PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#073

O professor e apresentador, Nélson Sartori, fala neste programa sobre "juventude eterna". Como as pessoas têm tratado esse tema como um sonho, um desejo, que, muitas vezes, pode trazer sérias consequências.

073 - Programa Acertar é Humano: de 18/02/2016

Programa Acertar é Humano (18/02/2016)


Nélson Sartori e Sulivan França
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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.


[NÉLSON]
Olá, minha gente. Bom dia a todos. Professor Nélson Sartori, mais uma vez aqui com vocês, desejando a todos uma belíssima quinta-feira. Um grande abraço ao meu amigo e irmão, Evaldo Ribeiro, sempre presente, animado, dando aquela força para todos que vêm aqui trabalhar. Uma grande honra, um grande prazer sempre estar aqui junto com esse meu amigo, sempre com um sorriso no rosto — parece uma entidade eterna que nós vemos aqui. 

E é justamente inspirado nisso (não no Evaldo Ribeiro, lógico, essa entidade eterna) que hoje eu vim trazer um tema aqui para a gente poder falar, até mesmo debater um pouquinho, porque é um assunto que muitas vezes intriga as pessoas, traz-se como uma preocupação. Falamos isso daí porque faz parte da natureza humana, que é essa questão da juventude eterna, o sonho, o desejo da juventude que acaba se tornando muitas vezes a preocupação para algumas pessoas, até sérias.


A JUVENTUDE ETERNA

Não entendo muito bem o tamanho da seriedade disso para cada um. Eu sei o que representa para mim, é lógico. Aos meus 53 anos, sinto bastante diferença quando, pela manhã, me levanto e coloco o pé no chão. A primeira coisa que sinto, que penso é na verdade na dor que estou sentindo. Por quê? O desgaste natural. Não que isso represente velhice, mas só que percebemos a mudança das características em nosso corpo com o passar do tempo. 

É aquela dor no corpo, é aquele sono menos tranquilo, acabam surgindo preocupações que antes não eram tão intensas em nossa vida porque tínhamos uma perspectiva sempre futura grandiosa e em dado momento da vida (vai, falo da minha experiência hoje) vivemos o momento presente, porque a nossa perspectiva de futuro foi chegar aqui hoje. E aí muita gente não consegue avaliar bem aquele momento em que vive.
Ele trabalha com um saudosismo muito grande e daí é que surge um sonho ─ que é bastante estimulado pela ciência ─ que é o sonho da eterna juventude, da vida eterna.
As pessoas acreditam ser possível aumentar a longevidade. 

Também acredito nisso. Acredito que a ciência certamente vai melhorar a nossa qualidade de vida com transplantes, principalmente medicamentos mais eficientes, a descoberta de vacinas e de soluções para algumas causas que doenças que hoje têm levado muita gente a óbito, como é o caso do câncer, que acredito que em bem pouco tempo deve surgir como cura em todos os campos.
Nós sabemos que já houve uma evolução, um avanço muito grande no que diz respeito ao tratamento de doenças como essas. A perspectiva de vida de um doente hoje em dia é muito grande, isso quando não vem a cura. Hoje em dia temos medicamentos que são realmente capazes de transformar a vida das pessoas.

Ética dos "vampiros" humanos
Fazendo as minhas pesquisas, encontrei um aspecto muito interessante, que foram as pesquisas feitas em universidades, as propostas feitas por outras culturas relativas justamente a esse conceito da longevidade.
Por exemplo, a Universidade de Stanford através de pesquisas percebeu que a transfusão de sangue, eu receber o sangue de uma pessoa mais jovem do que a mim vai transformar significativamente as minhas características. Ou seja, terei um rejuvenescimento por ter recebido uma energia jovem dentro de mim. Isso daí dizem ter comprovado com exames feitos primeiro em cobaias. Simplesmente determinaram que essa é uma solução efetiva. A transfusão de sangue de jovens para pessoas mais velhas retarda o envelhecimento e, quando não acontece o retardamento, ela vai além: muitas vezes há um retrocesso e a pessoa realmente rejuvenesce.

Ela evita com isso — e essa é a pretensão: evitar ─ que a pessoa tenha doenças como Alzheimer, que são doenças degenerativas próprias da idade, que ela tenha maior resistência física, muscular.
Então imagina isso daí. Aí entram as questões éticas, que são na verdade um dos aspectos que nós sempre devemos discutir: o que nos tornaríamos dentro desse contexto?
Vampiros buscando a vida de outros. 

