Inteligência é emoção. QI não é destino. O fascinante e convincente livro Inteligência Emocional, escrito por Daniel Goleman em 1994, revela que a nossa visão sobre este assunto ainda é muita estreita.

Ao contrário do saber científico que sempre predominou nos círculos intelectuais e bancos de escolas, o escritor revoluciona conceitos mostrando que o QI de uma pessoa não é garantia de sucesso e felicidade.

O livro representou uma mudança de paradigma na maneira de enxergar as competências profissionais, que até então eram fundamentadas em conhecimento e QI, em uma época em que a grande revolução da tecnologia apenas começava por meio da internet.

Entendendo a Inteligência Emocional

E mesmo com todas as muitas coisas que mudaram no mundo, e para melhor, passados 20 anos de “Inteligência Emocional”, podemos dizer com toda a clareza que seus conceitos continuam atuais e, mais que isso, ainda inquietam pesquisadores, profissionais e muitas empresa.

Utilizando inovadoras pesquisas cerebrais e comportamentais, a tese de Goleman está baseada numa síntese original, feita a partir de pesquisas e recentes descobertas sobre o funcionamento do cérebro.

Ele mostra como a inteligência emocional pode ser alimentada e fortalecida em todos, principalmente na infância, período no qual toda a estrutura neurológica encontra-se em formação.

Lições do Livro: Inteligência Emocional

Dentre as muitas lições que podem ser tiradas do livro, destacam-se as seguintes:

1 – De início, a ideia do livro em si ilustra um pouco do quanto a inteligência emocional pode vir a proporcionar de bom para as pessoas. Mostrando assim o paradigma entre QI e inteligência emocional, no sucesso profissional e pessoal.

2 – Todos os seres humanos com inteligência emocional aprimorada tendem a ter melhor equilíbrio, paciência e perseverança, portanto, conseguem conquistar mais em suas vidas, atingindo suas metas. O ideal é ter calma e perspicácia.

3 – A inteligência emocional é uma habilidade que pode ser treinada e o primeiro passo crucial é ter certeza de que a pessoa tem a motivação para fazer essa melhoria.

Uma maneira de fazer isso é perguntar onde quer estar em cinco anos, o que seria necessário para realizar esse sonho e, em seguida, tentar obter respostas específicas sobre que medidas essa pessoa irá tomar na direção desse objetivo.

O ideal é que a pessoa encontre os seus melhores motivadores, e trabalhar com base neles, espelhando-se, para obter o sucesso desejado.

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Sulivan França

Sulivan França

Presidente da SLAC Coaching

Atual Presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França é Master Coach Trainer por meio da International Association of Coaching Institutes, possui licenciamento individual conferido pelo Behavioral Coaching Institute (BCI) e credenciamento individual junto a International Association of Coaching (IAC) além de Master Trainer por meio da International Association Of NLP Institutes.