Presidente da SLAC comenta na Catho sobre autodesenvolvimento para liderar

Autodesenvolvimento para liderar

Não existe uma fórmula pronta para se chegar ao topo e liderar; isso nunca foi tarefa fácil, seja no campo pessoal ou organizacional. Você já deve ter presenciado ou vivenciado algum caso onde o líder agiu com abuso de autoridade, despreparo emocional ou até mesmo incapacidade profissional.

Todos esses fatores provêm da falta de autoconhecimento e do desenvolvimento falho de uma série de competências que um gestor deve possuir. Mas como estar preparado para liderar ou pleitear essa função em uma empresa?

O concorrente a cargo de líder precisa ser notado e estimado perante os colaboradores da corporação, e a dedicação nas atividades e o grande conhecimento de seu ambiente de atuação trazem a chamada maturidade profissional.

Segundo especialistas, esse é o momento ideal para que um profissional se sinta preparado a concorrer a vagas de gestão. “É importante manter-se sempre atualizado e desenvolver habilidades e comportamentos compatíveis aos daquele local”, aponta Manuel Martins, diretor-executivo da Mesa RBL, consultoria especializada em desenvolvimento de lideranças e gestão estratégica de Recursos Humanos. “Cabe à empresa identificar os talentos e oferecer os instrumentos e as oportunidades de desenvolvimento que ajudem a acelerar o crescimento dos profissionais, em especial aqueles identificados como potenciais”, completa.

Se você é um profissional que assume a responsabilidade, que não tem medo de encarar desafios, sempre com muita responsabilidade, ética e compromisso consigo e com a própria organização, considere-se um potencial líder.

A busca no aprimoramento dessas habilidades e atitudes é essencial para o preparo do profissional de liderança. Procurar cursos que tenham vivência, onde possa aprender a teoria e, em um mesmo momento, colocá-la em prática, é uma boa dica, como explica Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching: “cursos livres, como os de coaching, por exemplo, são 50% teóricos e 50% vivenciais. Então, essa vivência de lidar com pessoas, praticar gestões dentro desse tipo de curso, trazem benefícios fantásticos para a carreira e para a vida”.

De acordo com Sulivan, quando se fala da área acadêmica, é abordada muito teoria, e há muito tempo as pessoas saem das faculdades sem a experiência devida. Muitos podem pensar em se espelhar a seu gestor para conquistar conhecimentos de liderança. Mas até que ponto isso é benéfico?

Faz parte da natureza do ser humano seguir os passos de um líder, e praticamente quase tudo que aprendemos na vida é baseado em uma referência. Tratando-se do meio corporativo, a questão é absorver comportamentos e hábitos que são eficazes.

Para Manuel Martins, será muito benéfico se o gestor for reconhecido como um bom modelo. “O risco é que pode ocorrer o contrário, e o profissional tente assimilar práticas e características não recomendáveis. É importante não esquecer que as pessoas são únicas e que cada uma deverá desenvolver o seu próprio estilo, e não emular as características, hábitos e, pior de tudo, vícios de terceiros”, frisa.

Já para Sulivan França, é necessário dividir o processo em três partes e saber mensurar isso muito bem: “é o que chamamos de liderança sistêmica. A liderança interfere em todos os aspectos, não só na saúde pessoal do líder, mas também na do liderado e por fim, no clima organizacional por inteiro. A organização sente essa liderança”, observa.

É muito importante estar preparado psicologicamente para assumir cargos de liderança e evitar vícios autoritários, mais conhecido como o popular “subir para a cabeça”. Uma forma eficaz de prevenir que isso ocorra é tentar sempre colocar-se no lugar dos outros e avaliar como se sentiria se fosse tratado da mesma maneira que está tratando o seu grupo. Líderes modernos ouvem seus liderados e valorizam suas contribuições.

Esse pensamento coletivo, no entanto, não pode ser confundido com excesso de bondade, como aponta Sulivan: “cabe lembrar que tomar cuidado para não subir à cabeça, não significa não dizer não’.

Existem líderes que confundem isso e começam a concordar com pedidos e atitudes de colaboradores que muitas vezes são erradas ou não comuns, para transmitir que são gestores agradáveis”. Manuel Martins concorda e diz que esse fato não pode justificar a omissão do líder, uma vez que, no final das contas, é dele a responsabilidade pela decisão.

A empresa tem papel importantíssimo nessa busca por um líder, pois depende exclusivamente dela ceder esse posto para o colaborador. Mas não existe um momento ideal para que um profissional receba um cargo de liderança. Porém, caso ele se sinta apto e a oportunidade não surja, Sulivan França, diz que o ideal tentar analisar seu gestor imediato para entender se existe abertura para conversar sobre eventual promoção.”Se ele for extremamente autoritário, existe grande chance desse colaborador fracassar e criar um conflito em seu ambiente de trabalho”, avalia.

Líder moderno

As empresas que se preocupam com as boas práticas de gestão de recursos humanos e cultura organizacional estão muito focadas no aspecto da qualidade de vida de seus colaboradores. Um líder que saiba manter esse clima saudável é extremamente valorizado no universo corporativo atual.

Também são importantes: boa comunicação, conhecimento do negócio e da cultura da empresa, atualização tecnológica, disposição para o aprendizado permanente, determinação para cumprir metas, saber ouvir ativamente, maturidade para conviver com frustrações e situações ambíguas, conhecer e aceitar seus limites e equilibrar vida pessoal e profissional.

Um cargo de liderança é um posto muito sério, pois envolve lidar com pessoas. Foi-se o tempo em que o líder era visto como o chefe autoritário, e o profissional moderno deve se impor de forma natural, a fim de criar um clima favorável de cooperação.

Fonte: Catho

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