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PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#038

O apresentador Nélson Sartori recebeu, no Programa do dia 11/12, a coach educacional e professora Luciane Sartori que deu dicas para quem começa a se preparar para investir na carreira em 2015. Na “Dica do Professor”, foi a convidada Luciana Sartori que explicou os significados das palavras “infringir e infligir”.

038 - Programa Acertar é Humano: de 11/12/2014

Programa Acertar é Humano (11/12/2014)

Nélson Sartori, Sulivan França e Luciane Sartori

Tempo de áudio
26 minutos e 39 segundos
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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[NÉLSON] Bom dia, minha gente. Mais uma vez aqui, professor Nélson Sartori, fazendo de manhã com vocês o programa Acertar é Humano.

Hoje, como sempre dizemos, quando o rato não está, o gato faz a festa. Ele fica brabo porque eu falo que é o gato que é a festa. Ele fala: "Não. Não é isso. Quando o gato sai, o gato faz a festa.". Mas, por razões óbvias que vocês podem ver, lá no nosso site, você vai ver porque eu assumo o papel de gato. Mas deixa para lá.

Pessoal, hoje então estamos aqui e vamos fazer um programa especial.

Já falamos bastante sobre o nosso trabalho com coaching dentro das empresas, o trabalho feito pessoalmente, já chegamos a falar sobre o coaching na educação e hoje eu trouxe aqui para vocês, justamente para falarmos um pouco mais sobre isso, até mesmo porque estamos chegando na virada do ano, em breve vamos começar a pensar em nossos projetos para 2015, trouxemos aqui uma especialista dentro da área de coaching educacional, que vai poder apresentar para nós um pouco sobre as perspectivas desse trabalho dentro da educação para quem já começa a se preparar para a sua carreira a partir do ano que vem.

Hoje aqui do outro lado, uma personagem ilustre da educação, que é a professora Luciane SARTORI, mais ilustre ainda pelo sobrenome dela, logicamente, que traz um brilho especial, já que ela é a digníssima esposa. Então hoje vamos falar um pouquinho sobre o trabalho dela.

A professora Luciane SARTORI é uma das mais importantes professoras do concurso público do Brasil e de educação reconhecida e foi também formada também dentro da SLAC Coaching com nosso profissional Sulivan França. Então ela é um dos expoentes desse trabalho, principalmente dentro da educação.

Bom dia, professora Luciane SARTORI.

[LUCIANE] Bom dia a todos vocês! Bom dia, Nélson! [risos]

[NÉLSON] Isso. Olha que bonito. "Bom dia, Nélson", geralmente não é assim que ela fala comigo. Quando ela fala "Nélson", eu já tremo um pouquinho na base.

[SULIVAN] [risos]

[NÉLSON] Normalmente é "meu bem", "meu querido", mas quando ela fala "Nélson" eu me assusto.

Mas hoje aqui estamos mais formais.

[LUCIANE] Mas aqui tem de ser Nélson, você não acha? [risos]

[NÉLSON] Aqui tem de ser Nélson. Vamos levar essa batida.

Hoje a professora vai apresentar para vocês um pouco da experiência dela em cima do coaching na educação, como isso foi desenvolvido por ela este ano e o que representa esse conceito de coaching na educação.

Fale um pouquinho sobre isso para nós, Luciane.

COACHING NA EDUCAÇÃO

[LUCIANE] Muito bem.

É importante lembrarmos que me formei realmente com Sulivan. Acho o profissionalismo dele excelente. Aliás, eu acho o Sulivan um profissional de excelência. O curso dele é fantástico. Eu sou formada como Master Coaching, que aliás é um módulo de excelência também. O curso na SLAC leva-nos a refletir realmente sobre o nosso papel em sociedade, faz-nos refletir o nosso papel como pessoa mesmo. Essa é a parte mais interessante. E faz-nos descobrir de verdade o que é ser coach e o que é coaching.

O Nélson, também formado por lá, sabe do que estou falando. Ele falou aqui sobre o projeto sobre o qual vamos falar, mas eu quero deixar bem claro que eu não fiz esse projeto sozinha, ele também faz parte do projeto, ele também é idealizador desse projeto.

