PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#045

No Programa Acertar é Humano do dia 26/02 o professor e apresentador Nélson Sartori respondeu a pergunta de um ouvinte “O que fazer quando o dinheiro acaba?” Quais são as opções que você tem para sair de um momento financeiro mais difícil?

045 - Programa Acertar é Humano: de 26/02/2015

Programa Acertar é Humano (26/02/2015)

Nélson Sartori e Sulivan França

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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[NÉLSON] Bom dia ouvinte da Rádio Mundial. Professor Nélson Sartori em nosso Programa Acertar é Humano.

Mais uma vez solo. O meu companheiro, Sulivan França, em turnê pelo Brasil. Como vocês sabem a SLAC promove cursos no Brasil inteiro e o pessoal não aceita por menos. Querem sempre o profissional de maior destaque no momento e esse profissional é o nosso amigo Sulivan França. Ele tem de viajar por todos os estados e, em função a essa turnê, que esperamos que em breve dê um intervalo, não que pare, o trabalho sempre é bom, mas que ele possa estar conosco novamente em nosso trabalho, em conjunto.

O Evaldo vai as lágrimas quando o Sulivan não vem. De uma saudade que bate fundo, segundo ele, mas em breve ele estará aqui conosco novamente.

Hoje eu vou atender algumas perguntas que chegaram e que fomos juntando nas nossas redes sociais e uma delas chamou a atenção pela forma como foi perguntada.

PERGUNTAS

Muita gente fala sobre finanças, dinheiro, economia e um foi bem na lata conosco.

Ele falou: “O que eu faço quando o dinheiro acaba?”.

Ele saiu levantando algumas hipóteses. Eu vou lá e saco o dinheiro do cartão de crédito?

Pelo amor de Deus, isso não. Sabemos que o juro de um cartão de crédito está muito acima de qualquer outro tipo de resgate que você possa fazer dentro de qualquer outra instituição. Até mesmo dentro de um banco, você consegue taxas melhores do que sacar o dinheiro.

Outra possibilidade que foi levantada, até por algumas instituições bancárias essa informação veio, que ainda existe muita gente recorrendo ao penhor, põe no prego.

O cara tem aquela aliança da vovó que está lá guardadinha, é do coração, mas está com dificuldade.

O que ele faz? É uma dificuldade momentânea? Você vai colocar a aliança da vovó no prego?

Não deixe perder aquele bem de família que é tão importante. Só faça isso se você tiver, realmente, a perspectiva de, em breve, poder resgatar aquela sua dívida, aquele valor.

O empréstimo é a condição para se estabilizar, mas tem que pensar no futuro.

Como posso me enfiar em um empréstimo, sendo que hoje tenho problemas financeiros e o empréstimo vai amenizar o momento, mas vai amplificar o problema das pessoas?

É um assunto muito sério. Por mais que nós falamos sobre como você administrar, projetar, programar a sua vida financeira, profissional, afetiva, tudo aquilo que se deve programar, você tem que ter uma perspectiva futura, saber o que vai fazer.

Uma coisa interessante é chamar a mãe. Funciona. Quem tem a mãe e ela pode dar uma ajudinha, mãe é uma beleza. Pedir dinheiro emprestado para a mãe é maravilhoso. Juros baixos, quando ela cobra. Ela sempre dá prazo, é flexível. O que você não pode fazer é pegar muito dinheiro e deixá-la a descoberto, porque, geralmente, a mamãe tem pouquinho. É aquele dinheirinho da aposentadoria. Deixar ela na mão, porque são dois na mão e aí você vai mudar a categoria de filho que é, se fizer uma coisa dessa mas pode atender. O que você precisa fazer é tomar uma atitude séria. Vai botar a mãe no rolo? Aí não reclame se sua atitude for errada e a categoria mudar.

Venda alguma coisa. As pessoas não pensam em radicalidade. Muitas vezes sustentamos uma estrutura, um status e aquilo é pior do que se você estivesse em uma condição mais simples, humilde. Às vezes você tem um carrão, coisas que comprou compulsivamente e não usa.

Quanto não fazemos isso?

Dá aquela vontade, você tem um pouquinho sobrando, vai lá e compra aquilo que não serve para nada, só fica ocupando espaço. Vende. É preferível você desocupar o espaço e repor, talvez, um pouco de confiança, estabilidade.

Eu fico vendo o armário, não vou nem dizer que é o lá de casa, mas a quantidade de roupas, sapatos, coisas que temos e que não usamos, doe aquilo. Agora, não quer doar, vá lá e venda. Tem os brechós, vá lá e faça alguma coisa. Nós temos que ter bastante segurança e firmeza nessa hora, como vai realizar isso tudo.

