PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#067

Dando continuidade ao projeto de esclarecimento de pesquisa o apresentador Nélson Sartori traz mais uma vez ao programa o historiador e professor da USP – Universidade de São Paulo, Diogo Silva.

067 - Programa Acertar é Humano: de 03/12/2015

Programa Acertar é Humano (03/12/2015)

Nélson Sartori e Diogo Silva

Tempo de áudio
23 minutos e 26 segundos
Legenda
... ➔ pausa ou interrupção do discurso
[...] ➔ palavra/trecho incompreensível
[comentário] ➔ comentários do transcritor

♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[NÉLSON] Bom dia, ouvinte Mundial. Aqui quem fala é o professor Nélson Sartori. Bom dia, Evaldo Ribeiro, meu irmãozinho. Mais uma quinta-feira pela manhã, estamos aqui juntos no nosso Programa Acertar é Humano.

Mais uma vez tenho a honra de trazer para vocês a presença do historiador da USP, o professor Diogo Silva, para dar continuidade ao nosso projeto de esclarecimento, pesquisa, que começamos brilhantemente falando sobre Mariana, falamos em outro programa sobrea as questões dos conflitos no Oriente Médio e deixamos para, hoje, falarmos sobre, especificamente, os conflitos que estão acontecendo na França. Bom dia, Diogo.

[DIOGO] Bom dia, Nélson, ouvinte. Estou virando figurinha carimbada aqui. Muito obrigado pelo convite, é muita honra para mim.

Já que estamos falando de França, vou aproveitar e fazer o meu merchan. Temos uma página no Facebook dedicada a atualidades, concursos públicos, conhecimentos gerais que se chama profdiogosilva, assim como é meu nome mesmo. Então se a pessoa quiser curtir, vai ter textos de jornal, BBC de Londres, que pode também aprofundar esses temas que conversamos aqui.

[NÉLSON] Dica fantástica, Diogo. Pessoal, a página do Facebook profdiogosilva, entra lá e vai ter acesso a todas essas informações, ver um pouquinho mais sobre essa figura que é o Diogo Silva, vão poder entrar em contato com ele, porque o contato é direto. Temos essa possibilidade de levantar temas, de falar com ele e vai atender todos vocês, assim como está nos atendendo hoje.

[DIOGO]O que é isso, é nossa função, obrigação.

[NÉLSON] Hoje, vamos ouvir o professor Diogo explicando para nós, um pouco sobre uma questão atual, agora de 2015, dois fatos importantes que aconteceram.

Lembram que no começo do ano, em janeiro, houve aquele ataque ao jornal que fez a publicação da charge fazendo críticas, denúncias, ironias a respeito das próprias questões religiosas e depois esse ataque aconteceu em Paris e como nós vimos o ataque a boate, bares, ao próprio estádio de futebol, considerado e orientado, para mim, como sendo espaços profanos, contrários a valores e a morais que acabaram se tornando os alvos na França.

Mas quero fazer, agora, para que dê continuidade e trazer a pergunta que deixei no final do outro programa que é o seguinte: Ataque a França, em Paris, é realmente a vítima? É herói dessa situação? É vilã? Como podemos entender tudo isso que aconteceu lá em Paris, Diogo?

ATAQUES EM PARIS

[DIOGO] Vou fazer um recorte, porque é para tentar atingir, de uma forma bem didática, a compreensão daquele que já ouviu os outros programas, ou que não ouviu, que também pode estar ouvindo pela primeira vez esse bate-papo.

[NÉLSON] Lembrando a todos, que podem ouvir os nossos programas, porque estamos sempre no podcast. Todos os programas gravados por nós, estão lá na página da Rádio Mundial, no podcast, podem assistir, ter acesso aos programas anteriores e vão poder acompanhar essa série feita pelo professor Diogo.

[DIOGO] O Estado islâmico, que é o grande responsável, aquele que reivindica esse e outros atentados, – estamos falando de Paris em 2015 – mas é importante lembrar que reivindicou o avião russo que caiu no Egito, são mais de 200 mortos, atacou um hotel resort na Tunísia, um museu na Tunísia, então são vários atentados promovidos por ele.

O Estado Islâmico nasce em 2014 como fruto de uma divergência entre sunitas e xiitas.