Não quero ser negativista. É lógico que imaginamos que a possibilidade de absorver o sangue de pessoas mais jovens, que possam voluntariamente fazer esse tipo de doação, será uma coisa interessante a partir do momento em que outros podem ser beneficiados. Mas o que me assusta, na verdade, é o grande mercado que isso pode se tornar. 

Já imaginou quantos jovens passariam a ser na verdade fornecedores de sangue para poder criar o rejuvenescimento dos outros mais velhos? Então haveria aquele banco de sangue de rejuvenescimento, em que a pessoa iria lá, faria a doação, venderia esse sangue, os outros iriam lá e comprariam sangues compatíveis com os deles; isso quando não acontecesse de alguns mais excêntricos que pegassem um time de jovens compatíveis, os contratasse e os mantivesse em princípio próximos dele, trabalhando para ele como fornecedores específicos de sua longevidade. 

Então eu teria um time de jovens com o mesmo tipo de sangue que o meu e eventualmente cuidaria deles, cuidaria de sua saúde, os contrataria como fornecedores e aí eles trariam para mim o sangue de que necessito. Essa seria uma perspectiva ali dentro do mundo comercial. A outra seria o sequestro desses jovens, aqueles que passariam a trabalhar no mercado negro.
Então sempre temos que ter uma preocupação, porque, por trás de determinada soluções, existe a ética, existe o pensamento do homem. 

Me assusta muito uma solução como essa, em que o sangue dos jovens seria renovador, dependendo das pessoas. Se tomasse uma transfusão de sangue de uma criança, teria um retardo e uma melhora na qualidade de vida, então vai começar a haver, por exemplo, o pagamento de algumas dívidas: os filhos sendo cobrados pelos pais, tendo de fornecer parte de seu sangue para que aquele homem tivesse uma vida mais prolongada. 

Vejam, estou fazendo especulações aqui que nem eu mesmo avaliei a respeito. Então não sei em qual tipo de inocorrência eu cairia pensando.
É certo? É errado? 

Do ponto de vista ético, acho que são coisas que devem ser avaliadas, pensadas, debatidas antes de serem divulgadas como solução, porque muito me preocupa a solução imediata.
Lógico que os pesquisadores dizem que existem elementos dentro da corrente sanguínea de um jovem que garantem, como no caso da célula tronco, uma reprodução, uma restauração, um revigoramento de outras células, característica que vão se perdendo com o passar do tempo. Existem, por sua vez, outros cientistas que dizem que é impossível você retardar a quebra natural dos bastonetes ali, que seriam aqueles de renovação das células. Temos essa característica, um período de vida em que as nossas células vão sendo retomadas, até mesmo da pele. Uma pele vai sendo substituída, uma outra camada nova vai surgindo, só que com o envelhecimento essa capacidade de produção e renovação vai sendo diminuída. 

E provavelmente está aí a questão do debate maior, de você ir buscar esse tipo de solução em um outro indivíduo. Abandonamos a própria característica de vida para poder viver através de outros. Então isso daí é realmente assustador. 

Prefiro mesmo algumas soluções como o chamado elixir tibetano da longa vida. Isso daí já é histórico. Os monges ou então as pessoas do Tibete acreditam que a união de três elementos essenciais garante uma grande qualidade de vida logicamente por causa das propriedades desses três elementos. São muito simples. É o limão, o mel e o azeite de oliva, que, se consumidos com frequência, podem garantir uma melhora muito grande na qualidade de vida. Principalmente por serem antioxidantes (que é o que nós sabemos), eles diminuem a ação desses radicais livres, que são na verdade os elementos de envelhecimento, aquilo que nos causa o envelhecimento, essa produção que pode ser aumentada, até mesmo em função de nossa própria alimentação. 

Aí caímos em um debate diferente, que acho que é bem mais lógico, que deve ser levado a cabo, que é: quanto uma dieta é saudável? Eu acho que ter uma dieta saudável, praticar exercícios físicos, ter uma vida positiva, produtiva, ética. Vamos garantir a você não o rejuvenescimento, mas uma vida prazerosa, independentemente da idade que atinja.

Resgate da valorização da experiência dos mais velhos
Na verdade, ter medo da velhice é uma grande tolice, porque ela nos traz, lógico, além daquela dorzinha de manhã, a sabedoria, a compreensão, o entendimento, uma visão mais condescendente do mundo em que vivemos, uma ponderação maior sobre os conflitos. 

