PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#044

Em mais um Programa Acertar é Humano o apresentador Nélson Sartori recebeu, no dia 19/02, a professora Luciane Sartori, abordando o tema “Intolerância Religiosa”.

044 - Programa Acertar é Humano: de 19/02/2015

Programa Acertar é Humano (19/02/2015)

Nélson Sartori e Luciane Sartori

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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[NÉLSON] Olá minha gente, bom dia.

Professor Nélson Sartori aqui com vocês. Estamos em São Paulo no meio do trânsito. Tudo aquilo que você já sabe, mas chegamos em mais um Programa Acertar é Humano.

Hoje eu trouxe uma personagem bastante importante para o nosso programa, a minha vida particularmente, para debater um tema de muita atualidade.

Eu trouxe comigo a professora Luciane Sartori. Olá, Luciane.

[LUCIANE] Bom dia, ouvinte, você que acabou de levantar, nós que chegamos um pouco atrasados. Mas fazer o quê? Isso acontece. É por isso que o programa ao vivo traz muita emoção.

[NÉLSON] É, nós vivemos na correria. Hoje queremos falar sobre um tema que está muito em evidência e temos que parar para pensar um pouco sobre determinados assuntos, principalmente porque mexem com a consciência do mundo.

Então nós vamos falar um pouco sobre a questão da intolerância.

INTOLERÂNCIA

[NÉLSON] Um dos temas mais debatidos atualmente e é muito controvertido dentro de um país como o nosso que é laico, é a questão da intolerância religiosa.

Como é possível que dentro de um país em que a própria constituição estabelece o direito e a liberdade, você tenha conflitos de ordem religiosa nos dias de hoje, principalmente quando se diz que religiosidade está ligado a espiritualidade.

Eu acho que essa é uma das grandes confusões que as pessoas fazem. É a não compreensão desses elementos.

A consciência, conscientização e o posicionamento do homem, com clareza no mundo, é um dos trabalhos feitos pela orientação do próprio trabalho do coaching.

Ele tem que se posicionar no mundo sabendo realmente quem ele é, o que é capaz de fazer, quais são as suas competências na vida.

Quando nós começamos a pensar sobre esse lado mais profundo do ser humano, falamos sobre aquilo que vai além da própria concepção material, porque sabemos que acima de tudo isso que debatemos, de todas essas concepções concretas e materiais, chegamos ao topo desse debate em um campo que não tem muito como se debater e sim crer, que é a espiritualidade e a crença.

[LUCIANE] Eu não diria nem que é uma das grandes confusões, mas a maior delas.

[NÉLSON] A maior.

[LUCIANE] A espiritualidade está voltada para o centro do ser humano, àquilo que ele tem de mais importante depois do campo físico que é o campo da espiritualidade e a confusão que se faz com a religiosidade, como se religiosidade ou religião, fosse exatamente a mesma coisa que espiritualidade, sendo que espiritualidade vem em primeiro lugar. Religião é somente a forma que você encontra de se religar a Deus, mas é uma forma. Agora, a espiritualidade não, é a sua essência.

É como você mantém a sua inteligência funcionando, a sua administração como pessoa, a sua gestão em dia. É como você mantém a sua energia funcionando, o seu raciocínio funcionando, é como você mantém a sua gestão.

[NÉLSON] Sim. A questão toda está justamente em você conceber um conceito de religiosidade, de crença, porque um dos princípios básicos das religiões é a prática do bem, a elevação do homem, a elevação espiritual.

De repente você vê religiões diferentes estabelecendo críticas diretas, dizendo que a minha é melhor que a sua, como se esse fosse o ponto importante da essência.

Nós acabamos vendo todo tipo de debate mais voltado para o marketing religioso, o que sugere muito mais uma estrutura de poder do que a base da religiosidade que é pregada deveria trazer, que é esse aspecto da elevação.

É aí que entra a questão da própria cidadania.

Quando nós falamos que o Brasil é um estado laico, ele assume uma postura de neutralidade no campo da religião. Isso significa que todas as religiões e o direito de escolha a religião existe.

Então a primeira consideração que deve ser feita por qualquer tipo de crença, ou de religiosidade, é do respeito ao mundo, ao ambiente em que nós vivemos. Se ele é um ambiente social em que nós vivemos em comum junto dos outros, deve haver respeito em relação a crença.

Você tem o direito de discordar, não aceitar, se envolver com esse tipo de pensamento, mas você tem que respeitar o direito dos outros de ter a sua forma de manifestação sem publicamente questionar, ou questionar a partir de uma crença pessoal.