A minoria sunita (que governava o Iraque até a invasão americana de 2013) foi meio que deixada de lado, maltratada pela maioria xiita que foi colocada no poder pelos norte-americanos. Os norte-americanos entenderam que a maioria deveria responder, ou comandar a nação iraquiana.

O fato foi que, infelizmente, – até gostamos mais que a maioria tenha, a democracia diz que é a voz da maioria, mas é importante que essas maiorias respeitem, convivam e administrem as minorias, senão teremos sempre massacres no mundo – tanto o que acontece, por exemplo, na campanha eleitoral americana, agora, é uma crítica dos Republicanos a essa ineficiência dos Democratas e quando se retiram do Iraque e não o deixe acomodado, resolvido, o que acaba acontecendo é que esta minoria (que são os sunitas) fundam o Estado Islâmico, porque não se sentiam legitimadas, acolhidas, tratadas por esse estado iraquiano xiita de maioria.

Eles entenderam que buscando um momento de auge do islamismo, que foi a idade média, onde houve uma grande expansão do islamismo e foi dividido todo ele em califados, resgatam esse momento de glória, de expansão e fundam um califado na fronteira entre o Iraque e a Síria e procuram também se aproveitar neste momento caótico (que vem vivendo desde a primavera árabe, a Síria com um dos maiores genocídios contemporâneos, 300 mil mortos, o país que mais produz refugiados no mundo) se aproveitando disso, o Estado Islâmico nasce ali, em meados de 2014 e nasce inspirado em um profeta medieval, um pensador medieval do islamismo – assim como temos Santo Agostinho, são Tomás de Aquino, eles também tem os seus pensadores, seus intérpretes, homens que pensavam o Alcorão – e se utilizam do que chamamos de extremismo, que é o resgate a essência, o que chamam de pureza da religião, aos dogmas mais firmes, mais radicais, levando quase que ao pé da letra aquilo que foi um livro falado ditado pelo Profeta Maomé, entre 570 e 630. Ora, sabemos que as religiões precisam de interpretação.

Diante disso, constroem uma outra realidade, porque diferente da Al-Qaeda, eles têm terra. Hoje, o território deles é algo parecido com o estado de São Paulo, tem 50 mil pessoas que são ligadas diretamente ao Estado Islâmico e diante disso, usando de um expediente muito contemporâneo também que é a internet, criam uma nova faceta desse terrorismo, de luta.

Vou acrescentar mais um tempero nesse entendimento. O Estado Islâmico tem fonte de renda, dinheiro, porque esta parte do Iraque que acabou ocupando, são regiões que tem petróleo (o Iraque também é um grande produtor de petróleo) então vendem petróleo e há quem compre. Aí tem que ser dito que tem essa história: Eu posso querer vender, mas tem que ter outro que queira comprar.

[NÉLSON] E sempre há, então ninguém está sozinho, existe o outro lado.

Queria falar sobre um fato que você chamou atenção aqui, que é, hoje, esse aspecto da globalização que atende a tantas pessoas, que resolve, nos aproxima, mas vejam também a referência que deve haver, que é o caráter da crítica sempre observando o que pode acontecer.

A presença da internet, agora, ajudando, facilitando essas relações extremistas. A própria relação que vai justificar a interferência do Estado Islâmico lá longe, na França, porque o ataque não veio de lá, do mundo, do Oriente Médio, eles não se locomoveram até ali para realizar esse ataque. Não, de jeito nenhum, nasceu ali, então isso deve ter uma justificativa.

[DIOGO] Então entender o Estado Islâmico, o dinheiro que tem, porque também aí é uma história curiosa, chocou muito ao mundo, não só um atentado terrorista, mas a destruição de sítios arqueológicos lá da antiga Mesopotâmia, porque são tão radicais que entendem que a história começa quando nasce Maomé.

Tudo o que houve antes não tem valor nenhum, então podem destruir, mas, na verdade, quando assaltam esses museus, se tem lá um cálice de ouro, pode saber que guardam e vendem.

[NÉLSON] Algum valor existe.

[DIOGO] É uma fonte de renda, sem contar pedágios que cobram, assaltos, produzem saques, então tem dinheiro para comprar armas.

