontecimentos. Uns refletem os outros no nível físico. Corpo e mente formam uma unidade indissociável.

Já a parte "linguística" inserida no termo indica que utilizamos a linguagem para organizar todos os nossos pensamentos, comportamentos e ainda para nos comunicarmos com os outros. Por fim, a "programação" diz respeito ao modo como organizamos nossas ideias e ações com o objetivo de produzir resultados.

Assim, a escolha do nome buscou demonstrar como a PNL trata da estrutura da experiência humana de uma forma subjetiva. Ou seja, de como organizamos aquilo que vemos, ouvimos, sentimos e, a partir disso, como filtramos o mundo exterior por meio de nossos sentidos. De forma adicional, a PNL também analisa a maneira como descrevemos tudo isso por meio da linguagem e como agimos, de modo intencional ou não, para produzir nossos resultados.

COMO A PNL PODE TE AJUDAR

emos, muitas vezes, diversos bloqueios mentais que nos impedem de prosseguir e desenvolver melhor alguns aspectos de nossas vidas. Esses bloqueios normalmente vêm em forma de comportamentos que não fazemos ideia do quanto podem ser nocivos e nos afetar. Também servem como um imenso obstáculo para o sucesso de nossa vida.

Com as técnicas de PNL você será capaz de desbloquear sua mente, o que contribuirá para o seu desenvolvimento pessoal e profissional, livrando você de crenças limitantes e medos que lhe impedem de realizar grandes projetos.

Ao conhecer os métodos da PNL aliadas ao foco que irá desenvolver, você terá uma série de ferramentas para usar na sua vida em prol de atingir de seus objetivos, de ter uma rotina de pensamentos mais saudável, permitindo que consiga lidar conscientemente com seus bloqueios para o sucesso.

Aprender os conceitos da PNL é compreender como transformar problemas em oportunidades de aprendizado; dar poder em sua maneira de se comunicar, expressando de forma mais clara e objetiva seus pensamentos; acelerar seu processo de aprendizagem e muito mais.

MUNDOS MAPEADOS E FILTRADOS

Cada pessoa utiliza seus sentidos para explorar e mapear o mundo exterior. O resultado disso são infinitas possibilidades de impressões sensoriais, das quais o indivíduo é capaz de perceber somente um ínfimo pedaço. Tal parte que ele pode captar é filtrada por suas experiências pessoais e únicas, sua cultura, sua linguagem, suas crenças, seus valores, interesses e hipóteses. Assim, cada um vive em sua própria realidade, estruturada a partir de suas impressões sensoriais e individuais. E cada pessoa age com base no que percebe em seu modelo de mundo.

O universo é tão vasto, abundante e complexo que o ser humano precisa simplificá-lo para poder dar-lhe sentido. Por isso, é como se elaborasse um mapa. É assim que a pessoa percebe o mundo. Em mapas as informações são selecionadas, algumas são incluídas, enquanto outras são excluídas. No entanto, os mapas são valiosos instrumentos para se explorar um território. O modelo de mapa que alguém desenha depende daquilo que observa e de para onde quer ir.

Ou seja, um mapa não é o território que ele esboça. As pessoas prestam atenção aos aspectos do mundo que lhe interessam e ignoram outros. Imagine que um pescador, um surfista e um ambientalista parem na areia de uma praia, diante de um oceano, olhando as ondas. Suas experiências serão bastante diferentes. Cada um dos três irá observar aquilo que lhe interessa.

Desta forma, caso alguém busque excelência, achará excelência. Já quem procura por problemas, encontrará problemas. Crenças, percepções e interesses limitados tornam o mundo mais empobrecido, sem cores, sem gosto, sem cheiro e previsível. No entanto, o mesmo mundo pode se mostrar muito estimulante, rico e positivo. A diferença, porém, não está no mundo, mas nos filtros que as pessoas colocam para enxergá-lo.

Cada ser humano possui filtros que são ao mesmo tempo naturais, úteis e necessários. A linguagem é um desses. Trata-se de um mapa de nossos pensamentos e experiências e está um patamar abaixo da realidade. Reflita, por exemplo, sobre o significado que algumas palavras têm para você. "Amizade", "medo", "sorte"... Não há dúvida de que você tem experiências e memórias ligadas a cada um desses termos, assim como imagens internas, sons e sensações que o fazem entender o que significa cada uma delas.

Já uma outra pessoa, no entanto, terá lembranças e vivências distintas e notará a palavra de outra maneira. E quem está certo, afinal? A resposta é que ambos estão certos, cada um dentro de sua própria realidade. Portanto, a palavra não é a experiência que ela descreve, mas muitas pessoas combatem e às vezes morrem acreditando que o mapa é o território.

É preciso entender que nossas crenças funcionam como filtros, nos levando a atuar de um determinado modo e a dar mais atenção a algumas coisas do que a outras. Nesse sentido, a PNL também se apresenta como uma espécie de filtro, já que nos oferece um modo de pensar sobre nós mesmos e sobre o mundo. Para utilizar a PNL, a pessoa não precisa modificar suas crenças ou seus valores. Basta ser curioso e estar aberto a experimentar.