[NÉLSON] Obrigado.

[LUCIANE] [risos] Mas é mesmo. Justamente por conta dessa descoberta que fazemos com o curso de coaching é que nós, como profissionais da área de educação (porque nós dois somos professores e já atuamos como professores em todos os níveis: já trabalhamos com infantil, com fundamental, com ensino médio, com a graduação), essa visão educacional acaba sendo muito importante e não dá para desvincular (nem adianta; 20 anos de carreira é muito complicado).

[NÉLSON] Para dizer, nós começamos aos 15.

[LUCIANE] [risos]

[NÉLSON] Vinte anos de carreira... É importante dizer que nós começamos precocemente, ali em torno dos quinze anos de idade.

[LUCIANE] Isso é óbvio. Casal super jovem. [risos] Mas muito experiente.

[NÉLSON] A vida nos trouxe isso.

[LUCIANE] O que fizemos foi associar a área educacional com o coaching e desenvolvemos o projeto coaching na educação. Inclusive, o Nélson e o Sulivan já falaram sobre esse tema aqui no programa, mas hoje viemos falar especialmente sobre o coaching na educação com o projeto chamado Sua Vida, Sua Conquista, que foi o projeto que desenvolvemos neste ano, no ano de 2014, no cursinho pré-vestibular. Nós trabalhamos com os jovens.

E por que essa escolha com os jovens, Nélson?

[NÉLSON] Justamente porque o jovem está em um momento decisivo na sua vida, ele tem uma perspectiva de futuro, de carreira, de escolha de carreira e esse é um momento importante para ele, mas ao mesmo tempo um momento de grande conflito porque tomada de decisão nesse momento que vai representar o futuro dele não é algo tão simples. São muitas as opções, muitas as escolhas e não necessariamente há um padrão de como ele deve se comportar.

É muito dinâmico o mundo em que vivemos, as coisas acontecem muito rapidamente, as carreiras e as oportunidades são diversas, se apresentam o tempo todo e vão sofrendo modificações.

Como se preparar para esse mundo tão dinâmico, como escolher uma carreira dentro desse mundo pelo qual ele passa sendo que a vida dele é muito dinâmica?

Percebemos que há uma carência muito grande de uma orientação específica e técnico para ele.

[LUCIANE] Existe uma carência dele. Ele passa por um momento difícil e o mundo no qual vivemos atual também traz uma profusão de ideias e de acontecimentos violenta. É muito forte, muito rápido.

Para nós, que somos adultos, é difícil, para o jovem, que nasceu nesse mundo, então a influência do meio no jovem é muito maior. Para ele, essa convivência, essa vivência de mudança constante é comum; para nós não, é assustadora, para eles é comum.

Isso torna mais difícil ainda essa questão da decisão da carreira, afinal de contas, ele tem de tomar uma decisão sobre o que ele vai fazer para o resto da vida.

Aí vemos que, além de ele ter uma influência muito forte do meio, ele também vive, assim como nós, em um meio social hoje de grande manipulação. Nós sofremos muita manipulação.

Como o jovem vai escolher uma carreira de forma segura em um mundo que muda o tempo todo, cujas tendências são altamente mutáveis e que eles são altamente influenciáveis?

Isso não no sentido pejorativo, é de tendência da sociedade atual mesmo.

[NÉLSON] Há muitos exemplos ali de carreiras de sucesso que foram conquistadas e que os inspiram – é importante termos isso em mente –, só que elas são múltiplas, acontecendo o tempo inteiro.

Temos um exemplo aqui, que é o nosso companheiro Evaldo. Ele ainda vai ser entrevistado aqui como um dos profissionais de sucesso realmente que conseguiram conquista um espaço nesse mundo graças à sua obstinação.

Imagine esse jovem, que tem um milhão de exemplos positivos e ao mesmo tempo tem de escolher qual deles vai seguir porque não necessariamente o sucesso que o outro conquistou é o dele. Ele tem de saber como ele vai traçar essa estrada.

[LUCIANE] Até porque nós vivemos uma sociedade de valores altamente invertidos. Você tem aquele que ganha milhões com pouca coisa ou então, vamos pegar um exemplo prático, a modelo que simplesmente porque exibe o corpo, desfila bem ou porque é super magra, enfim, valores de estética que a fazem ganhar muito dinheiro.