[NÉLSON] Existe uma ação de promoção das ações, ou seja, promovem os seus atos de violência e extremismo.

[DIOGO] E conseguem com isso ganhar adeptos de outros grupos.

Por exemplo, na Somália tem o Al-Shabaab, que é um grupo que é simpático. N

A Nigéria, em Camarões, tem o Boko Haram que é simpático, então por isso uma coisa que precisa ser dita bem claro: O terrorismo não vai acabar se acabar com o Estado Islâmico. Então temos de entender isso, porque esses outros grupos atuam e vão copiar grande parte dessa ação.

O fato é que esse Estado Islâmico então se identifica com os rebeldes da Síria que também são sunitas e constituem um grupo religioso que tem um território e que quer resgatar aquele momento de sucesso medieval, portanto para o Estado Islâmico, querem retomar todo o Norte da África, avançar pelo Oriente Médio, construir um verdadeiro e enorme califado que seja quase todo o mundo islâmico.

Diante disso encontram simpatizantes em várias partes do mundo – como você estava falando do papel da internet.

A internet resolve a nossa conta bancária, me dá acesso a livros gratuitos, a viagens fantásticas, mas não é uma internet oficial, é aquela mais clandestina. Eles têm rádio, revista, mecanismos de divulgação, técnicos especialistas em mídia de divulgação, então não se trata de gente inocente e radical.

[NÉLSON] Não estamos falando de pessoas primitivas lutando com pedras e paus nas mãos como muitos pensam.

[DIOGO] Essa é uma visão do preconceituoso que fala: "Eu sou civilizado, aquele é o bárbaro," e essa dicotomia só criou problemas ao longo de nossa existência aqui.

Então que fique bem claro, não estou fazendo uma apologia ao Estado Islâmico, estou dizendo apenas que eles têm instrumentos para agir e se aproveitar de um outro episódio que é a chamada Primavera Árabe que explode no mundo em 2010 e vem envolvendo Egito, Tunísia, Líbia.

Hoje, por exemplo, a Líbia, que tem um IDH melhor que o nosso, do Gaddafi, é um dos maiores vendedores de petróleo do mundo, só que também não se entende após a Primavera Árabe, uma grande célula do Estado Islâmico está dentro da Líbia, hoje, está no Egito onde derrubaram um avião.

Qual foi a grande sacada do Estado Islâmico?

Perceber que havia uma instabilidade política na Síria, Tunísia, Líbia, Egito e no próprio Iêmen, que foram os países que viveram a chamada Primavera Árabe e conseguiram se expandir no momento em que o mundo vive uma grande crise econômica, a crise de 2008 que gerou uma onda de desemprego em jovens. Vou dar um número assustador. Jovens da Europa, o índice de desemprego é da ordem de 50%. De cada dois jovens uma está desempregado.

No outro dia conversando em um programa que gravei aqui, falamos sobre o desemprego no Brasil, que os números são de 8%. Agora, imagine uma média de 50% de jovens.

[NÉLSON] O que se cria dentro desse jovem e quando falamos de jovem estamos falando de jovens provenientes de várias partes do mundo, entre eles, aqueles refugiados dos conflitos que estão acontecendo.

É importante percebermos que, de repente, muito daquilo que está acontecendo em algumas regiões da Europa, principalmente, ela tem sua base ligada também, muito aos conceitos de toda essa expansão, ou seja, dos refugiados que não por serem refugiados se tornam radicais, mas sim pela forma como acabam encontrando o mundo quando saem de seu território.

Em busca de solução para seus problemas, encontram crises econômicas também em outros lugares e ali são discriminados, acabam sendo negligenciados e buscando em dado momento, uma justiça por si só e se tornam alvos fáceis daqueles que querem agir. Fale sobre isso para nós.

[DIOGO] Sempre houve migração para Europa. Óbvio que 2015 é um ano assustador, mas quando acaba a Segunda Guerra, e quando tem lá o Welfare State, que é o estado do bem-estar social nos anos 60, 70, o Oriente Médio, o africano sempre procurou a Europa, tanto que quando vemos o time de futebol da França, da Inglaterra, não é aquele loirinho de olho azul.

[NÉLSON] Sim, vemos muito afrodescendentes lá, ou seja, que foram de lá.

