PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#029

Em 25/09 os apresentadores do Programa Acertar é Humano falaram sobre “Oportunidades”. O que está se abrindo para você que você pode se beneficiar? E quais são os riscos e ameaças que estão presentes na sua vida? O professor Nélson Sartori explicou a expressão “Dar uma canja” na “Dica do Professor” e, para finalizar, o Master coach Sulivan França deixou uma reflexão para os ouvintes no “Minuto do Coaching”.

029 - Programa Acertar é Humano: de 25/09/2014

Programa Acertar é Humano (25/09/2015)

NÉLSON SARTORI e SULIVAN FRANÇA

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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[SULIVAN] Bom dia, ouvinte mundial. Aqui é o Sulivan França, mais uma vez para apresentar o programa Acertar é Humano. E do meu lado aqui o nosso amigo.

[NÉLSON] Nélson Sartori. Bom dia a todos. Estamos aqui de volta ao nosso programa Acertar é Humano. No momento nós estamos em um novo horário de programação, isso por causa do horário político. Então houve alguns ajustes, mudamos um pouquinho, mas terminado todo o esse trabalho de apresentação dos nossos candidatos, nós voltaremos ao nosso horário normal, às 7 horas da manhã.

[SULIVAN] Lembrando que hoje é dia que nós estamos lançando a política do Nélson para vereador. O Nélson quer ser vereador. Onde é, em Santo André, Nélson?

[NÉLSON] Só que veja só. Ainda bem que nós lançamos a minha candidatura para vereador na época que a candidatura é para deputado. Assim não corre o risco de ninguém votar em mim, eu não preciso fazer campanha.

[SULIVAN] Foi exatamente a ideia.

[NÉLSON] A melhor forma de você não ser eleito é se lançar vereador na campanha para deputado estadual e federal.

[SULIVAN] Nós estamos lançando agora, mas só vale para daqui dois anos.

[NÉLSON] Não é a minha pretensão por nada nesse mundo. Não se preocupe, ouvinte. Você não vai me ver candidato.

[SULIVAN] Quem estiver a fim, entre lá no Face do programa Acertar é Humano e coloca lá: “Professor Nélson para vereador”.

[NÉLSON] Isso. É só o que eu preciso.

[SULIVAN] Quem sabe nós arrumamos um partido para ele e lança o professor Nélson para vereador. Imagina, Nélson, 15 segundos de apresentação em rede nacional, o que você diria?

[NÉLSON] Bom dia, ouvintes. E vamos embora. No nosso programa passado, nós falamos com vocês sobre aqueles pontos que nós podemos melhorar, falamos sobre os pontos fortes em nossas vidas, tudo aquilo que é importante você observar para que você possa caminhar. Só que muitas vezes nós deixamos de lado algumas oportunidades.

OPORTUNIDADES E RISCOS

[SULIVAN] Quando nós falamos dos pontos fortes e dos pontos a serem melhorados, nós falamos sobre aspectos internos.

Agora nós queremos fazer com que o ouvinte de alguma maneira olhe para fora. Você na semana passada fez uma reflexão muito bacana, muito profunda, sobre todos os seus pontos fortes, sobre os pontos a serem melhorados. Então você olhou para dentro.

Agora vamos olhar para fora. Muitas vezes você tem pontos fortes, que você fez a reflexão na semana passada, mas você tem oportunidade batendo na sua porta e você é incapaz de enxergar um palmo a frente do seu nariz.

Como você pode olhar e ver oportunidades? O que está se abrindo para você que são coisas que você pode aproveitar, tanto do ponto de vista pessoal quanto profissional. Se falarmos do ponto de vista pessoal, pode ser um novo relacionamento. Pode ser uma oportunidade de você evoluir, de você crescer, aprender com alguém ou de alguma certa maneira acabar se desenvolvendo com um companheiro, com uma parceira, com um parceiro, quais são as oportunidades que estão se abrindo para você sob o ponto de vista pessoal.

Pode ser a possibilidade de você adquirir um imóvel, se abrindo para você. Pode ser a oportunidade de mudar de casa, quem sabe mudar de cidade, de país.

[NÉLSON] Tudo isso é produto de reflexão e observação sobre aquilo que está à sua volta. Só que da mesma maneira como você procura as oportunidades, você tem que ficar atento ao outro lado da coisa.

[SULIVAN] Como as oportunidades te procuram, também.

[NÉLSON] E ao mesmo tempo quais são os riscos que você corre durante essa sua busca, essa sua procura, porque também procuram por você e nem sempre tentando favorece-lo. Existem coisas que estão em conflito. Existe tanto o lado positivo quanto o negativo.

Da mesma maneira como as oportunidades se apresentam para você, se apresentam riscos, ameaças, coisas que podem atrapalhar e que você deve observá-las porque elas devem ser colocadas com peso na sua estratégia profissional, na sua estratégia de vida. Elas devem ser observadas com a mesma intensidade que você observa as oportunidades. Quem fecha os olhos perde as oportunidades e se submete a riscos que deterioram o seu projeto. São dois pontos que nós vamos discutir hoje.