[NÉLSON] Por isso que trabalhamos na rádio, não é, Evaldo?

[risos]

[NÉLSON] Para ficar escondido. Se dependêssemos disso para fazer sucesso... não é mesmo?

[LUCIANE] Em contrapartida, por exemplo, precisamos hoje no Brasil de profissionais com qualificação. Existem muitas vagas e muitas empresas demandando profissionais especializados e não existem profissionais para poder cobrir essas vagas. Olha que absurdo. Não existem pesquisadores suficientes no Brasil. Você vê o Brasil importando profissionais muitas vezes justamente porque aqui as pessoas não têm qualificação.

Vivemos um paradoxo econômico realmente. Temos muita gente com emprego. Fala-se muito sobre desemprego, pois as pessoas têm emprego. Nunca houve tanta demanda de emprego como agora. Porém, essa grande demanda gerou um problema sério: as pessoas não procuram mais qualificação, ainda que estejamos passando já pela transição desse momento, o que vivemos ainda é justamente isso. Esses profissionais não procuram especialização e as empresas começam a ter a carência do profissional especializado.

Enfim, tudo isso vai refletindo na escolha desse adolescente – que por si só já tem uma cabeça complexa por ser adolescente.

[NÉLSON] Tudo acontece muito rápido.

Ele está construindo seu futuro nesse momento, mas quando chegar neste futuro, pode ser que as perspectivas do mundo sejam diferentes.

Vejam a dificuldade, a insegurança desse jovem. Aquilo que acontece hoje, que é uma carreira de sucesso hoje para ele, que o mundo aceita, como vai ser amanhã?

Ele vai tem muitas dúvidas, muita insegurança. Ele tem de estar em uma atuação contínua já existindo no mundo dele, ele tem de se reconhecer dentro desse mundo e tem de ser atuante, até mesmo no seu preparo. Isso se transforma em um grande conflito na cabeça do adolescente.

[LUCIANE] Até porque vivemos em uma sociedade cheia de deuses. Existe o endeusamento de pessoas que nem têm tanta qualificação assim, mas são também ao mesmo tempo pessoas que são deusas hoje e amanhã não são mais – vamos deixar isso claro; a própria internet causa.

E aí esse jovem se sente reprimido. "Nossa! Eu não sou um deus. Como eu faço? Eu sou uma pessoa comum.". Então ele não se acha em lugar algum.

Esse endeusamento, que faz parte da inversão de valores, é um problema sério.

Gente, aí entra o coaching na vida do cidadão para poder ajudar. Justamente aí que o coaching tem um papel bastante importante e que por isso desenvolvemos o projeto Sua Vida, Sua Conquista. As pessoas e o jovem precisam ter em mente que a nossa vida é na verdade um reflexo daquilo que conquistamos.

[NÉLSON] Isso está acontecendo algo, algo que está aqui, que não é só futuro, é presente. Esse conceito de que o jovem ainda é um investidor do futuro não é mais verdade, ele já está aqui agora atuando nessa sociedade.

[LUCIANE] Quantas crianças de dez anos estão ganhando milhões por aí?

[NÉLSON] Existem exemplos disso aí que vamos observar o tempo todo eles acontecerem.

É muito conflito, é muita dúvida que esse jovem vai ter de enfrentar porque ele vê perspectivas, ele vê alvos a serem atingidos, ele vê esses alvos sendo atingidos, mas não necessariamente é aquilo que ele vai conquistar nesse momento ou então já foi conquistado nesse momento e tem de servir para ele de impulso para o momento seguinte.

Como trabalhar com tanta dúvida?

Agora eu gostaria que você falasse para nós sobre como isso acontece de fato. Isso não é um projeto que está por acontecer, é um projeto que já aconteceu este ano. Já houve uma experiência muito gratificante com esse trabalho.

Nós agradecemos bastante a quem possibilitou isso. É importante agradecer também àqueles que estão dispostos à novidade.

Eu cito aqui o Mateus Prado, que é um idealizador de um grande projeto educacional que acontece aqui em São Paulo, que é um cursinho pré-vestibular popular, é uma inovação, que é o projeto Henfil, que trouxe principalmente a possibilidade desse trabalho com jovens de baixa renda.