[DIOGO] Tem aquela máxima que diz assim: "Avô imigrante, filho nativo, neto terrorista.".

Se é possível brincar com isso, mas dizendo que nessas três gerações, primeiro o cara chegou, montou sua lojinha, trabalhou. O filho nasceu ali, batalhou. Agora, esse neto, quem é ele?

Esse neto é o cara, muitas vezes descendente de imigrante, – não estou falando desse que chegou em 2015, depois podemos falar um pouquinho, mas aquele que já mora lá, na Bélgica que é um país que deve ser um pouco a Suíça, fala várias línguas, tem a sede da União Europeia, então a Bélgica tem facilidades que permite a entrada desses caras e a organização deles – então esse cara que mora na periferia de Paris, de Londres, de Berlim, não consegue emprego.

[NÉLSON] Está desempregado, fora de seu país, ou melhor, é recente ali, mas é uma pessoa sem perspectiva.

[DIOGO] Vai para a escola e ela não transforma a vida dele. Vários relatos da escola produzindo nesse descendente islamofobia, perseguindo esse cara, ele vai tentar conseguir um subemprego de vendedor de rua.

Ora, o que o Estado Islâmico faz?

Encontra nesse cara um que tenha uma identidade com a religião (porque ele já é de origem islâmica) e que tende a ter uma simpatia por esse extremismo, porque o Estado Islâmico, diferente de outros grupos terroristas ou a Al-Qaeda, tinha preferência por treinar as pessoas da Al-Qaeda, o curso de como atirar, de como usar aquele armamento pesado.

O Estado Islâmico pega esse jovem, dá uma mulher em casamento para ele, dá um salário, valoriza ele, dá dignidade pensando no que não tem, dá patente militar, então esse cara tende, naturalmente, a ter uma simpatia e não precisa ir para a fronteira entre Síria e Iraque para morar no Estado Islâmico.

Com acesso à internet cria a sua indignação, a sua simpatia e produz esse atentado.

O que é o Charlie Hebdo?

Ele pegava a imagem do Profeta Maomé e satirizava. Maomé, na religião islâmica, não pode ser representado, aliás, não representam ninguém, nem Maomé nm Jesus, então representar o profeta já é entendido como profano.

Esses jovens produzem ataques na França – aí eu acho que ela tem um pouco de vilã nessa história – que não cuidou dessa periferia, desse desemprego e que abraçou o ataque ao Estado Islâmico.

A França que é a nação europeia com o maior número de descendentes de islâmicos, acaba sendo o país da dita liberdade, do Iluminismo, inclusive Paris é vista como uma cidade que não é muito religião, pegando uma herança do mundo laico que a Revolução Francesa propôs, Paris acaba sendo um alvo.

Agora, não esqueçamos que Paris vende armas, está na OTAN, na colisão atacando o Estado Islâmico. Ora, tendo a Bélgica como vizinha que temsuas facilidades, que é uma Suíça aí.

[NÉLSON] França e Bélgica estão ali grudadinhas, então o que vemos são os conflitos acontecendo, esses problemas todos se desenvolvendo, mas só que existe responsabilidade e é isso que nós temos que trazer.

Não existe nenhum dos envolvidos nesse conflito absolutamente isentos, como vítimas. Não estou dizendo que aqueles que morreram são culpados, não é nada disso, o que estou dizendo é que existe responsabilidade, as pessoas têm responsabilidade.

[DIOGO] Envolvimento que acabou repercutindo na morte de inocentes.

Sofro aqui, senti, acho que todo mundo ficou deprimido, ficou triste quando viu e pensou: "Poxa vida, o que uma pessoa inocente tem a ver com isso, estando no Bataclan, ali no restaurante.". É inaceitável como prática humanista.

Agora, convidando a tentar fazer uma leitura a contrapelo que envolva outros ingredientes, para além somente do sensacionalismo, porque acho que tem que ter, mas também tem que ter outros ingredientes.

[NÉLSON] Bom senso, moderação.

[DIOGO] Nunca entrou tanto refugiado na Europa como agora, 800 mil. Uma crise humanitária assustadora que também temos que olhar para isso no mundo.

[NÉLSON] Se não olharmos para isso, o que esperarmos?

