PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#034

O apresentador Nélson Sartori falou sobre o tema “Diversidade Cultural”. Durante o programa do dia 06/10, ele citou a importância da pluralidade cultural do Brasil. Para finalizar o programa, o professor Nélson lançou a pergunta do “Minuto do Coaching” e na “Dica do Professor” explicou a expressão “A rua da amargura”.

034 - Programa Acertar é Humano: de 06/11/2014

Programa Acertar é Humano (06/11/2014)

Nélson Sartori e Sulivan França

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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[NÉLSON] Olá, minha gente. Bom dia! Aqui quem fala é o Professor Nélson Sartori, sozinho aqui hoje. Mais uma vez o meu companheiro Sulivan França está em viagem. Esse menino viaja muito dentro do seu trabalho. É um curso novo que ele está inaugurando sobre profissional coaching e não pode estar aqui conosco.

Mas vamos fazer o possível. Nós sabemos que não é possível cobrir a falta desse meu companheiro, mas vamos dar o recado da melhor maneira possível. Eu e o meu companheiro Evaldo, na técnica.

Hoje vamos falar com vocês sobre um assunto que está bastante em pauta. A nossa riqueza cultural e diversidade.

Esse é um tema bastante rico, principalmente em momentos de conflitos como o que estamos vivendo.

Por que vamos falar sobre isso?

Porque é justamente a diversidade que faz com que o povo brasileiro seja rico e criativo.

É essa pluralidade cultural, essa grande quantidade de mentes pensantes e de valores variados que fazem com que o brasileiro consiga transformar pequenas coisas em grandes negócios de grande sucesso.

Nós vemos isso acontecendo na publicidade, um espaço fabuloso do nosso mercado internacional em que a nossa criatividade e a nossa cultura encanta a maioria das pessoas pela nossa versatilidade e até mesmo pela famosa malandragem, que não é um aspecto negativo.

Mas o malandro de verdade, como já dizia o Chico, é aquele que trabalha, aquele que pensa, aquele que sabe lidar com as dificuldades, pois foi assim que o nosso país se desenvolveu.

RIQUEZA CULTURAL E DIVERSIDADE

Diante de uma diversidade tão grande de culturas, foi que o nosso povo teve de ir se adaptando e trazendo todas essas realidades para o nosso dia a dia.

Nós vemos isso na versatilidade da nossa língua. A respeito disso, é bastante prático e fácil que eu fale para vocês. Hoje em dia temos uma estrutura de comunicação muito versátil, uma língua muito rica, graças à influência de várias culturas. Nós temos a presença, na nossa amada língua portuguesa, de elementos oriundos do próprio tupi-guarani, que é do povo brasileiro nativo. Nós temos a presença dos elementos vindos da Itália, do japonês, da própria cultura alemã, de vários pontos do nosso país, que foram se somando para formar a nossa linguagem.

Isso é tão interessante que o desenvolvimento da nossa língua, o avanço e a evolução se dão até mesmo bem mais rápido do que acontece em outros países que falam a nossa língua.

Essa é a justificativa para a tão falada reforma ortográfica ter privilegiado principalmente o nosso país e menos ou outros, porque estamos em um processo de desenvolvimento muito mais dinâmico e vamos adaptando a nossa linguagem à realidade.

Isso faz com que nós vejamos com mais clareza o que está acontecendo e consequentemente nós estejamos já acompanhando o desenvolvimento da língua.

Por isso é que a maior parte das mudanças que aconteceram atingiram principalmente os outros países, não aqui.

Mas em que outras condições isso se desenvolve?

Veja a importância do que representa a nossa pluralidade racial.

Pluralidade Racial

Foi através da mistura de várias raças que construímos o nosso país.

Fizemos um país criativo, rico, apesar de todas as mazelas e de tudo aquilo que se fala por aí, o nosso país é muito rico em cultura, rico em beleza e rico no seu povo. Um povo que deve se unir cada vez mais e não ao contrário de alguns poucos pessimistas que andam circulando por aí, que acreditam em uma visão separatista absurda e irracional.

É justamente a agregação de valores que é o nosso principal mérito nos dias de hoje.

Somente para podermos falar a respeito de religião, que é um tema bastante comum e adverso, o Brasil é um dos países com a maior incidência de religiosidade em várias questões, em várias outras religiões que se aceitam, convivem e que somam informações de orientações, mostrando que é possível sim conviver dentro da diversidade em harmonia, em paz se o objetivo é um só, que é o de criar, de construir uma sociedade positiva.

E é com essa perspectiva que acabamos vendo esse tipo de resultado acontecendo também dentro do trabalho.

Diversidade profissional

São Paulo é uma das cidades em que há o maior número de imigrantes do país. Eu acho que estamos hoje com uma população paulistana nativa inferior a 30%, se fosse considerar a vinda de todas as outras regiões para cá. Ou seja, os migrantes de dentro do nosso pais vindo para cá, mesmo aqueles de fora.