Você falar sobre coaching sob perspectiva de futuro, às vezes a pessoa idealiza aquele adolescente bem de vida, que se sustenta a partir do investimento do seu pai no seu futuro e nos esquecemos que a educação tem de atender a todos. O projeto se desenvolveu justamente com aqueles que não teriam condições de procurar esse tipo de trabalho profissional porque é importante percebermos o quanto o trabalho do coaching pode alavancar a vida das pessoas de classe social, principalmente daqueles que mais necessitam, aqueles que têm muita necessidade de se projetar nesse mundo.

Fala um pouquinho sobre como foi esse trabalho, Luciane.

[LUCIANE] Seria bastante interessante primeiro esclarecermos como o coaching afinal de contas pode realmente auxiliar o jovem de forma prática a alcançar um bom desempenho e a se encontrar em uma determinado carreira.

Simples. O coaching trabalha com autoconhecimento. O autoconhecimento faz com que a pessoa perceba suas fraquezas e suas forças. É em cima desse reconhecimento então que o cidadão, que o jovem, que a pessoa pode perceber: "Se tenho determinadas forças, a partir delas que eu tenho de decidir qual profissão será viável para que eu possa ter um bom desempenho.".

É comprovado que profissionais bem-sucedidos são aqueles que têm o autoconhecimento como a base das suas escolhas. Isso já é garantido.

Além disso, o coaching trabalha também com a questão da sustentabilidade social e cultural. Vamos entender que sustentabilidade social e cultural fazem com que a pessoa tome o controle de sua vida. Essa é a parte mais interessante do coaching, fazer com que a pessoa tome controle da sua vida (que também tem aí uma pitada de inteligência emocional atuando também).

Aí trabalhamos com os jovens, Nélson e eu, a partir de textos com os quais trabalhamos com esses alunos. Trabalhamos com eles a parte de interpretação, mostramos para eles, por meio desses textos interpretados a importância do papel do jovem na sociedade em um primeiro momento. Em um segundo momento, a importância do autoconhecimento. Em um terceiro momento, colocamos para eles como as empresas atuam hoje. E finalizamos justamente com o trabalho das fraquezas e das forças, a meta e qual é o plano de ação dele para conseguir atingir essa meta.

Vejam que não trabalhamos efetivamente plano de estudo nem nada, procuramos um projeto mais desafiador, que trabalhasse como uma meta mais abrangente ainda porque afinal de contas o coaching privilegia isso. Minha gente, educação tem como meta, como objetivo principal a formação integral do homem e não a formação fragmentada dele, tomando por base somente uma parte do seu intelecto.

Por isso esse projeto foi desenvolvido em quatro etapas, com esses quatro encontros, a partir de textos que serviram para treinarmos a parte de interpretação, mas ao mesmo tempo como textos motivadores para que trabalhássemos, em um segundo momento de cada encontro, as ferramentas coaching para que esses jovens pudessem então se conhecer melhor (essa seria a palavra interessante: para que eles se conhecessem melhor) e para que eles entendessem.

Uma parte que acho a mais interessante e bonita do projeto é manter o sonho, ir atrás de um sonho e não buscar aquilo que o pai ou o tio já tem, por exemplo. "Meu tio é um policial militar. Eu acho isso o máximo. Quero ser também.". Não é uma questão de sonho, é uma questão de seguir um paradigma que ele criou para a vida dele de um adulto que faça parte da vida dele por exemplo.

[NÉLSON] Temos de ter sempre dentro da nossa concepção que o jovem precisa ser orientado. O coaching não faz o trabalho de orientação, aí é o educador.

Por isso que ocorreram dois momentos importantes. O primeiro, de orientação, lógico, porque ele precisa saber o que vai acontecer, a que ele está se dispondo nesse momento até pela falta de experiência dele na vida. A partir dali, posicionado, conhecendo quais são as possibilidades de trabalho, aí ele é apresentado a essa dinâmica, apresentado às ferramentas que vão potencializar com que ele potencialize o seu autoconhecimento. Ele precisa se conhecer.