No comércio esse tipo de situação acaba tendo obrigatoriedade estratégica.

Você fala dentro de uma relação doméstica, não vai vender a sua geladeira, mas vemos que a pessoa tem um celular extremamente caro, um aparelho de som caro. É lógico que a melhor opção nunca é se desfazer daquele bem que conquistou, que trabalhou para ter.

Dormir à noite e dar um passo atrás, representa caminhar com mais tranquilidade e conquistar tudo com mais facilidade. Se você já começou uma vez, pode conquistar novamente. Não tenha medo de dar um passo atrás se isso for representar uma paz que permita que caminhe.

Outra forma. E se você estiver dentro de uma relação de profissional independente de comércio?

Primeiro. Você lida com mercadoria? Aquela mercadoria pode sofrer um aumento de preço?

Às vezes é um reajuste significativo dentro de suas despesas. Não adianta você trabalhar com um produto, vender um serviço, se o serviço estiver muito fora do valor de mercado, aí você tem dois problemas. Se ele é muito baixo, é desvalorizado, se é muito alto e é supervalorizado, você tem uma limitação do público de consumo. Então coloque preços apropriados, caso precise e tenha necessidade de um equilíbrio financeiro, porque às vezes nós estamos com problemas de adaptar à realidade financeira de nosso produto com a realidade do consumidor.

Falando em consumidor, valorize seus clientes. Se tem cliente, tem um público que atende, um freguês, seja lá como você trate o seu cliente, procure fazer para ele alguma promoção de pacote de produtos. Muitas vezes você tem que entender o seguinte: Estendo a mão e alguém me estende também.

Se produzo minha quantidade de elementos, um produto que atenda o meu cliente, posso vender mais para ele com uma margem de lucro menor, mas ter uma captação de lucro mais rápida. Essa captação de lucro mais rápida pode me dar um fôlego financeiro.

Isso é importante, temos que ter flexibilidade, tanto na vida profissional quanto na vida doméstica, comercial.

Uma coisa que foi falada é quanto ao resgate de dívidas perdidas. Esse item é muito complicado e vemos acontecer muito.

Você já percebeu que quando chega o final de ano, muita gente liga para você para ver se quer uma promoção?

Você tem um financiamento, ele propõe uma redução dos juros se você fizer um adiantamento de pagamento, uma promoção se você antecipar. Promova isso, também é uma possibilidade de você aumentar, naquele momento, a sua condição.

Às vezes a pessoa fica muito presa, não posso desvalorizar o meu produto. Não é uma questão de desvalorizar, é de estabelecer uma relação de confiança com o seu cliente, aquele que já confiou em você, consumiu o seu produto e agora pode ser beneficiado beneficiando você.

Essa promoção é para favorecimento mutuo. Eu ofereço para você, por um custo reduzido, um número maior de produtos e conquisto uma estabilidade financeira para continuar fornecendo esse tipo de produto. Lógico, você não precisa desvendar dessa maneira, mas que pode oferecer algo positivo para o seu cliente. Se ele está tendo vantagens, vai sim aproveitar essa oportunidade.

Então essa é uma forma de você trabalhar com clareza.

Outra coisa que não fazemos e oferecer aquilo que fazemos de melhor. As pessoas têm uma habilidade muito grande, se estabilizaram dentro de uma empresa, um comércio, uma firma que ele tem e não oferece isso para fora.

Vemos muito isso, um profissional técnico que realiza o seu trabalho dentro de uma empresa e que poderia realizá-lo fora também. Por mais que seja um trabalho estável, – porque ser profissional liberal exige que você esteja o tempo inteiro em contato com o seu cliente –, mas ofereça. Se o problema é a finança e você tem saúde para o trabalho, trabalhe mais, ofereça o seu trabalho.

Eu falo como professor. Às vezes as pessoas não percebem, mas o professor não tem uma jornada de trabalho normal. A nossa jornada começa de manhã quando as crianças vão para a escola e termina à noite quando os adultos retornam da escola para casa.

O pessoal fala: "Não é uma jornada de oito horas diária?".

Não, são jornadas de 16 horas diárias e muitas vezes acontece nos finais de semana, porque é a realidade. Em nosso país, em que o salário de um professor, por mais que algumas instituições o valorizem, quando falo isso são as instituições privadas, mesmo assim não é um rendimento que permita uma condição de vida absolutamente confortável.

O que é preciso fazer?

Ele oferecer para outras instituições, então vai ampliando o seu horário de trabalho. Muitas vezes esses tipos de trabalho feitos por um professor, profissional, pode ser oferecido como assistência a algumas outras empresas, que não é um trabalho contínuo, mas que pode esporadicamente trazer algum dinheiro.