É importante que as pessoas entendam que a crença religiosa é extremamente sedutora, porque é um apego da natureza humana. O homem tem a necessidade natural de se apegar ao elemento divino, a sua espiritualidade. De buscar suas origens, essências. De fazer o retorno a sua essência espiritual.

Agora, como esse caminho é traçado?

Nós vimos historicamente esses debates trazendo o tempo inteiro, quando ele não é bem administrado, as guerras, os conflitos.

Isso independente de qual é a religião que está dentro da estrutura do poder. Toda vez que a intolerância se apresenta, que há falta de respeito, alguém tenta impor a sua crença como a dominante. O que vemos é que fica de lado a estrutura da crença, da fé e o que entra em questão é a relação do poder. Se o poder é a estrutura que direciona o comportamento religioso de muitos, isso mostra sua própria perversão.

[LUCIANE] Além da relação do poder, o que mais me intriga é que nós estamos no século 21, as pessoas ainda estão relacionadas a muito misticismo em torno das religiões e atuam com muito preconceito em relação à religião. Além da questão política, do poder, ainda com a falta de informação.

Liberdade de comunicação e expressão

[NÉLSON] É nesse momento que surge um outro tema paralelo que ficou bastante em evidência, que é a própria questão da liberdade de comunicação e de expressão associada a questão da religiosidade, já que você não desvincula os meios de comunicação das questões de crença.

Nós vimos conflitos internacionais que se tornam paradoxais. Paradoxais em que sentido?

A partir de qual momento a comunicação deve ser limitada, no que diz respeito a exposição de um pensamento religioso, porque se eu tenho limite de expressão, tenho limite religioso? Eu tenho limites ligados à minha manifestação.

A religião reprime a livre expressão. A livre expressão condena e contesta manifestações relativas a religiosidade. Está havendo um desequilíbrio dentro desse contexto, porque os espaços das manifestações devem ser abertos a todos. Não devem haver limites e restrições.

Nós temos que ter consciência e responsabilidade em relação àquilo que propagamos.

Foi bastante interessante, no que diz respeito a essa questão da própria comunicação, buscando agora o outro lado também desse aspecto que é a divulgação.

A própria temática que recentemente veio na prova de redação do Enem.

Voltando agora a concepção de professor, eles colocaram um tema muito interessante que é a influência da mídia, principalmente da propaganda e não da mídia em si, influenciando o menor, vendendo produtos para crianças.

Essa é uma questão de comunicação competente, responsável, que respeita as pessoas. É preciso haver respeito em todos os sentidos. Assim como eu respeito uma criança não a expondo a determinados elementos que podem prejudica-la, tenho que ter responsabilidade com tudo que falo. Eu não devo vender um produto e influenciar uma criança negativamente. Mas também tenho de ter a responsabilidade de oferecer às pessoas que podem se defender, a variedade de escolha.

Eu posso ter várias alternativas de manifestação religiosa e elas devem ser expostas a todos.

Ele tem o direito de se manifestar. Todos têm que aprender a respeitar o espaço do outro.

É lógico, toda a estrutura de crença e religiosidade é louvável, desde que ela não entre em conflito com a natureza humana, a Constituição, com valores que ao invés de pregar a base que seria o bem, acabe não pregando perseguição.

[LUCIANE] Até porque nós não podemos desconsiderar, somando todos esses pontos, a questão cultural.

A cultura de um povo não se presta somente a um ponto de vista em uma parte da sociedade. Ela preza o conjunto. Então o conjunto é a soma de todos os valores e formas, pontos de vista, dessa mesma sociedade.

Portanto você não pode descartar um lado sequer. Todos têm de ser levados em consideração. A soma de todos os pontos de vista mais a história desse povo, soma para você então pensar, como que essa sociedade se manifesta e isso não pode ser descartado de forma alguma.

Afinal de contas, na Constituição está dito que todos somos iguais. Logo, nesse conjunto, todo tipo de manifestação dentro da religião tem de ser respeitado. Se a religião é uma forma de você se religar, ou toda a religião, ou a forma de você se manifestar religiosamente preza o bem, como é que uma pessoa que se diz religiosa pode ter preconceito em relação a outra?

Então nesse caso, ela se contradiz.

[NÉLSON] O conceito supera a ação. Eu acredito nisso, mas a minha ação e o meu comportamento não correspondem. É aí que, como professores, é muito difícil nós deixarmos de lado o seguinte:

Como que você não observa a história?

A história do homem está voltada aos aspectos dos conflitos e muitos deles de ordem religiosa. Isso tende a ensinar as pessoas a questão do respeito e da convivência.