Por exemplo, se você, hoje em dia, quiser ir a um bom restaurante, você pode no centro de São Paulo, na região da Liberdade, comer um belo sushi e tomar uma caipirinha de saquê, feito por um sushiman baiano. Olha que beleza.

Você vê o pizzaiolo. O Severino é um dos melhores pizzaiolos aqui da região – né, Evaldo? É uma maravilha.

Vejam só o que é a diversidade. É a soma de cultura. Nós estamos somando valores, estamos somando conhecimentos, estamos somando a sensibilidade para criar um mundo diferente, mais rico para cada um.

Se você imaginar um nordestino de kimono e de faixa preta na cabeça cortando peixe fininho para fazer sushi, para fazer sashimi, é uma coisa que, fora de São Paulo, você acharia estranho, mas aqui para nós é muito normal. Nós vemos isso o tempo inteiro. É a nossa diversidade.

Hoje em dia São Paulo não tem mais uma língua própria. O nosso sotaque não é mais o acaipirado, aquele do interior que invocamos o R. Não, nós arrastamos o R, esticamos o S, trazemos o nordestinês, trazemos o Sul aqui para cima, misturamos todo mundo e somos felizes.

É importante que isso fique bem claro, que é essa a riqueza do nosso estado. É o seu povo que cresce cada vez mais e que construiu esse estado. Foi justamente o povo que veio de fora que construiu o que existe hoje aqui.

Então nós devemos pensar bem e respeitar essa diversidade.

O Brasil é essencialmente formado por três raças básicas de mestiços.

Raças de Mestiços

Nós temos o chamado caboclo, que é o branco e o índio, que foi na primeira investida cultural. Veja o que isso trouxe para nós. Alimentos que encontramos hoje em dia em nossa mesa. Quantos deles não foram absorvidos da cultura do índio?

Temos o mulato, que é o branco com o negro. E eu quero ver quem ousa falar mal da beleza da nossa da mulata. Que coisa maravilhosa. A mistura já provou para nós que dá um resultado cada vez melhor. Essa é a nossa raça pura mista.

E dessa cultura negra nós tivemos valores relacionados à religião, valores relacionados à cultura, à força, ao trabalho e principalmente à própria estrutura culinária. Alimentos que antes eram vistos como alimentos inferiores e eram dados aos nossos antepassados negros e escravos, hoje são pratos riquíssimos, como a feijoada.

Como você desmerece um prato que é a cara de São Paulo e que é produto dessa cultura miscigenada? Isso é algo grandioso, maravilhoso.

Há lugares aqui em São Paulo em que se come uma feijoada divina e que o difícil não é sentar para comer, é se levantar da mesa. Depois de um tempo, a feijoada se torna cada vez mais parte de você (e você mais parte da cadeira).

E o cafuzo, que é o índio negro. Essa é uma mistura que foi produto da tirania.

Como produto da tirania?

É o produto da exploração do índio, do negro, que foi escravizado e que foi colocado no nosso país. Muitos daqueles que acabavam fugindo do cativeiro iam se refugiar em tribos indígenas e acabavam se envolvendo e tendo um relacionamento que geravam uma nova cultura.

Uma cultura que gerou e desenvolveu uma diversidade, no que diz respeito à produção de medicamentos, com o conhecimento desses nativos sobre ervas, sobre o trabalho com medicamentos, que hoje se transforma em um foco principalmente de interesses dos laboratórios internacionais quanto à possibilidade de desenvolvimento de novos medicamentos, dada a nossa cultura.

Ou seja, a nossa possibilidade de produção, a diversidade das nossas matas.

Mas tudo isso nunca teria sido descoberto se não fosse o produto dessa soma cultural, em que o conhecimento do negro africano se somou ao do índio brasileiro, que produziu medicamentos que hoje nem temos noção e que fazem parte da nossa rotina.

Aquele simples chá que faz parte do nosso dia a dia, que a mãe dá para o filho quando ele está com dor de barriga, isso não surgiu simplesmente de uma cultura abstrata, veio da cultura desses elementos.

E nós temos também a presença do homem branco. Este sim, essa nossa origem que pode ser considerada o verdadeiro explorador, ou seja, aquele que invadiu a terra e que veio trazer também a sua cultura. Tudo tem o seu lado positivo e negativo.

Os portugueses, italianos, espanhóis, alemães, eslavos, sírios. Ou seja, a soma que fez a grande parte da população branca brasileira e que não é a nossa a maioria, não faz parte da maioria, também contribuiu muito para a nossa cultura. Esses são elementos que produzem hoje em dia uma criatividade muito grande.

