Em entrevista para o jornal Folha de S. Paulo, o presidente da SLA Coaching – Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França, fala sobre a procura de coaches pela população de renda mais baixa. Sulivan também comenta sobre o aumento na procura de formação em coach por mulheres.

Matéria da Folha de S. Paulo 

Sucesso na classe A e no mundo corporativo, o "life coaching" –ou consultor para a vida– chegou à população de baixa renda. Diaristas, trabalhadores que ganham pouco mais de dois salários mínimos e até boias-frias fazem parte da nova clientela.

O coach pode ser definido como um tutor, cujo papel é preparar o aconselhado para atingir metas e objetivos pessoais ou profissionais.

Esta nova fatia do mercado, com menos dinheiro, é formada em sua maioria por mulheres e tem um desejo comum: qualidade de vida e um futuro com mais realizações.

"Estão descobrindo que coaching não é só para quem tem dinheiro", diz Madalena Costa, que atua em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) há dois anos. Três em cada dez de seus clientes têm renda de R$ 1.600 a R$ 2.500.

Rafaella Rímoli, 25, se encaixa nesse perfil. Ela decidiu contratar a coach há um ano. "Estava começando meu trabalho como artista e precisava de ajuda para colocar para fora tudo o que eu tinha dentro de mim", afirma.

Com Madalena, traçou metas, revistas ao longo do processo de um ano e seis meses. Um dos resultados foi lançar o livro de poesias "O Haver Flor" (editora Coruja).

O contrato com o coach dura de dias a anos. O ideal, para Sullivan França, presidente da Sociedade Latino-Americana de Coach, é que não passe de alguns meses. A sessão de uma hora pode variar de R$ 100 a R$ 3.000.

Rafaella Rímoli, 25, se encaixa nesse perfil. Ela decidiu contratar a coach há um ano. "Estava começando meu trabalho como artista e precisava de ajuda para colocar para fora tudo o que eu tinha dentro de mim", afirma.

Com Madalena, traçou metas, revistas ao longo do processo de um ano e seis meses. Um dos resultados foi lançar o livro de poesias "O Haver Flor" (editora Coruja).

O contrato com o coach dura de dias a anos. O ideal, para Sullivan França, presidente da Sociedade Latino-Americana de Coach, é que não passe de alguns meses. A sessão de uma hora pode variar de R$ 100 a R$ 3.000.

Mas, para atender o novo cliente menos endinheirado, há profissionais que cobram o valor mínimo por mês.

Ludka Abdala, que orienta mulheres há 14 anos, cobra até R$ 200 por mês de quem tem renda baixa. "Mulheres querem atenção, ouvido." Segundo ela, do total de clientes, 20% pagam esse valor.

A diarista Maria de Lourdes Costa Ferreira, 44, procurou Ludka em meio a uma crise emocional. Com depressão, ela não saía mais de casa e chegou a desenvolver um distúrbio alimentar.

O trabalho aliou conversas com expressão corporal e dança. "Percebi coisas em mim que nunca havia notado. Hoje, dedico mais tempo a mim."

O aconselhamento também pode ser em grupo, como ocorreu com cortadoras de cana de uma usina em Serrana (313 km de São Paulo), que tiveram consultoria baseada em psicodrama.

O objetivo foi levar orientações para que os boias-frias melhorassem as relações em casa, no trabalho, com amigos e nas tarefas cotidianas.

Experiente em coach para pessoas de baixa renda, Anna Zaharov, autora do best seller "Caminhos Para Transformação da Carreira e da Vida Pessoal", disse defender a cobrança, mesmo simbólica.

Fonte: Folha de S. Paulo



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