O que é Inteligência Emocional?

Chales Darwin foi o primeiro a utilizar o termo inteligência emocional, referindo-se à importância da expressão emocional para a sobrevivência e adaptação.

Mesmo sabendo que as definições de inteligência colocam em foco os aspectos cognitivos de uma pessoa, como a memória e a resolução de problemas, muitos pesquisadores do campo da inteligência emocional reconhecem sua importância de aspectos não cognitivos.

Diferente de quociente de inteligência ou (QI), que mede o grau de inteligência logica de um ser humano, a inteligência emocional ou (QE), quociente emocional é o nome dado ao um conceito da psicologia que explica de forma científica a habilidade que as pessoas têm em reconhecer e avaliar seus próprios sentimentos e os das outras pessoas, seguido da capacidade de lidar com tais sentimentos.

Conceito de Inteligência Emocional

Portanto, a inteligência emocional é a habilidade que tem grande responsabilidade no fato de seu sucesso ou fracasso, seja pessoal ou profissional, pois também é a habilidade que gerencia sua capacidade de liderança.

Esta habilidade, por muitas vezes é testada quando o indivíduo se vê diante de situações difíceis. Sua reação frente a determinadas ocorrências do dia a dia definem seu grau de inteligência emocional.

Hoje em dia, diversas empresas já levam em conta o fato de que além da capacidade intelectual ou o QI e das competências técnicas, como mestrados, doutorados, dentre outros, os candidatos às vagas precisam ser investigados em suas qualidades pessoais.

Benefícios da Inteligência Emocional

Ou seja, os profissionais de RH procuram identificar nos candidatos as habilidades referentes à sua inteligência emocional, que geralmente são demonstradas com as habilidades de iniciativa, liderança, adaptabilidade, empatia ou capacidade de persuasão, autoestima, autocontrole, dedicação, integridade e comunicabilidade.

Com esse estudo mais completo dos candidatos, a empresa consegue contratar um profissional mais completo. Pois com essa análise prévia de suas capacidades podem ser direcionados para as áreas e equipes corretas, maximizando dessa forma a produção e a obtenção e conclusão de metas e objetivos.

Existem algumas ferramentas como a programação neurolinguística (PNL), que servem para estudar e desenvolver a inteligência emocional nas pessoas. Ou seja, servem para desenvolver as atitudes corretas em seus profissionais, diminuindo e identificando os sinais de estresse, e ajudando a lidar com os problemas.

A inteligência emocional deve ser estudada e levada em conta sempre, pois um líder com uma alta capacidade de inteligência emocional certamente será muito mais capaz de realizar tarefas complexas e lidar com sua equipe de forma mais sábia.

Ela afeta a todos, seja no ambiente de trabalho, dos postos mais modestos aos altos cargos de direção ou em casa, no dia a dia, com a família.

Mensurando a Inteligência Emocional

Indivíduos com baixa inteligência emocional, independente do seu quociente de inteligência, tendem a ser pessoas menos empáticas, podendo ser até mesmo mais egoístas, narcisistas ou egocêntricas, criando mais dificuldade em se relacionar com as outras pessoas ao seu redor e tornando suas relações interpessoais mais difíceis, o que por sua vez acarreta em conflitos e desentendimentos que vem a atrapalhar seu desempenho.

Para se medir o grau de inteligência emocional de uma pessoa, deve-se sempre levar em conta seu grau de estresse, pois essa é uma reação do organismo que interfere diretamente em seu psicológico, além do físico, mente e hormônios.

Isso geralmente ocorre quando surge alguma necessidade de adaptação ou algum evento ou situação de importância. O que pode ser algo negativo ou positivo acontecendo na vida da pessoa em questão nesse determinado momento.

Por definição, a inteligência emocional é a capacidade que uma pessoa tem em identificar e lidar com seus próprios sentimentos e emoções e os das outras pessoas, com a intenção de melhorar seu desempenho interpessoal.