1. Ao tentar falar inglês, o coachee corre o risco de assumir a postura de aluno, e o coach, a de professor.

2. O coachee tende a se concentrar mais em sua performance linguística a expor aquilo que realmente precisa dizer, fazendo-o, assim, perder o foco com facilidade.

3. O coach sofrerá a terrível tendência que todo professor tem de analisar a performance linguística do coachee, tornando a sua escuta atenta defasada.

4. Se a meta desse coachee for falar inglês, o coach, por ser professor de inglês, ficará tendencioso a enche-lo de conselhos, ou induzi-lo, uma vez que ele tem todas as dicas que poderá ajudar o coachee a se desenvolver nessa área. Sendo assim, o risco de uma sessão de coach se transformar em mentoring é enorme.

5. E por último, mas não menos importante: A gente expressa melhor os sentimentos quando falamos a nossa língua materna. Mesmo que você consiga se expressar com fluência uma necessidade ou sentimento, estudos comprovam que para falar as coisas do coração, o seu idioma é o melhor.

Enfim, essa experiência, me abriu os olhos para um mercado frutífero e promissor: o da necessidade de falar inglês fluente para atender clientes estrangeiros morando em nosso país. Já pensou sobre isso? Além de dominar o idioma, é necessário ter as perguntas certas nesse idioma, sem tradução barata. É preciso treinar a sua habilidade de treinar a escuta atenta em um outro idioma e, acredite em mim, para isso é preciso não apenas conhecimento linguístico, mas principalmente cultural, para que o rapport aconteça. Um simples gesto culturalmente diferente pode fazer com que você perca a confiança do cliente.... ou a ganhe de vez!

Então Coach, DO YOU SPEAK ENGLISH? Que tal aprimorar suas habilidades linguísticas para atender a clientes de outros países? Precisando de ajuda, já sabem a quem procurar!



Informamos que esse texto é de inteira responsabilidade da autora identificada abaixo.

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Gleyce Campos Rezende

Life Coach

Sou professora de inglês e tenho um projeto diferenciado cuja a proposta é encorajar alunos de todas as idades a aprender inglês sem medo de falar. Para isso, levo em consideração as habilidades dos alunos e suas múltiplas inteligências. Tenho experiência vasta, inglês fluente e experiência em ambientes multiculturais, tendo lecionado no Japão e Mongólia. Dou aulas personalizadas particulares.