Entenda que todas as generalizações sobre as pessoas e as coisas são mentiras para alguém, uma vez que o ser humano é único. Diante disso, a PNL não tem a pretensão de ser objetivamente verdadeira. Trata-se de um modelo e, como tal, pretende ser útil. Existem alguns conceitos básicos em PNL que são muito benéficos e têm muita utilidade.

Ao mudar os filtros, é possível mudar o mundo.

4 ESTÁGIOS DA APRENDIZAGEM

Pelo conceito tradicional, a aprendizagem é algo que pode ser dividido em quatro estágios. Primeiro, existe a incompetência inconsciente. Tal estágio ocorre quando alguém não sabe fazer algo e nem sequer sabe que não sabe. Por exemplo, alguém que nunca cozinhou não tem a mínima ideia do que isso significa.

Ocorre, então, que a pessoa começa a aprender e passa a seguir receitas. Com isso, logo descobre suas limitações. Já nas primeiras tentativas, o indivíduo aprende de forma consciente a usar os utensílios da cozinha, a seguir as medidas de uma receita, a misturar os ingredientes, preparar o forno, etc. Toda a sua atenção volta-se para isso, mas ele ainda não é competente e tenta fazer apenas alguns pratos mais simples.

Trata-se aí do estágio de incompetência consciente: o cozinheiro amador exagera no sal, na pimenta ou no açúcar; esquece algum item do modo de preparo; ou deixa tempo demais o prato no forno, queimando tudo? Ainda que esse estágio seja desconfortável, é nele que a pessoa mais aprende.

Na sequência, vem o estágio da competência consciente. O indivíduo consegue cozinhar, mas precisa de muita concentração, já que aprendeu a técnica, no entanto ainda não a domina. Por fim, ele chega à competência inconsciente, que é o objetivo do empenho das pessoas. Todos os pequenos padrões que o indivíduo aprendeu com tanto esforço juntam-se em uma harmônica unidade de comportamento.

E, a partir disso, o cozinheiro poderá ver TV, falar ao telefone e conversar enquanto cozinha. Sua mente consciente estabelece o objetivo e deixa que a mente inconsciente cuide do resto, liberando a atenção para outras coisas.

Após um treinamento prolongado, é possível conseguir atingir este quarto estágio e formar hábitos. Neste instante, a habilidade tornou-se inconsciente. Entretanto, nem sempre os hábitos são a maneira mais eficiente de se fazer uma tarefa. Os filtros pessoais podem fazer com que o indivíduo perca algumas informações essenciais para chegar à competência inconsciente.

Imagine que você jogue futebol com alguma habilidade, mas queira se aprimorar. Um atleta profissional que viesse te ajudar iria observar seus movimentos e passaria a mudar sua forma de chutar a bola, a sua maneira de firmar os pés no chão e o seu jeito de correr. Deste modo, ele pegaria o que para você era um segmento de comportamento, como, por exemplo, aproximar-se do gol e chutar, e o dividiria em seus componentes, reconstruindo-o em seguida para que você pudesse melhorar sua maneira de jogar.

Assim, você estaria refazendo as etapas de aprendizagem, passando pela incompetência consciente. Ou seja, desaprendendo antes de reaprender. E o motivo disso é proporcionar novas alternativas, padrões mais eficientes, otimizar seu aprendizado.

Algo similar ocorre quando aprendemos PNL. Apesar da pessoa já possuir capacidades de comunicação e de aprendizagem, a PNL oferece a possibilidade de aprimorar essas ferramentas, oferecendo novas opções e mais flexibilidade no modo de utilizá-las.

Desta forma, os quatro estágios da aprendizagem são:

  1. Incompetência inconsciente.
  2. Incompetência consciente.
  3. Competência consciente.
  4. Competência inconsciente.

Em que desaprender significa ir do estágio 4 para o 2. Já reaprender ocorre quanto se vai do estágio 2 para o 4, com mais opções.

OBJETIVOS

Como vimos, tudo começa pelos alvos ou objetivos que desejamos atingir. Quanto mais precisa e positivamente conseguirmos definir aquilo que queremos, e quanto mais programarmos nosso cérebro para procurar e perceber possibilidades, maior probabilidade teremos de obter aquilo que almejamos. Desta forma, as oportunidades existem quando são reconhecidas como tais.

Portanto, para viver da forma como desejamos precisamos saber o que queremos. Assim, ser eficiente significa produzir os resultados desejados. E o primeiro passo para isso é escolher. Pois, se você não o fizer, sempre haverá quem queira escolher por você.

Mas, como saber exatamente o que desejamos? A resposta para essa questão passa por criar um objetivo. Existem diversas regras para se fazer isso, para que o indivíduo disponha das melhores chances de sucesso. Na linguagem da PNL, deve-se escolher um objetivo bem formulado, o que significa conter os seguintes critérios:

Seja positivo

Pense sempre naquilo que você quer em vez de pensar no que não deseja.

