Não importa o tamanho do seu talento se você é incapaz de fazer parte de uma equipe!

Vivenciamos nesses últimos dias o evento mais importante do futebol:  A Copa do Mundo de 2018 que nesse ano foi sediada na Rússia. É sempre uma comoção mundial entre países, participantes ou não, e suas apaixonadas torcidas, à espera do Campeão. Temos sempre a oportunidade de conhecer a cultura do país anfitrião, seus pontos turísticos e hospitalidade. Mas algo nessa edição conseguiu chamar mais a atenção de todos: seleções favoritas sendo eliminadas precocemente, quebrando paradigmas e gerando muitos debates a cerca dessa questão.

Além de bons resultados é esperado por todos os espectadores um belo espetáculo proporcionado pelo esporte mais popular do mundo. Seleções tradicionais que colecionavam títulos e boas campanhas na sua história pousaram em solo Russo com o peso do favoritismo e auto superação. Algumas embaladas pela genialidade de seus grandes talentos que, no decorrer no campeonato, foram ofuscados pelo baixo desempenho e, como consequência, sofreram com a tão repetida frase: It´s Coming home (Está voltando para casa).

Afinal, o que Houve?

No futebol, na vida ou no mundo corporativo a regra é a mesma. Não basta ser um talento se dermos mais importância para o Eu do que para o Nós. Uma grande equipe é formada por talentos complementares. O problema surge quando cada um de nós começa a valorizar demais o seu em detrimento dos outros. No caso do futebol e, especialmente, na Copa do Mundo, o problema se potencializa porque a presença da mídia tende a exacerbar egos e vaidades.

Somente uma entre as trinta e duas seleções levantou a tão sonhada taça, apenas a melhor, a equipe que sendo mais eficiente em suas próprias ações conseguiu atingir o resultado. Essa mesma dinâmica acontece no mundo corporativo: não há como impedir que o seu concorrente produza resultados. A única opção é sendo melhor do que ele na técnica, física e psicológica. Mas quando o ego é bem gerido e a vaidade canalizada de modo inteligente reflete a autoconfiança construída por uma equipe, sem que ela caia na armadilha da autossuficiência.

E se você é um talento, talvez seja o momento para você avaliar sua jornada. Quais são suas metas? E os resultados que têm obtido? Quais ações você poderá realizar para alcançá-las?

A metodologia coaching lhe apoiará nessa e em outras questões essenciais para trilhar o caminho do sucesso! Boa sorte! 

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Greiciele Aparecida da Silva

Quinze anos de experiência em Transporte e ampla atuação na área de relacionamento com o cliente, com vivência em gerenciamento, desenvolvimento e implantação de grandes projetos. Atuei também na Indústria - experiência que contribuiu muito para o desenvolvimento de uma visão sistêmica do mercado, pois complementa minha trajetória profissional que era apenas no Serviço e agora também com Produto.