[DIOGO] Novamente um aumento da periferia negligenciada, não respeitada, que vai sofrer intolerância religiosa, perseguição, islamofobia e essa bola de neve só cresce.

Agora, que entendemos que a estratégia desses grupos é, realmente, criar o terror, é muito possível, não vou ficar fazendo especulação, porque o historiador conta do passado, mas imagino que no meio dessa onda de imigrantes não pode ter preconceito contra esse imigrante, mas que vão plantar alguém ali no meio que é fácil de colocar.

[NÉLSON] É fácil de colocar, influenciar, principalmente quando vê pessoas carentes, com necessidade, tendo de se apegar a alguma coisa e ao mesmo tempo sendo discriminado por uma série de fatores. Quando é abraçado por alguém, acaba criando essa paixão e acaba se tornando uma ferramenta nas mãos de quem está mal-intencionado.

[DIOGO] Essa história não acabou, ainda vai longe. Não estou dizendo nosso bate-papo aqui, estou dizendo esse conflito religioso e repito: Não adianta matar um líder, bombardear o Estado Islâmico. O terrorismo é algo muito maior que tem de ser pensado junto com a questão econômica. A questão econômica, macroeconômica, sempre é um pano de fundo fundamental para isso aí.

[NÉLSON] Fantástico, foi uma grande felicidade receber aqui o professor Diogo Silva dando esses esclarecimentos. Garanto a vocês, podem ter certeza, vamos trazê-lo de volta aqui com novos temas para abrilhantar esse nosso programa. Muito obrigado, Diogo.

[DIOGO] Muito obrigado pela oportunidade. Prof. Diogo Silva é a página no Facebook, se quiser conhecer um pouco mais a minha história, dos meus babados, é lá que vai encontrar. Obrigado pelo convite. Parabéns pelo seu programa, acho que acertou em cheio, essa sua brilhante ideia de cuidar das pessoas.

[NÉLSON] Nossa ideia é essa, acertar é humano, é isso que estamos tentando fazer também. Um grande abraço a todos. Até a nossa próxima quinta-feira. Um grande abraço, Evaldo Ribeiro, ouvinte, de nossa Rádio Mundial. Até mais.

♪ [tema acertar é humano] ♪

Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

Outros Podcasts

017 - Programa Acertar é Humano: de 12/06/2014

#017

No Programa Acertar é Humano do Dia dos Namorados os apresentadores Sulivan França e Nélson Sartori discutem o tema "Relacionamentos". Qual o significado do namoro para a geração de hoje? O que são os relacionamentos superficiais? Como os pais tratam as relações dos seus filhos? Para finalizar o programa o master coach Sulivan França deixa uma reflexão que envolve o Dia dos Namorados e o início Copa do Mundo!

016 - Programa Acertar é Humano: de 05/06/2014

#016

No primeiro programa do mês de junho os apresentadores do Programa Acertar é Humano falaram sobre o tema "Marketing Pessoal e os Níveis de Linguagem", a importância da apresentação da pessoa como profissional. Na "Dica do Professor" Nélson Sartori tirou uma dúvida de um ouvinte e o tema foi o uso "de encontro a/ao encontro de". E no "Minuto de Coaching" o master coach Sulivan França deixou perguntas para a reflexão do ouvinte.

015 - Programa Acertar é Humano: de 29/05/2014

#015

No Programa Acertar é Humano do dia 29/05, o professor Nélson Sartori abordou o tema "Contexto", e como esse conjunto de circunstâncias é interpretado pelas pessoas. Conheça o contexto da verdadeira história de "Chapeuzinho Vermelho". E na "Dica do Professor" Nélson Sartori falou sobre o cuidade que se deve ter ao usar o pronome "seu". E para finalizar o professor deixa a pergunta do "Minuto do Coaching" para o ouvinte refletir.

014 - Programa Acertar é Humano: de 22/05/2014

#014

No dia 22/05, Sulivan Fança e Nélson Sartori falaram sobre "Valores". Quais são os valores da sua vida? O que norteia as suas atitudes? Os valores estão ligados diretamente com as ações e metas da pessoa presentes no dia a dia de cada um. Como você trabalha seus valores hoje? Na "Dica do Professor" Nélson Sartori abordou o uso correto das aspas. E, para finalizar o programa o master coach Sulivan França lança perguntas para reflexão.

