Escrito por Sulivan França - 04 de Dezembro de 2017

A neurossemântica aborda a relação entre a semântica e a atividade neurológica (neuro) nos seres humanos.

Trata-se de um dos desdobramentos da programação neurolinguística (PNL) que, segundo L. Michael Hall, desenvolvedor da técnica, levou a PNL a um nível mais alto de profissionalismo e ética.

Ela investiga como os seres humanos são capazes de criar e alterar os significados que as pessoas, acontecimentos e experiências possuem e o impacto que isso pode gerar na percepção de mundo, emoções, pensamentos, palavras e atitudes.

A partir de habilidades desenvolvidas para detectar significados, crenças e enquadramentos mentais, um praticante de neurossemântica pode investigar, por exemplo, o processo que ocorre para algo fazer sentido e parecer real para uma pessoa, controlar a qualidade dos significados, enriquecê-los, expandir seus limites, transformá-los, suspendê-los ou desempoderá-los.

Isso pode gerar um processo sistêmico, no qual mente-corpo-emoção passam por transformações surpreendentes e o indivíduo se descobre o criador dos significados.

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Abordagem da neurossemântica

Entre as principais abordagens que serviram de base para o surgimento e desenvolvimento da neurossemântica, estão trabalhos como Semântica Geral, de Alfred Korzybisk, a PNL, de Bandler e Grinder, Psicologia Humanista, de Abraham Maslow e Carl Rogers, entre outros.

É possível perceber também a influência de disciplinas como a Terapia breve com Foco na Solução, Teoria da Auto-organização de Sistemas Semi-abertos, Coaching e Panorama Neurossocial (PNS).

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