Todos têm o direito a toda manifestação religiosa. A informação, divulgação, deve estar aberta.

Como comunicadores, defendemos sem nenhuma restrição à liberdade de expressão, só que tudo tem de se desenvolver com responsabilidade, porque eu tenho que ser responsável por aquilo que falo, o que exponho no meu programa e, ao mesmo tempo, com as pessoas a quem atinjo.

Religiosamente, isso acaba tendo um peso e uma força muito grande na vida das pessoas. Isso se transforma. A religião é transformadora. Então tudo o que falamos de responsabilidade, temos que colocar em nós limites. Não dentro da postura religiosa, na religião em si, mas sim, eu é que tenho que colocar limites em mim, na minha atitude, nas críticas e no respeito que tenho ao outro. Tenho que trabalhar sempre com responsabilidade.

Então algumas coisas nunca podem ficar fora de qualquer tipo de debate, como responsabilidade e respeito. Isso dentro do campo da informação, comunicação, religiosidade, dentro das relações sociais, porque não vivemos isolados. Estamos ligados uns aos outros por uma série de fatores que não são pura e simplesmente circunstanciais o tempo inteiro.

[LUCIANE] Nélson, vamos lembrar que a pessoa que age dentro do campo da inteligência emocional com inteligência, é aquela que trabalha com o equilíbrio, que age com o equilíbrio.

Então ela não vai atuar sempre julgando o outro a partir do que ela acredita. Ela vai sempre pensar que vai agir simplesmente atuando como acredita ser o certo. Como o outro vai agir é uma responsabilidade do outro e não dela. Isso faz parte do equilíbrio emocional.

[NÉLSON] Sim, é uma relação individual e com respeito, porque esse equilíbrio tem de haver. É uma estrutura de equilíbrio. É aí que está o segredo da convivência. Você consegue conviver e perceber. Nós convivemos com todas as diferenças e é essa a parte nobre da existência.

São as diferenças que nos ensinam, tornam as pessoas melhores, porque nós começamos sempre observar o outro e nos vemos neles.

É assim que funciona a relação interpessoal. É eu poder perceber quais são os meus erros nas outras pessoas, mas ao mesmo tempo não sou o que vou apontar.

Como é que é possível dentro de uma concepção de crença, religiosidade, convivência, você se tornar imediatamente o juiz da ação alheia antes de ser o juiz de sua própria ação?

[LUCIANE] Você já pensou que interessante então, se as pessoas trocassem informações? E como funciona sua religião funciona? Dentro da missa, do culto, seja como for chamado esse momento, o momento de Louvar a Deus?

E no lugar de você criticar e julgar como aquilo vai acontecer, sem que muitas vezes a pessoa saiba.

Então seria uma troca de informações e você pode até achar interessante de que a do outro é mais legal do que a sua.

[NÉLSON] É a manifestação do mais profundo estado de espírito do homem.

Isso deve ser respeitado dentro de sua individualidade e respeitado também como opção coletiva. Todos têm o direito de escolher a religião que vai seguir. Essa é uma característica de nosso país. E respeitar a escolha dos outros é uma questão de responsabilidade de cada um.

Eu acho que isso é importante, que vem de grande importância dentro do debate, é o respeito, a convivência, você observar e aprender com os outros, no erro e no acerto, mas sempre procurando melhorar.

Se não é essa a concepção da crença, religiosidade, espiritualidade, nós começamos a andar por um caminho errado mesmo, porque a minha atitude em relação a tudo é errada. Não é porque uma crença, religião ou outra, estão erradas. Quem erra é o homem que está dentro dela avaliando aquilo que está a sua volta.

Então a intolerância acaba se tornando do homem para o próprio homem e não com a religião. Se é o homem quem produz esse tipo de conflito, é ele quem tem de melhorar. E aí é que entra o papel da fé e da religiosidade. A melhoria e o crescimento do homem.

Pense nisso antes de criticar a crença dos outros. Está bom?

Minha gente, hoje bem rapidinho, mas foi um trabalho dirigido a um tema e um debate muito importante.

Minha gente, agradeço a presença da professora Luciane Sartori em nosso programa e desejo a todos um bom dia. Até o nosso próximo programa.

[LUCIANE] Gente, foi um prazer estar com você mais uma vez. Quem sabe até uma próxima oportunidade. Mas o tema realmente é muito polêmico, mas sempre é muito interessante de debater.

A próxima. Um beijo a todos.

[NÉLSON] Abraço.

♪ [tema acertar é humano] ♪

Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

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