Alguns autores, definem aprendizagem de equipe como:
“um processo repetitivo em equipe, no qual as informações são adquiridas, distribuídas, interpretadas tanto de modo convergente como divergente, e armazenadas e resgatadas, levando a uma mudança no âmbito de possíveis comportamentos da equipe”.

Segundo essa definição, a aquisição das informações é empreendida por meio de um rastreamento passivo do meio ambiente para identificar problemas e oportunidade, e também por meio ambiente para identificar problemas e oportunidade, e também por meio de “investigação”, de pesquisas ativas. A distribuição consiste no processo de compartilhar informações com outros membros da equipe. A interpretação pode ser convergente ou divergente. O armazenamento e resgate das informações abrangem um leque de processos que criam a “memória da equipe”.
Não fica muito claro como cada uma dessas atividades contribui para a aprendizagem pela equipe, mas pelo menos um estudo indica que o armazenamento e o resgate de aprendizado é a etapa mais difícil do processo, e o que mais explica as variações nos desempenhos das equipes. A capacidade de administrar esse passo está relacionada ao tempo que as pessoas precisam para desenvolver hábitos apropriados e para estabelecer uma massa crítica de aprendidos comuns.

D’Andrea-O’Brien e Buono concluem que:

Aprendizagem em equipe é a capacidade de seus membros de compartilhar seus conhecimentos, de modo que o conhecimento coletivo permita melhorar o desempenho da equipe, assim como descobrir, desenvolver e implementar novas maneiras de fazer negócios. Nesse contexto, a “desaprendizagem” (que dizer descartar conhecimentos obsoletos e enganadores) pode ser tão importante quanto aprender coisas novas.
Esses autores concluem que, embora muitos gerentes falem de liderar a equipe, é mais comum que eles realmente gerenciem, como um grupo de indivíduos, os contatos diretos com aqueles a quem se reportam. As principais características das equipes de aprendizagem, nossa perspectiva são:

-precisar de um ambiente em que os membros sejam individualmente incentivados a experimentar, aprendam uns com os outros e desenvolvam seu potencial ao máximo;
-ampliar seu aprendizado de modo que incluam sues principais parceiros de operações, como clientes e fornecedores;
-ter um significado componente de recursos humanos (ou seja, passar um bom tempo apoiando e cultivando seus vínculos);
-estar continuamente passando por processos de desenvolvimento e transformação.

David Clutterburck em Coaching Eficaz: Como orientar sua equipe para potencializar resultados