A soma de todos esses valores e de toda essa cultura, proporcionou desenvolvimentos de trabalho adaptando a essa cultura, que fazem com que hoje em dia tenhamos trabalhos ligados à informática que atendam a uma necessidade ampla de valores. Nós produzimos jogos, softwares, máquinas que atendem a essa necessidade imediata de progresso que hoje em dia toda a população busca.

Convivemos sim com a cultura importada. Essa faz parte da nossa cultura. Cultura que já foi no passado também criticada dentro do período moderno, em que se tentou buscar uma pura cultura brasileira. Isso é um absurdo de se falar, que temos uma pura cultura brasileira. A pura cultura brasileira é a soma dessas multiplicidades.

Quando no passado, na época do desenvolvimento do modernismo, se apresentou a proposta do chamado verde-amarelismo, que seria de transformar a nossa arte em uma arte absolutamente brasileira sem influências estrangeiras, Oswaldo de Andrade deu muita risada a respeito disso.

Como é possível em um país como o nosso, você criar uma raça pura, sendo que a pureza da nossa raça está justamente na sua mistura? É isso que a torna mais bela.

Ou então dizer que somos capazes de produzir valores e culturas sem a influência dos italianos, dos portugueses, dos africanos e dos negros. Tudo isso seria muito difícil de compreender para alguns, mas foi bastante claro quando Oswaldo de Andrade traduziu uma resposta a esse movimento verde-amarelista, com o manifesto antropofágico.

Antropofagia cultural

Para quem não sabe, antropofagia é o costume do índio brasileiro – um dos costumes do índio brasileiro no passado – de consumir o seu inimigo para absorver dele os seus valores positivos.

Então vejam que até mesmo na diversidade havia respeito.

O índio via no seu inimigo um combatente que tinha valores, conhecimentos, elementos, que poderiam servir a ele.

Então quando ele capturava o seu inimigo, levava até a sua tribo e ali ele o testava, se aquele homem mostrasse valores positivos, aí é que ele estava perdido, porque seria morto, a sua carne seria consumida e todos os seus valores supostamente seriam absorvidos. Porém, se ele mostrasse covardia ou poucos princípios, seria deixado livre. Dessa maneira, eles não absorviam o que seria ruim.

Esse é um conceito cultural universal.

Tudo aquilo que existe e que é diferente deve ser aproveitado, aquilo que for bom, absorvido, o que for ruim, colocado de lado, mas nunca podado, limitado, como se não prestasse. Isso não existe.

É importante que conheçamos um pouco sobre a contribuição que todos esses grupos deram ao nosso país e que hoje representa um grande desenvolvimento, até mesmo nossa produção e na nossa cultura.

Alguns exemplos simples, no que diz respeito a nossa culinária.

Culinária brasileira

Imagine só uma feijoada fora do Brasil. Como seria possível você misturar feijão preto com carne de porco, linguiça? Ou seja. Você pega a carne de porco, que é própria da nossa cultura, mistura com um pouco de linguiça, que veio da Alemanha, coloca o feijão preto, que é nosso, mistura tudo e você tem um prato sublime.

E a macarronada então?

Estamos no centro de São Paulo. Aqui você come macarrão com tudo. O macarrão foi um produto que representou um grande avanço, principalmente no período das grandes navegações.

Pense você que os nossos navegantes viajavam por meses em alto mar e que havia uma grande dificuldade em conseguir alimentação. Apesar de estarem em alto mar, a pesca não era suficiente para poder nutrir os homens de tudo aquilo que eles necessitavam. No passado os homens passavam muito tempo em alto mar. Acabavam absorvendo o escorbuto e o botulismo, principalmente porque alimentos conservados acabavam sendo contaminados e também pela falta de vitamina C nesses alimentos.

O homem acaba incorporando a macarronada como um produto que pode ser transportado, que não se deteriora. Ou seja, uma massa que pode ser fervida.

Dessa cultura, desse conhecimento do passado, hoje em dia você vai a cantinas aqui no centro de São Paulo e saboreia tudo o que existe de melhor em cima de massas.

Por falar em massa, por que não dizer sobre um dos produtos mais ricos também aqui de São Paulo e que é considerado de melhor qualidade do mundo, que é a nossa pizza?

E pizzaiolo é nordestino. Não adianta. Você não vai encontrar um pizzaiolo paulista com muita facilidade, muito menos descendente de italiano.

A riqueza da nossa pizza. Pizza de carne seca com catupiry, pizza de linguiça calabresa, você encontra de tudo.

O Evaldo está passando mal. Em uma hora dessas aqui, já está com a boca cheia d'água.

Nós vamos à pizzaria, tomamos ali a nossa caipirinha de saquê com kiwi. Isso já é coisa de brasileiro. Pede uma tradicional pizza de carne seca com catupiry e toma junto uma cerveja ou um vinho. Uma soma totalmente brasileira.