Vivemos um momento de grandes conflitos em nosso país. Nossa política nos envolve e obviamente percebemos valores diferentes sendo atribuídos a determinadas situações (logicamente graças a uma diferença na forma de avaliar, de verificar o mundo) que os mais velhos têm em relação aos mais jovens. 

A pena é que não tenhamos pelo menos em nosso país uma cultura de valorização dos mais velhos.
Nós aqui no Brasil desprezamos os idosos, já começando pelo próprio sistema previdenciário. O aposentado, que tem todas as dificuldades para conseguir atingir esse espaço, é subtraído de seus direitos quando se aposenta. A pessoa que teve muitas vezes uma vida de salário resultado de seu trabalho, que lhe dava condições de vida tranquila, quando se aposenta, não tem essa mesma condição. Aquilo que ela investiu a vida inteira para ter o seu direito de aposentadoria acaba sendo subtraído. E aí vem a revolta de muita gente que se nega a participar, a contribuir com essas coisas por uma razão bastante clara também. 

Temos de entender qual razão é essa. "Por que vou contribuir hoje se amanhã serei subtraído disso tudo, se grande parte daquilo que contribuí não terei?".
As pessoas acabam dando preferência por um sistema previdenciário privado, em que elas mesmas garantem a sua velhice, outras vão fazendo investimentos — aquelas que podem. Vejam que isso daí é uma dificuldade, é uma realidade que poucos podem atingir: garantir durante a vida produtiva uma poupança ou então um respaldo para a velhice.

Lembre-se que em nosso país grande parte da população é extremamente carente, vive com condições mínimas de sobrevivência, não tem condições de poupar, guardar. Na verdade, a sua única expectativa de vida realmente na velhice está ligada à sua aposentadoria. 

Então esse já é um panorama bastante claro do que pensa o nosso povo. Eu não vou falar do país porque parece que mais uma vez estamos criticando aqui governo por causa disso, mas é a realidade nossa, é o nosso valor: não damos valor aos mais velhos. Você vai às empresas. Elas descartam os homens, mulheres de experiência, as pessoas que têm experiência de vida e pegam os mais jovens, com o discurso da renovação, da modernização, do dinamismo e acabam deixando de lado a experiência. 

Essas são coisas que precisam ser resgatadas, não só o aspecto da juventude.
Mas eu volto a falar. É lógico que existe aquele saudosismo.
Quem não se olha no espelho e não gostaria de rever-se com 20 anos? Eu acho que isso daí acontece com todo mundo o tempo inteiro. Olha pelo retrovisor do carro, depois de uma certa idade fala: "Poxa vida... Dez anos a menos... Quanta diferença isso faria para tudo que faço hoje...". Quem não sonha: "Gostaria de ter a experiência que tenho hoje, mas em um corpo de 20, 25, 30 anos."? Fico imaginando o canalha, que muito iria usar a sua experiência de vida e tirar proveito passando à frente daqueles que ainda tinham muito o que aprender.
Então acho que as coisas são bem certas. Cada coisa acontece na sua idade.

Qualidade de vida com tecnologia — mas a que preço?
Acho importante sim que haja pesquisa para a melhoria da qualidade de vida, para a solução de problemas que podem ser mais bem trabalhados para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Medicamentos contra doenças depreciativas que degradam a qualidade de vida da pessoa, até mesmo elementos que não sejam propriamente cosméticos, mas que possam trabalhar aspectos dessa melhora da qualidade de vida.
Mas não acredito no medo da velhice e na obsessão pela juventude. Não acredito nisso. Acho que temos que aprender sim a reconhecer o valor de nossa idade e aprender a buscar a nossa valorização. É isso que é importante. 

Lógico, volto a dizer, não estou desprezando trabalhos como de universidades que estão sendo feitos. Um outro exemplo que busquei aqui, por exemplo, foi o das células-tronco, que já são extremamente debatidas, que foi muito falado de sua eficiência. Sou, como já disse várias vezes, encantado com a ciência e tecnologia, não refuto, pelo contrário, sou um entusiasta de tudo isso. Só me preocupo com a questão ética realmente, porque muitas vezes, no afã de construir algo positivo (nós já vimos isso na história do homem, dezenas de vezes) cria-se na verdade um monstro pensando em criar um anjo. 

Foram os exemplos como o Nobel, que desenvolveu um produto que poderia melhorar muito a qualidade de vida das pessoas, que foi o TNT, a dinamite, o explosivo e que acabou se tornando elemento de guerra. A mesma coisa foi o aviador Santos Dumont, que viu o seu invento sendo transformado em arma de batalha nas guerras mundiais. 