[SULIVAN] Nós provocamos quais são as oportunidades que você vê que estão se abrindo para você do ponto de vista pessoal. E agora um pouquinho de provocação sob o ponto de vista profissional.

Quais são as oportunidades, sob o ponto de vista profissional, que você vê que está surgindo e pode começar a aproveitar com foco em alavancar também a sua vida, de uma certa maneira.

Quando se fala nessa questão de oportunidades, eu percebo dentro das empresas o senso de urgência das pessoas hoje, o imediatismo, faz com que elas não esperem o momento certo. Muitas vezes uma oportunidade que pode se abrir daqui um mês, dois meses, faz com que essas pessoas, de alguma maneira, acabem não esperando essas oportunidades ou até não contribuindo para que essas oportunidades aconteçam.

Eu acredito que as oportunidades que temos na vida, seja do ponto de vista pessoal ou profissional, temos 50% de parcela de contribuição, no mínimo. Nós podemos fazer algo para que essas oportunidades aconteçam. Nós podemos nos posicionar ou nos movimentar de uma maneira em prol dessas oportunidades para que elas aconteçam. Mas repito. O senso de urgência das pessoas, hoje, faz com que muitas vezes acabem não gerando esse 50% que é extremamente benéfico e acaba contribuindo para que os outros 50% de oportunidades acabem acontecendo.

Você, ouvinte. O que você precisa criar como oportunidade, quais são os seus 50% de contribuição para gerar novas oportunidades na sua vida, seja oportunidades sob o ponto de vista pessoal ou profissional?

[NÉLSON] Na verdade são dois pontos. Nós temos dois tempos na nossa vida. E nós devemos observar e saber tratá-los muito bem. Nós temos o tempo imediato, que não pode ser desprezado. A oportunidade aparece e você deve abraça-la.

Existe o momento em que você deve aguardar que a oportunidade aconteça, só que isso é uma tensão contínua. Existem oportunidades agora batendo a sua porta, existem oportunidades que devem ser procuradas e criadas. São coisas que devem ser planejadas, projetos que devem ser feitos. Você sempre tem de ter um projeto de vida.

Quando você não tem um projeto de vida, você não cria as oportunidades. Isso é o freio da sua vida. É a mesma coisa da pessoa que acredita que está envelhecendo. A pessoa que está envelhecendo fecha os olhos para as novas oportunidades.

[SULIVAN] Fale um pouquinho mais sobre isso. Eu não tenho essa experiência.

[NÉLSON] Eu vou dar um testemunho aqui. Preparem-se para chorar ouvintes. Semana passada eu fiz 51 anos de idade. Fiz cinquenta e um aninhos de idade. Cinquenta e um anos, como o pessoal diz é uma boa oportunidade, uma boa ideia. Não que 51 anos represente velhice, muito pelo contrário, eu fiz um acordo e falei que aceito a outra metade. É importante você ter essa noção. Eu tenho a oportunidade de viver um pouco mais a outra metade do que eu já vivi, ou seja, mais 51, que é o que nós esperamos. Muitas oportunidades foram perdidas e eu aprendi com muitas delas. Eu preciso saber as próximas que virão, mas para isso eu preciso estar atento a essas oportunidades.

Conforme nós nos acomodamos, nós deixamos de ver as oportunidades. Isso daí tanto profissionalmente quanto na vida. Existe aquele que acredita ter atingido o seu status profissional, esse é aquele que começa a fechar os olhos e a perder as oportunidades, ou seja, ele começa a entrar em um ritmo de descendência, ou seja, ele começa a cair.

A mesma coisa é a pessoa que em dado momento sente que está ficando velha. Eu estou gerando cada vez mais habilidade para desenvolver novas oportunidades e saber aproveitá-las melhor. Já imaginou você daqui há dez anos perceber que poderia ter feito tanta coisa e perdi várias oportunidades, aí só restou a lamentação.

[SULIVAN] É aquela história: “Eu sou cada vez mais capaz. Eu sou cada vez mais experiente. Cada vez mais eu sei onde eu não vou errar”.

[NÉLSON] É a avaliação dos riscos. São dois pontos importantes que nós estamos trabalhando hoje. Nós temos as nossas oportunidades que devem ser agarradas no momento ou que devem ser aguardadas, mas sempre percebidas.

[SULIVAN] A vida é um caminho. Só que esse caminho não existe. Nós criamos.

[NÉLSON] O próximo passo quem vai dar é você.

[SULIVAN] Se nós criamos o nosso caminho, quais são as ações que você tem adotado ontem? Vamos pensar. Quais ações você adotou ontem, antes de ontem, terça-feira, segunda-feira, que vão em um futuro próximo, quem sabe semana que vem, gerar para você novas oportunidades?

