É da natureza humana funcionar no "automático" e na "zona de conforto". Essa forma de funcionar é estruturada com os valores, crenças e necessidades de cada pessoa - e nem sempre as pessoas percebem que agem de determinada forma para atender seus valores, crenças e necessidades. O que a crise faz é tirar o indivíduo da zona de conforto e mostrar que só funcionar no automático mantém a situação como está - em geral com dificuldades. Se o indivíduo ficar só pensando nas dificuldades e nos problemas, não sobra espaço na mente para que surjam novas ideias, ou "insights". O mais adequado é voltar a mente para o "estado desejado" e colocar a mente para trabalhar na busca dos recursos, internos e externos, necessários para chegar-se lá. É importante responder as perguntas "quem sou?" e "quem serei?".

Um segundo passo é tentar reconhecer os valores, crenças e necessidades que regem o seu dia a dia - e essa é a parte mais difícil, pois o funcionar no automático não nos dá consciência do porque agimos de determinada forma. Esse reconhecimento dará permissão e motivação para que efetivamente se possa tomar as ações necessárias às novas empreitadas - isso responde o "porquê" faremos algo. O passo seguinte é saber "como?", para obter-se a estratégia necessária. Em seguida deve-se responder "o que será feito?" para determinar as "ações" a realizar. E por fim, é necessário determinar prazos e locais para as ações, para que fique claro "quando" e "onde será" feito. Escrever tudo isso é relativamente simples, o difícil é implementar. A dificuldade estará diretamente ligada ao seu perfil comportamental e suas competências - que tal conhecê-los?

Isso tudo pode ser muito difícil de fazer sozinho, a "crise" entra como uma outra "entidade" para dar um empurrãozinho - o problema é que às vezes o empurrãozinho é para trás e não para frente. Existem várias opções para que você tome consciência de "como você funciona" e como aprimorar-se para seguir adiante com boas conquistas, mas uma das mais aclamadas nas últimas décadas tem sido o Coaching, que não diz a você como chegar na meta desejada, mas desenvolve seu potencial para que você mesmo faça suas conquistas.

Sucesso!!!



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Edgar Amorim Junior

Executive Coach

Master Coach, Pós-graduado em Sócio-psicologia, MBA em Administração de Negócios, Engenheiro Eletrônico e Professor de Coaching no MBA de Gestão de Pessoas da UNASP. É sócio da empresa Amorim & Pimentel Consultoria e Treinamento - www.amorimepimentel.com.br