Pergunte para si mesmo:
"O que eu gostaria de ter?" "O que realmente desejo?"

Ação individual

Pense no que terá que fazer pessoalmente para atingir seu objetivo, que também deve estar ao seu alcance.

Pergunte para si mesmo:
"O que terei que fazer para atingir meu objetivo?" "Como devo começar e manter minha ação?"

Especificação

Imagine o objetivo da maneira mais clara possível.

Pergunte para si mesmo:
"Quem, onde, quando, o quê, como, exatamente?

Demonstração

Pense nas evidências sensoriais que lhe mostrarão que você obteve aquilo que desejava.

Pergunte para si mesmo:
"O que verei, ouvirei e sentirei quando tiver obtido o que desejo?" "Como saberei que já obtive aquilo que queria?"

Recursos

Você tem os recursos adequados e as opções necessárias para atingir seu objetivo?

Pergunte para si mesmo:
"De que recursos preciso para atingir meu objetivo?"

Tamanho

Meu objetivo tem a dimensão correta? Se a tarefa for grande demais, pergunte para si mesmo: "o que me impede de obtê-lo?" e transforme os problemas em objetivos menores, suficientemente claros e possíveis de serem atingidos.

Se o objetivo for pequeno demais e pouco estimulante, pergunte para si mesmo: "se atingir esse objetivo, o que isto me traria?"

Segmente-o para cima, até relacioná-lo a um objetivo suficientemente amplo e estimulante.

Estrutura ecológica

Verifique as consequências da obtenção do objetivo tanto na sua vida como em seus relacionamentos.

Pergunte para si mesmo:
"A quem mais isto afetaria?"
"O que aconteceria se eu conseguisse o que desejo?"
"Se pudesse tê-lo neste exato momento, eu o aceitaria?

Preste atenção aos sentimentos de dúvida, que começam com a frase: "Sim, mas..."

O que representam esses sentimentos de dúvida?

Como modificar seu objetivo para levá-los em consideração?

Agora verifique esse novo objetivo, utilizando os critérios de fixação de objetivos acima exposto, para verificar se está bem formulado.

A última recomendação é agir. Ou seja, você tem que dar o primeiro passo. Sempre tenha em mente que uma jornada de mil quilômetros começa com um pequeno passo. Se o objetivo estiver bem formulado, será estimulante e terá maior probabilidade de ser atingido.

PNL E LINGUAGEM CORPORAL

A PNL também ajuda no desenvolvimento da capacidade para reconhecer e reagir à forma de comunicação não verbal, ou linguagem corporal. Aplicar a PNL, seja para se comunicar habilmente, ou para desenvolver bons relacionamentos, depende de uma boa capacidade de reconhecer a comunicação não verbal.

O comportamento pode ser definido como o conjunto de reações de um sistema dinâmico de um ser humano, animal ou objeto, mediante suas interações com o ambiente ao seu redor.

Sendo a maneira de se comportar, reagir, portar-se ou proceder das pessoas estimuladas com relação ao que ocorre ao seu redor, o indivíduo que tem controle sobre a PNL certamente consegue intervir com mais facilidade na sua linguagem corporal, obtendo respostas emocionais e comportamentais positivas. Com isso, pode alterar padrões que limitam seu crescimento pessoal ou profissional de forma rápida e sem grandes esforços.

Existem diversos modos de comportamento, que variam conforme as circunstâncias em questão. O comportamento consciente é aquele que se realiza na sequência de um processo de raciocínio. Portanto, acaba sendo o foco de atuação da PNL, facilitando o convívio diário interpessoal, seja em âmbito pessoal ou profissional.

4 FORMAS PARA SE LIVRAR DOS ANSEIOS

1. Compreenda do que tem medo

A primeira coisa que você precisa fazer é descobrir do que tem medo e como ele surgiu, se foi a partir de uma situação traumática, causando a perda da sua confiança ou autoestima. É preciso que entenda a causa do problema para trabalhar em torno dele.

2. Pensamentos negativos

Quais pensamentos você tem que impactam negativamente sua vida? Essa pergunta deve ser muito refletida para que comece a ir mais a fundo no seu problema, entendendo todos os pensamentos inconscientes que estão bloqueando seus resultados.

3. Pensamentos positivos

Ao detectar os pensamentos negativos, comece a trocá-los por pensamentos positivos para afirmar a sua vontade de se livrar dos seus anseios. Pode parecer uma tarefa sem sentido, mas ao modificar a forma como pensa, você estará reprogramando a sua mente com coisas fortalecedoras, fazendo com que pense em coisas que te guiem para o sucesso.

4. Enfrente seus anseios

Agora que você já sabe a causa do seu medo, os pensamentos negativos que são gerados e a troca deles por pensamentos fortalecedores, é hora de ir além e enfrentar esses anseios de frente. Veja os seus anseios como uma oportunidade de CRESCIMENTO e SUPERAÇÃO!

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