Alguém que está se construindo e que precisa se conhecer ao mesmo tempo a cada passo, a cada novidade, a cada fase do mundo, a casa fase da vida pela qual ele passa. Esses são elementos que vão somar e contribuir bastante para que ele construa o seu futuro.

Ele é agente da própria vida. Não temos como ficar trabalhando aqueles ideais ou jargões de como se as coisas fossem acontecer por si sós, de ele ser o futuro da nação já bastar, e não é verdade.

[LUCIANE] Acho que inclusive esse é o ponto alto do projeto: fazer com que o jovem tome consciência da importância que existe de nós tomarmos o controle sobre as nossas vidas.

Falo isso porque já fomos jovens que tiveram ideais...

[NÉLSON] ...Há pouquíssimo tempo.

[LUCIANE] [risos] Diga-se de passagem.

[NÉLSON] [risos] Quando falamos desse passado é só para podermos fazer um posicionamento, porque é coisa uma praticamente contemporânea.

[LUCIANE] E sabemos que é muito difícil para o adolescente ter essa visão, ter essa perspectiva de que temos de ter controle, simplesmente vamos deixando acontecer.

— Menino, vai estudar que você precisa ser alguém na vida.

— Ai... Precisa estudar?

Aí quer matar aula, quer fazer de tudo. Ele se sabota. Ele nem percebe que é um autossabotamento. Ele pensar estar sabotando o mundo, mas em verdade ele se autossabota o tempo todo.

Essa tomada de consciência é o ponto alto do projeto, de ele perceber que ele está no comando, que ele tem de decidir o que ele vai fazer da vida dele e que ele tem de se preocupar com isso neste momento, nesta fase da vida, que é uma das mais importantes pelas quais passamos.

[NÉLSON] É verdade.

Vamos agradecer agora a presença da professora Luciane.

Vou aproveitar e jogar uma bucha. Hoje, como falamos bastante sobre coaching na educação, como falamos sobre o nosso trabalho e como a professora Luciane é uma brilhante professora de português, eu vou jogar a peteca na mão dela hoje.

Quem vai fazer o Dica do Professor com vocês vai ser justamente a professora Luciane SARTORI.

O que você tem a falar para nós sobre a nossa tão amada língua, Luciane? Diga lá.

DICA DO PROFESSOR

[LUCIANE] Existem duas palavrinhas que confundem muito as pessoas. Aliás, as pessoas confundem duas palavras: infligir e infringir.

Infligir significa impor, aplicar.

Infringir é violar.

Vejam como são muito parecidas.

Em português, teoricamente dizemos que são palavras parônimas porque se parecem muito, mas são completamente diferentes.

Quando você por exemplo passa o sinal vermelho no trânsito, você INFRINGE as leis de trânsito para você é um infrator. Se o guarda estiver escondidinho lá atrás da árvore, o que ele faz?

[NÉLSON] Ele vai aplicar uma multa.

[LUCIANE] Logo?

[NÉLSON] Ele vai INFLIGIR a você.

[LUCIANE] Viu? Com L. Por isso que ele implica: é com L e sem N.

Está aí. Vamos pensar.

Você INFRINGE, com R e M, e o guarda INFLIGE porque aplica.

Pessoal, vou dar uma dica. Além do nosso site Sartori Professores, também no blog Se Joga Galera. Vamos começar, justamente por conta do projeto Coaching na Educação, um trabalho com coaching para o concurso público. Vamos desenvolver inicialmente um projeto de artigos do coaching e depois um trabalho de continuidade para ajudar as pessoas no seu estudo.

Se você tiver como objetivo o concurso público, ou não, faça parte do projeto também. É um convite.

[NÉLSON] É isso aí.

Eu agradeço a presença da professora Luciane SARTORI e ao abrilhantamento que ela deu ao nosso programa hoje.

[LUCIANE] [risos]

[NÉLSON] Não é verdade, Evaldo? O Evaldo está aplaudindo de lá.

[LUCIANE] [risos]

[NÉLSON] Até mais, minha gente.

[LUCIANE] Foi um prazer, pessoal. Até a próxima!

[NÉLSON] Até a próxima!

♪ [tema acertar é humano] ♪

Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

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