013 - Programa Acertar é Humano: de 15/05/2014

#013

Os locutores do Programa Acertar é Humano abordaram no dia de 15/05 um assunto polêmico que é a "Reforma Ortográfica", o que é, o que representa para a nossa língua e o impacto dessa mudança no dia a dia do brasileiro. Na "Dica do Professor" Nélson Sartori falou sobre o uso do verbo pisar. E no final do programa Sulivan França deixa duas perguntas para o ouvinte refletir durante a semana.

012 - Programa Acertar é Humano: de 08/05/2014

#012

Na quinta-feira, 08/05, o tema que foi abordado pelo Programa Acertar é Humano faz parte de um importante exercício realizado dentro de um processo de coaching "Crenças e valores". Essa questão pode ter tanto impacto positivo na vida de uma pessoa, auxiliando na busca de um objetivo, quanto negativo, impulsionando para o lado oposto e destruindo perspectivas, seja na área pessoal ou profissional. Durante a abordagem do tema os locutores Sulivan França e Nelson Sartori fizeram um exercício de reflexão sobre crenças que podem gerar um estado negativo boicotando o alcance de uma meta. Na segunda parte do programa, na "Dica do Professor", Nélson Sartori falou sobre a diferença entre "se não" e "senão". E para finalizar, no "Minuto do Coaching" o master coach Sulivan França deixou uma reflexão sobre crenças para os ouvintes.

011 - Programa Acertar é Humano: de 01/05/2014

#011

No programa do dia 1º de maio os apresentadores Sulivan França e Nélson Sartori abordaram um tema relacionado ao Dia do Trabalhador,"A relação dentro do ambiente de trabalho e o poder da persuasão". Dentro desse tema foi discutido o papel e a competência do líder na harmonização do ambiente e a habilidade de conviver com as pessoas de forma carismática. Na "Dica do Professor" Nélson Sartori falou sobre "O uso correto do 'há' com H". E no fim do programa o master coach, Sulivan França, deixou uma pergunta desafiadora para o ouvinte.

010 - Programa Acertar é Humano: de 24/04/2014

#010

No Programa Acertar é Humano de 24/04, os apresentadores Sulivan França e Nélson Sartori abordaram o tema "Relações Interpessoais", e a importância de nos relacionarmos bem com as pessoas do meio em que vivemos. A questão da autoestima e da simplicidade ao nos comunicarmos também foram citadas. Na "Dica do Professor", Nélson Sartori falou sobre a "Lógica da Linguagem". E para finalizar, o Master Coach Sulivan França, lançou uma reflexão para os ouvintes no "Minuto do Coaching".

009 - Programa Acertar é Humano: de 17/04/2014

#009

O Programa Acertar é Humano do dia 17/04, faz um alerta sobre o que é e o que não é um processo de coaching. O Master Coach, Sulivan França, dá cinco dicas que ajudam a identificar quando o coach (profissional que aplica o coaching) é ou não um verdadeiro profissional da área. Esse tema discute um assunto importante, sendo que, hoje no Brasil, devido ao crescimento desse mercado, muitos se passam por profissionais de coaching, quando na verdade, não têm nenhuma formação para tal atividade. Outro alerta é sobre as instituições que oferecem curso de formação em coaching, com instrutores que não têm nenhuma ou pouca experiência na área e, muitas vezes, oferecem metodologia abusiva. Na "Dica do Professor", Nélson Sartori, fala sobre "A lógica da estrutura da escrita de algumas palavras". Para finalizar, no "Minuto do Coaching", Sulivan França, deixa uma reflexão para os ouvintes.

008 - Programa Acertar é Humano: de 10/04/2014

#008

O programa terminou com o Master Coach Sulivan França utilizando duas perguntas poderosas sobre o poder das palavras na mobilização positiva de sua programação de vida.

007 - Programa Acertar é Humano: de 03/04/2014

#007

No Programa do dia 03/04, os apresentadores Sulivan França e Nélson Sartori abordaram um tema considerado polêmico, "Como entender as necessidades futuras do país com profissionais qualificados". Durante o debate também foi discutido a questão da educação e o processo de desenvolvimento do aluno. Na "Dica do Professor", Nélson Sartori, falou sobre "Lógica do Raciocínio" na forma de expressão da Língua Portuguesa. E o Master Coach, Sulivan França, lançou para os ouvintes, como tema do Minuto do Coaching, uma reflexão sobre a educação.