No meu caso, como professor de português, já fiz muitos trabalhos de correção de livros, de autoria de trabalhos monográficos. Faço até hoje o atendimento, principalmente na área jurídica, para revisão de peças e processos, já que tive muitos alunos da área jurídica e que pedem para fazer uma revisão dentro da parte de linguagem.

É um trabalho de professor de português?

É um trabalho de revisão que posso fazer na minha casa e que pode sempre contribuir com um pouquinho a mais.

É lógico, quando você tem uma maior necessidade, o que precisa fazer?

Reduzir os seus custos, principalmente se o que está oferecendo é serviço. É um momento, você tem que ter um valor profissional. Então deixe bem claro que aquele é o momento em que você está fazendo uma promoção, abaixando o custo para poder fazer uma divulgação do seu trabalho e que esse valor vai ser normalizado em breve. Pronto, você faz uma promoção desse trabalho.

E o mais importante, que muitas vezes não fazemos, além de ir à luta desse jeito é: Ofereça para fazer aquilo que ninguém quer fazer.

O momento é de dificuldade. A pergunta que foi lançada foi: O que faço quando o dinheiro termina?

Vai à luta.

Como que é ir à luta?

É fazendo aquilo que ninguém quer fazer, ou seja, aquilo que muita gente procura e você é capaz de fazer, mas que não há muitas pessoas disponíveis a fazer.

Outro dia, eu estava em um hospital acompanhando o tratamento de um parente e vi um grupo muito interessante que realizava um trabalho que não era voluntário, remunerado, que era bastante interessante, que era um cuidador. Eu nem conhecia. O que é o cuidador?

É uma pessoa que cuida daquele que está enfermo, dentro do hospital, acompanhando-o. Às vezes você tem uma criança muito pequenininha, ou então tem uma pessoa idosa e precisa de acompanhamento constante, porque ela não tem controle, conhecimento da sua situação e é preciso alguém que simplesmente chame a enfermagem, cuide, acalme, controle e converse. É um trabalho que a pessoa se oferece, tem um treinamento para isso e vai ter o seu rendimento. Ela pode fazer esse tipo de trabalho aos finais de semana.

Absurdo é ficar se lamentando que não pode, não tem como pagar as suas contas, que precisa de um emprego, mas não vai atrás daquilo que te dá o dinheiro.

As pessoas falam: "Eu preciso trabalhar.". Quantas vezes eu ouvi isso. A pessoa em uma dificuldade sem tamanho, pedindo dinheiro emprestado, a caridade dos outros, mas não se dispunha a realizar trabalhos que poderia fazer para ganhar dinheiro.

Eu já vi casos de pessoas irem solicitar na porta da casa de alguém um prato de comida, ou dinheiro para ajudar a comprar um remédio e quando foi proposto carpir um quintal, cuidar da grama, lavar um carro, um quintal, até mesmo uma roupa, a pessoa se recusou, falou que não fazia esse tipo de trabalho. Quer dizer: Ela pedia, mas não trabalhava.

Aí quer um reconhecimento com dignidade?

Então é muito difícil isso daí.

Lembre-se: Você pode passar por dificuldade financeira? Sim, mas a dignidade, você não precisa perder e trabalho não tira ela, seja ele qual for, não importa qual é a sua situação.

Nesse momento eu estou aqui porque preciso. Você sabe se não é ali naquela casa onde você está prestando serviço, que alguém vai oferecer, de repente, aquele trabalho que, realmente, precisa.

Então você tem que ter consciência disso tudo e precisa ter um outro aspecto importante que é consciência financeira.

Como que você administra sua vida sem consciência financeira?

Conheça seus números, quais são seus gastos, o seu ganho, gaste menos do que ganha. Já falamos isso várias vezes. Esse é um conselho que ouvimos muito e repassamos, porque é uma questão de consciência. Se conhece os seus números, sabe quanto deve gastar e deve ganhar, mantenha o seu livro caixa.

Faça uma experiência por um mês. Pegue lá toda vez que for ao supermercado fazer a compra, veja quanta coisa a mais compra que não precisaria estar ali no carrinho. Vá colocando aquilo em uma lista e depois saia cortando tudo aquilo que não necessita, que poderia ter sido deixado para depois e verá que a economia é muito grande. Ou seja, nós gastamos além daquilo que é necessário.

Elimine dívidas. Muitas vezes você tem um dinheiro que poderia quitar uma dívida e prefere contrair outra. Fazer alguma coisa dentro da sua vida, do cotidiano, que lhe dê um prazer, depois chega à noite e não dorme, então equilibre, tenha isso em vista.

Tenha sempre que possível dinheiro guardado. Não precisa ser uma fortuna, mas tenha o hábito de guardar dinheiro. Não precisa ser muito, desde que guarde.

