Aquela área da sua vida que necessita de mudança imediata, é resultado do acaso, de seus valores ou de crenças limitantes?

Hoje lembrei-me da música “Somos quem podemos ser”, dos Engenheiros do Hawaii, na qual o grande poeta Humberto Gessinger tenta transmitir o sentimento de quem descobre que nem tudo o que acreditava ser verdade de fato merecia esse crédito. É um choque, eu sei, para muitas pessoas, deparar-se com evidências que destroem conceitos, regras ou até mesmo valores carregados por uma vida inteira.

Situações assim afligem a muitos, afinal, podemos afirmar sem muita dificuldade que nosso sistema educacional, e até mesmo as famílias em geral, não costumam ensinar os pequenos a terem pensamento crítico – e com crítico quero dizer a capacidade de ponderar e investigar qualquer informação antes de tomá-la como verdade. Ir além do óbvio, buscar o significado e provar as bases que sustentam o conceito e sua aplicação. Porém, dizem pra nós que “é assim e pronto”, sobre os mais diversos assuntos, e lá vamos nós perdendo aquela curiosidade infantil que nos faz investigar as coisas para entender como funcionam. Não demora pra que a maioria acabe por absorver, obedecer e repetir “automaticamente” aquilo que vimos e ouvimos durante boa parte da vida.
Uma rápida revisão nos seus sonhos não realizados pode mostrar lá na estrada que conduz à realização algumas placas dizendo “você não pode”, “ninguém em nossa família/cidade/classe consegue isso”, “você não faz nada que preste”, entre outros “certezas” que foram assimilados a partir de palavras de pessoas que tem nosso afeto e admiração.
De outra forma, mas com as mesmas consequências, é bem possível que alguma experiência vivida, algum fracasso numa tentativa ou algo que machucou de alguma forma, possa ter criado ou reforçado essa impressão de que “realmente, isso não é pra mim. Bem que me disseram…”.
Voltando aos Engenheiros, fico me perguntando o que se passava na mente do compositor quando sintetizou sua obra nos versos “somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter”. Há quem pense que ele sentencia as coisas como já são, que você já é o que pode ser, então conforme-se; mas honestamente prefiro crer que trata-se de uma provocação para que o ouvinte sonhe os sonhos que puder e encontre sua plenitude na realização de suas metas. A verdade é que quem não sonha, não realiza. E como disseHenry Ford, grande realizador das coisas que sonhou:
“Se você pensa que pode, ou se pensa que não pode, de qualquer modo está certo.”
Veja como há crenças que podem nos levar à realização e outras que podem simplesmente ser como pedras pesadas amarradas aos nossos pés quando a possibilidade de voar surge adiante. Como sabemos, não é uma tarefa fácil identificar essas crenças e escolher dentre elas apenas as que nos fazem bem. Mas chega um momento em que você precisa escolher, ou passará a vida lamentando-se pelo que poderia ter se tornado, mas que ficou apenas nos sonhos.
Mas estou aqui pra dizer que há esperança! Uma forma altamente eficaz de realizar essa transição é pelo processo de coaching, pelo emprego de técnicas e métodos compartilhados para que você saia do sonho para a ação e torne-se a melhor versão de si mesmo, alinhando valores, crenças, projetos e realização pessoal. Um caminho totalmente novo pode abrir-se quando aplicamos a máxima do “conhece-te a ti mesmo”. Um exame honesto e profundo das forças que te movem podem te redirecionar para os resultados que você mais deseja, em qualquer área da vida.
Está disposto? Será que você pode cantar livremente o verso dessa canção que diz:
Um dia me disseram
Quem eram os donos da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem essa prisão
Pela liberdade de ser tudo o que você sonha de mais sublime, conte comigo!
Um forte abraço, até a próxima.



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