006 - Programa Acertar é Humano: de 27/03/2014

#006

No programa do dia 27/03, Sulivan França e Nélson Sartori falaram sobre “Os 5 sinais de que o empreendedor não sabe delegar tarefas”. Os apresentadores comentaram como isso pode afetar os resultados das organizações. Em seguida, o professor Nélson Sartori falou sobre a concordância gramatical, na “Dica do Professor”. E, para finalizar, no “Minuto do coaching”, o Master Coach Sulivan França deixa a pergunta da semana para o líder empreendedor refletir.

005 - Programa Acertar é Humano: de 20/03/2014

#005

No programa do dia 20/03 Sulivan França e Nélson Sartori falaram sobre os 5 erros que profissionais geniais podem cometer no trabalho. Apesar da genialidade existem situações em que o profissional deve ficar atento perante o ambiente corporativo. Nélson Sartori também dá a “Dica do Professor” falando sobre as diferenças entre o “há” e o “a”. Para finalizar o Master Coach Sulivan França lança perguntas no Minuto do Coaching.

004 - Programa Acertar é Humano: de 13/03/2014

#004

Neste programa foi abordado o tema sobre as gerações: baby boomers,Y, X e Z e os diferentes comportamentos de cada uma dessas gerações. Sulivan França e Nélson Sartori ainda comentam o relacionamento entre as pessoas de diferentes gerações dentro do contexto corporativo e no relacionamento entre pais e filhos. No momento “Dica do Professor” Nélson Sartori fala sobre o cuidado ao usar a palavra “onde”. E por fim, o Master Coch Sulivan França lança no Minuto do Coaching uma questão para reflexão.

003 - Programa Acertar é Humano: de 06/03/2014

#003

No programa do dia 06/03 Sulivan França e Nélson Sartori falaram sobre o universo da Comunicação Empresarial no ambiente corporativo e sobre a importância do domínio da Língua Portuguesa para o sucesso das relações pessoais e comerciais. O Professor Nélson Sartori ilustrou os problemas com a Língua portuguesa com a sua tradicional charge no momento da dica do professor e o Master Coach Sulivan França lançou mais uma vez seu desafio com questões poderosas no Minuto do Coaching.

002 - Programa Acertar é Humano: de 27/02/2014

#002

Nesse programa, Sulivan França e Nélson Sartori abordam a questão sobre o conceito de o que é e o que não é coaching. São mostrados os 3 pilares básicos desse trabalho e além de ilustrações das diferentes formas de atuação do profissional do coachig.

001 - Programa Acertar é Humano: de 20/02/2014

#001

No momento da dica do professor, foi apresentada a questão do comum no uso equivocado da preposição “para”. O programa terminou com a proposta ao ouvinte de duas questões de avaliação pessoal dentro da dinâmica do “life coaching”.

Programa Foco e Gestão com Sulivan França

De segunda a sexta
9:00 - 18:00

+55 (11) 3670-1770

info@slacoaching.org

Av. Francisco Matarazzo
1400 - SP

Sociedade Latino Americana de Coaching

+55 (11) 3670-1770
info@slacoaching.org

São Paulo - Brasil
Centro de Treinamento
Av. Francisco Matarazzo, 1.350
Água Branca - Cep: 05001-100
São Paulo - Brasil
Sede Administrativa
Av. Francisco Matarazzo, 1.400
Água Branca - Cep: 05001-100
CNPJ: 15.229.739/0001-47
Santiago - Chile
Oficina
Suecia 42, Oficina 02
Teléfono: +56 2 2632 5042
Lima - Peru
Oficina
Plaza Ricardo Palma 107 - San Borja
Teléfono: +51 980 037 494
Cartagena - Colômbia
Oficina
Cr 3 6A Esq. Ed. Jasban 407 - B/Grande
Teléfono: +57 5 655 03 01

Conteúdo Registrado ®
Todos os Direitos Reservados
Cópia Proibida.