Não é uma coisa fantástica você poder tomar uma caipirinha de saquê com kiwi, uma cerveja, que começou o seu desenvolvimento lá no Egito, e tomar um vinho, que é de origem Europeia, principalmente do mundo oriental?

Nós começamos a perceber que é uma grande tolice nós pensarmos nesse tipo de estrutura, ou seja, nesse tipo de conceito que ultimamente se veiculou nas redes sociais. É muito triste que isso tenha acontecido, mas é importante que revertamos esse quadro, esse pensamento e que as paixões não nos levem para o buraco, mas sim que nos façam compreender a riqueza do nosso país e a riqueza que isso traduz, principalmente na nossa produção. Porque nós produzimos, nós trabalhamos.

Produção

Estamos aqui em São Paulo, terra que não para. E não para porque nós temos o oriental abrindo as suas lojas na Liberdade. Nós temos o nordestino acordando cedo e indo trabalhar nas fábricas, nas obras, nas feiras livres. E não só nessas condições mas nas universidades, grandes professores, grandes mentes vindas de fora, contribuindo para o desenvolvimento de todo o nosso país.

Nós acabamos vendo coisas que foram revertidas positivamente.

Nós temos a cota relativa à educação, que no começo foi muito criticada porque se acreditava que, dando uma vantagem para quem tinha maior dificuldade, seria um assistencialismo desnecessário.

Isso já se mostrou a absurdamente contrário. Ou seja, aqueles que tiveram a oportunidade, que conseguiram as suas vagas, que se mostraram até mesmo mais dedicados do que outros porque sabiam daquela possibilidade, daquela chance que estava sendo conquistada naquele momento.

Então nós temos de dirigir sempre o nosso pensamento, o nosso trabalho, as nossas ações e aquilo que falamos pensando pelo lado positivo, em beneficiar a todos, sem nenhum tipo de ação egoísta e negativa.

Lembrando que essa diversidade é que produz restaurantes fantásticos em São Paulo, bebida muito rica, a possibilidade de um consumo que hoje em dia nós temos.

Uma população gigantesca como a nossa, que movimenta muito a economia do país, que não para de crescer. Por mais que se mexa nesse bolo, ela não para de crescer.

Importante é que quando alguma mudança possa acontecer, ela aconteça agora. Não é preciso investir no futuro para que nenhum tipo de mudança aconteça, a mudança é hoje. Não simplesmente um discurso que possa ser divulgado por aí, como se fosse messiânico, como se alguém surgisse para salvar alguma coisa. As coisas acontecem realmente, porque cada um de nós trabalha para isso aconteça.

Muito bem, minha gente. Foi um pouquinho do nosso pensamento hoje sobre o que significa essa diversidade cultural.

MINUTO DO COACHING

Então eu vou aproveitar hoje, já que eu estou fazendo o trabalho do Sulivan também. Eu vou deixar uma pergunta para que você pense um pouco durante a semana.

O QUE VOCÊ TEM FEITO OU PODERIA FAZER PARA CONTRIBUIR TAMBÉM PARA ESSA DIVERSIDADE NO NOSSO PAÍS?

Eu vou falar um pouquinho no momento do professor. No minuto do professor.

Eu e o Sulivan comentamos que ultimamente nós estamos misturando tudo. Nós fazemos o Minuto do Coaching, um Momento do Professor, o Minuto do Professor, o Momento do Coaching.

O importante é que possamos contribuir um pouquinho com isso.

DICA DO PROFESSOR

Eu vou falar hoje sobre uma expressão que foi comentada comigo por alguns alunos. Eles pediram para que eu comentasse. Então vou fazer essa homenagem a eles, que é falar um pouquinho sobre a Rua da Amargura.

Você já ouviu falar sobre a rua da amargura?

— As pessoas estão na rua da amargura.

O que representa essa tal rua da amargura?

Isso não está relacionado só a mortes – estar na rua da amargura – mas a origem dela é justamente aquela relacionada ao sofrimento causado a Jesus dentro da sua caminhada até o lugar onde ele seria crucificado. Então é aquele caminho triste, sofrido, mas não só a morte e sim o sofrimento.

As pessoas costumam tratar sobre a rua da amargura quando estão sofrendo, quando alguma coisa está ruim na vida.

Então é mais um pouquinho dessa dramaticidade da nossa cultura se mostrando dentro da nossa língua.

E eu aviso a todos vocês que visitem o nosso site. www.acertarehumano.com.br e as nossas páginas na internet. Fale um pouquinho sobre nós. Dê a sua opinião, sugestões de temas para o nosso programa.

Eu espero vocês na próxima semana em nosso próximo programa. Agora já com a companhia do Sulivan França.

Um abraço a todos, minha gente! Até mais.

♪ [tema acertar é humano] ♪

Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

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