Tenha um porquinho de barro lá no canto. Aquela moeda que não vai usar, coloque lá, aquele trocado que você trouxe lá do supermercado, coloque e faça um projeto. A hora que eu tiver um montante significativo, que não precisa durar muito tempo se juntou um pouquinho, pegue aquele valor que estava ali, que não usou e coloque em uma caderneta de poupança.

É a atitude que muda a sua vida.

Valorize as pessoas que estão ao seu lado. Muita gente morre pelo orgulho. Nesse momento, quando morre pelo orgulho, vai atrás das pessoas que, muitas vezes, nem olhou e que quando precisaram dele, virou as costas. Então lembre-se, eu preciso, amanhã ele precisa, todos precisam dos outros, então você tem que estar sempre disponível, com a mão aberta para fazer isso, passando mais tempo com as pessoas.

Tem aquele que só pensa em dinheiro e vive em crise. Há muita gente que tem muito pouco dinheiro, vive uma realidade muito mais humilde do que a nossa e vive bem.

Ele sorri, ouve música, conversa com a esposa e brinca com as crianças. Eu não posso nem me isentar dessa condição, de quantas vezes como professor fiquei fora de casa e deixei de brincar com meus filhos, até quanto isso, hoje, não acontece. Nós temos que parar e refletir, voltar para casa um pouco. Isso é algo que eu me questiono demais, sei que é difícil, mas é necessário.

Passe a se preocupar com coisas também relativas ao seu relacionamento. Muitas vezes a vida que tem, a estrutura dentro de suas finanças, vai interferir muito na sua vida afetiva.

Então você tem que tomar alguns cuidados, até mesmo com a saúde financeira dentro de casa.

O dinheiro acabou. O que eu faço? Como que eu levo isso para dentro do meu relacionamento?

Eu sei que é muito difícil, mas tenho que ter diálogo, participação.

Alguns fatores são importantes. Primeiro. Conversar sobre finanças é algo importante, porque você não é só um pagador de contas ou provedor. Tem muita gente que dentro da relação é pura e simplesmente um pagador, um paga e o outro gasta.

O que acontece nessa relação quando os problemas acontecem?

Nunca houve diálogo, o outro vai cobrar de você, ou então vai ser cobrado pelos gastos que tem. Se você é o gastador, aquele que compra, será cobrado pelos gastos. Se você é o mantenedor, será cobrado porque está deixando de prover. Isso é importante desde que você tenha diálogo. As duas relações são importantes se elas forem trabalhadas, conversadas, todos sabendo sempre como está a situação dentro de casa.

Outra coisa: Jamais tentar comprar, para você ter uma saúde afetiva, ou seja, saúde financeira no relacionamento, o amor com dinheiro, por mais que isso seja eficiente.

Tem hora que a pessoa sabe que um anel de brilhantes vai resolver muitos problemas na vida dele, só que se você torna isso um hábito, deixa de ser um ato de dedicação, carinho e vira simplesmente leviandade. Você compra um anel para ela, relógio para ele, para poder compensar um desvio de conduta. Isso não pode se tornar um hábito.

Outra coisa: Ignorar hábitos que causem conflito. Por exemplo, viver em restaurantes. Montamos uma casa, estrutura, mas acaba criando o hábito de sempre fazer uma refeição fora. Isso é um gasto muito grande, principalmente se você tiver filhos.

A molecada come, quanto mais vai crescendo, é impressionante. Graças a Deus que eu não como tanto quanto os meus filhos, porque senão seria muito maior do que sou hoje em dia. E olhe que eu tento comer pouco e ainda assim engordo mais do que eles.

O problema está em não concordar em dividir, ou seja, dividida os problemas que você tem.

Pense nisso que foi falado, hoje, para você ter uma saúde financeira mais eficiente, efetiva.

Eu vou fechar dando a Dica do Professor, que também foi uma pergunta que foi lançada esses dias. Foi muito simples. Me perguntaram o que é a função poética da linguagem.

DICAS DO PROFESSOR

Em nossa linguagem temos muitas funções. Eu uso a minha linguagem para poder ensinar, para testar o canal de comunicação quando falamos bom dia, alô e eu uso a linguagem na função poética, que é quando elaboro a linguagem com palavras pensando em transmitir mais do que informação, sentimentos e emoções.

Então a função poética é quando elaboro um texto escolhendo as palavras pela emoção e pelo seu significado, de uma maneira geral.

Minha gente, foi muito bom estar aqui com vocês. Nos vemos na próxima quinta-feira e, se possível, com o nosso companheiro Sulivan França aqui. Um abraço a todos e até mais.

♪ [tema acertar é humano] ♪

Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

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