A felicidade é algo que passamos a vida buscando e quando nos damos conta, o tempo passou, olhamos para trás e vemos que tínhamos condições e não agimos em nosso favor. Por isso, continuamos não aproveitando o presente e vivemos acreditando que falta algo para atingirmos a nossa felicidade profissional. Isso é comum, pois apesar de desejarmos esse sentimento supremo, o maior impedimento está em nós mesmos. Mas por que isso acontece?

Quando paramos para entender que a felicidade depende exclusivamente de nós e potencializamos os aspetos positivos da nossa vida, ou seja, em vez de colocarmos nossa felicidade profissional nas mãos da empresa ou do chefe, acreditando que atingiremos a felicidade apenas através de uma promoção de cargo, aumento salarial e reconhecimento de alguém. Nos tornamos mais suscetíveis a um processo de autossabotagem mental que nos leva a uma sensação de “corte” no acesso à plenitude, causando muitas vezes a sensação de impotência e de vazio. 

Tal impedimento é capaz de nos bloquear de seguirmos adiante! Por consequência, torna-se um hábito os pensamentos negativos do tipo: “Não sou capaz! Não consigo! Não é possível conquistar isso!” passam a fazer parte da rotina do trabalhador, alimentando um ciclo de tristeza e frustração. O trabalho de reconquista da confiança deve, então, desafiar esses pensamentos. Os quais devem ser substituídos pelos positivos - “Eu consigo! Vou dar o meu melhor! Vou seguir em frente! Se eu cair, levantarei e continuarei!” Aí é que está o caminho para a promoção da felicidade profissional e o desenvolvimento do bem-estar. É preciso treinarmos para sermos felizes!

Imagino que haja neste momento tantos profissionais competentes no mundo, se dedicando, gastando energia, tempo e esforço com a expectativa de serem reconhecidos pelas empresas, pois acreditam que só assim serão verdadeiramente felizes. Contudo, estão procurando a felicidade profissional no lugar errado, pois dar ao outro a responsabilidade por nossas realizações é um ato de omissão para consigo e com o outro. Primeiro porque esse “outro” nunca poderá arcar com todas as nossas expectativas, ainda que queira fazê-lo. Em segundo lugar porque isso anula sem que percebamos todas as nossas chances de trilharmos novos e empolgantes caminhos! Esses são os profissionais que poderão vir a desenvolver sintomas de ansiedade ou de depressão de causa laboral.

Mas há uma saída para evitarmos toda esta frustração! Você já pensou em quantas vezes investiu realmente em níveis mais altos em sua carreira, em quanto você foi dedicado aos estudos e trabalhou até mais tarde. Você reconheceu seu empenho? Parabenizou-se? Orgulhou-se? Recompensou-se? Lembre-se de que a felicidade está em um único lugar: em VOCÊ. Acredite que você é responsável por tudo que acontece com você. Se quer resultados diferentes, precisará agir diferente. 



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