Aquilo que foi feito com a perspectiva de melhorar a qualidade de vida de repente se torna um monstro, e realmente isso é algo que tememos. Pelo menos temo bastante essa ideia de um dia aquilo que possa vir a representar a melhora da qualidade de vida ou então uma solução para diminuir a ação do tempo, retardar o envelhecimento possa ter como custo a subtração da qualidade vida de outros ou então a exploração do próprio ser humano. Isso daí me assusta bastante. Realmente, não gostaria de viver uma realidade, viver em um mundo em que minha qualidade de vida dependeria de subtrair de outra pessoa a sua qualidade.
Vejam, o exemplo (isso daí é algo que estou pensando, enquanto falando aqui no programa) de retirar do sangue de uma pessoa mais jovem, por mais que isso seja voluntário, retirar daí os aspectos de meu desejo de longevidade. Volto a dizer. Fico imaginando o que representaria isso. 

Quanto de sangue preciso? Vamos imaginar, que, quanto mais sangue jovem eu receba, melhor fica a qualidade de vida que terei. O que isso vai representar de consumo, exploração de vida?
Teríamos currais humanos, em que as pessoas seriam cuidadas e guardadas para atender a alguns milionários, aqueles que tivessem condições de pagar por isso. Quando não, veríamos pais cobrando de filhos a doação de seu próprio sangue para que pudessem viver mais. 

Vejam, aí entramos em uma questão ética que muito me assusta. Eu estou falando disso porque, quando comecei a desenvolver esse tema e a pesquisar na internet a respeito disso, encontrei coisas interessantes, até intrigantes que me fizeram ficar entusiasmado com o tema, mas que depois, e até mesmo agora, refletindo a respeito dessa pesquisa que foi feita, acabaram trazendo para mim apreensões muito grandes.

Realmente tenho medo do que possa representar algumas dessas pesquisas. Nem sempre os resultados que são trazidos pela ciência são aqueles esperados pelos cientistas. O desejo de fazer o bem não é característica do ser humano coletivamente, muitos têm interesse em explorar. E aí vamos encontrar farmacêuticas, laboratórios, empresas voltadas para o trabalho de estética que podem se aproveitar de situações como essa para tirar proveito. 

Já não chega o que nós ouvimos constantemente, falando sobre doenças que podem ser disseminadas com a intenção de valorizar, desenvolver estruturas químicas que tragam para os seus proprietários vantagens, como vírus de computador que são lançados para que os próprios fabricantes de antivírus possam produzir isso. Vejam que é uma realidade virtual que pode ser construída também na realidade. 

Por que não? Lanço uma doença quando tenho o medicamento para ela. Então a pessoa cria a doença criando o medicamento primeiro para depois ganhar dinheiro vendendo a cura disso tudo. Ou seja, o antídoto para o mal que ela mesmo criou. 

Então temo muito esse lado da humanidade ainda primitivo, animalesco, que não reconhece o seu irmão, o seu próximo ou alguém de valor. Esse é o tipo de tema que me assusta.



Conclusões
Trouxe hoje para vocês um tema que em princípio parecia de curiosidade, mas que acabou se tornando polêmico e assustador quando você observa o outro lado, que acho que tem que ser sempre observado.
Gostaria muito de ter 20 anos menos do que tenho hoje, mas a qual custo? Não quero vender a minha alma para voltar 20 anos. Prefiro acompanhar dentro de minha natureza, buscando soluções naturais, que são uma alimentação mais saudável, uma dieta apropriada, do que ir atrás de soluções mágicas que possam causar mais danos e mais mal ao homem, mais mal a mim e que vão fazer com que a minha natureza se perverta.


Bom, minha gente, é isso. Em nosso próximo programa, traremos mais temas de debates, sempre buscando os projetos. O que estimulou o surgimento desse debate de hoje foi a projeção futura, o que temos como projeto. Dentro do universo do coaching, temos as nossas perspectivas, projetos, espaços e dificuldades a serem superadas, mas sempre é preciso que haja um debate ético por trás de tudo isso.
Minha gente, uma boa quinta-feira a todos vocês. Nos vemos na próxima semana. Um grande abraço a todos. Um grande abraço ao meu amigo, Evaldo Ribeiro e o meu irmão aqui de trabalho, o Sulivan França. Até mais a todos. Tchau.


♪ [tema acertar é humano] ♪
Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

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