Pare e abra a sua mente para todas as sensações, ideias e insights que você poder ter nesse momento. Por algum tempo seja exclusivamente “seu” e analise esse universo único. Perceba-se em cada situação, no trabalho, entre amigos, em casa, lembre-se das pessoas que geralmente estão contigo, os locais que costuma frequentar, e dentro dessa busca tente encontrar sobre o que você costuma falar.

Isso feito, você precisa certificar-se sobre o conteúdo e para identificar se o que você fala está baseado em constantes reclamações lembre-se das reações e dos comentários dessas pessoas que você resgatou anteriormente, quando efetuava essa autoanálise.

O impacto sobre o que você fala certamente gera alguns ruídos como, por exemplo, “nossa como você reclama?” ou “mas o dia não está assim tão frio!”

Seja honesto contigo e responda sobre o que passou aí por sua cabeça, o quanto de fato o motivo era ou é louvável para tanto murmúrio e o quanto você é responsável por esses fatos?

O que você ganha reclamando? O poder de transformar a situação? Algum resultado positivo? Ou você reclama por puro hábito, ou para puxar assunto?

Esse hábito negativo não é notado por quem o pratica, esse comportamento está tão arraigado que os “reclamões” seguem de reclamação em reclamação sem notar.

Reclamar gera uma atmosfera tão negativa que impede que a roda da sua vida gire, e com isso até o que chegaria para mudar a sua vida, não chega. As pessoas começam a evitar a sua presença.

Convido você para fazer um teste, que vai mudar muita coisa ao seu redor! Diga sim para você pense, pense e repense novamente antes de falar, analise se o que vai dizer é algo que será benéfico, ou se é apenas uma murmuração sem sentido.

Crie uma autoanálise constante e esteja pronto para ver o sorriso se depositar no seu rosto, a leveza na sua alma e uma infinita paz no seu coração, o novo se fará presente, suas idéias fluirão melhor. Reclamar freia sua vida, seus sonhos. Solte o freio e prepare-se para alças novos vôos.



Informamos que esse texto é de inteira responsabilidade da autora identificada abaixo.

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Vanessa Correa de Oliveira