Quais foram as ações que você plantou a três, quatro, cinco dias, uma semana, um mês, seis meses, um ano, que estão gerando oportunidades para você hoje ou que gerarão oportunidades para você num futuro próximo. A curto e médio prazo. Isso é construir o teu caminho. Isso é saber para onde você está indo e principalmente qual o planejamento que você tem feito. Se não fez, o que você pode começar a fazer hoje, agora. Já que o Nélson acabou de comentar que a vida é feita do aqui e agora.

O que você pode começar a fazer no aqui e agora, já, imediatamente para gerar oportunidades a curto prazo? A curtíssimo prazo, o que você tem feito? Constrói o teu caminho.

[NÉLSON] Usando uma curta metáfora, para poder dar o equilíbrio. Quando você fala: “Nós jogamos um monte de sementes no chão”. Talvez nós não possamos colher ou cuidar de todas, mas nós estamos fazendo isso o tempo inteiro,

Nós falamos, pensamos, fazemos planos e projetos. Tudo isso daí pode ser jogado fora ou pode estar presente e ser observado. Eu tenho que ter responsabilidade por tudo o que acontece comigo que é para poder gerar essa minha observação e colher coisas importantes. Eu fiz muitas coisas ontem e muitas delas eu posso não perceber o resultado que vai gerar isso tudo. Aquela pessoa que de repente me fez uma pergunta, eu dei a ela a resposta, eu plantei nela uma informação, uma luz, que vai fazer com que ela se desenvolva. Eu não vejo só as minhas oportunidades, eu vejo a do outro também.

[SULIVAN] É um grande filtro. A quantidade que entra aqui não é a quantidade que vai sair lá na frente. Muitas vezes o sujeito não tem essa percepção. Faça mais, que vai gerar mais. Observe o que está acontecendo, hoje, positivamente na tua vida. Quando que isso foi plantado, quando que isso foi startado, esse projeto que está gerando as oportunidades hoje.

Da mesma forma nós podemos falar de todos os riscos. Os problemas que estão acontecendo hoje também são reflexos de escolhas feitas lá atrás.

[NÉLSON] Se eu faço uma escolha indevida, uma escolha errada, eu tenho de saber que eu corro risco.

[SULIVAN] Então nós vamos entender que o caminho florido, eu plantei. O caminho espinhoso, eu não plantei.

[NÉLSON] Plantou.

[SULIVAN] Eu tenho total responsabilidade. São escolhas feitas lá atrás que hoje estão gerando esses resultados, muitas vezes nada satisfatório e que você muitas vezes está lamentando o dia a dia. Então é hora de uma virada. Eu tenho oportunidades, eu tenho os riscos. Os riscos, ameaças e tudo aquilo que está acontecendo hoje e está me prejudicando foi reflexo do que eu fiz lá atrás. Não tenha dúvida.

Agora como eu posso, diante dos riscos, mudar? Vamos virar essa chave. Vamos falar de oportunidades. Como é que você planta isso? O que você não fez, o que você não tem feito, o que você pode começar a fazer agora, para começar a gerar novas oportunidades?

[NÉLSON] Transforme os riscos que você viu em oportunidades. As ameaças que você acredita estar sofrendo, quais são as possibilidades que elas te oferecem? No que elas podem se transformar em oportunidades? Porque risco tem dois lados. As ameaças não necessariamente se concretizaram. Só que elas estão influenciando a sua vida. Muitas vezes nós temos influenciado por medo. O que é pior ameaça que o medo? O medo faz com que você trave, você não ande. É o medo de investir, é o medo de estudar, de acreditar que você vai perder tempo.

Quanta gente prefere ficar em casa, sem fazer coisa alguma, assistindo um programa medíocre de televisão e simplesmente não somar alguma coisa porque não tem essa disposição ou então não acredita no que pode acontecer amanhã.

[SULIVAN] Conformismo e inércia. Se você hoje está na iminência de perder o emprego, de ficar disponível para o mercado, o que você tem feito ou o que você vem fazendo que faz com que você esteja com esse risco hoje.

O meu relacionamento, hoje, não está bom. Está à beira de um colapso, está perto de acabar, que você tem contribuído para isso acontecer.

[NÉLSON] O que você fazia antes para tornar aquilo bom e que você não faz mais. O que você passou a fazer de errado e que começa a comprometer todas as coisas.

É importante você ter a noção de que as coisas acontecem com você, mas acontece com os outros também. As pessoas podem se tornar um espelho tanto do sucesso quanto do fracasso. Essa é mais uma oportunidade. Aprenda com os outros, aprenda a observar, ouvir, falar, mas tudo na medida de tirar proveito disso.

[SULIVAN] Eu e minha vida somos frutos. Frutos da árvore que eu plantei.

[NÉLSON] Essa é a verdade. Quando eu falo principalmente para aquele profissional, por exemplo, eu conheço muitas pessoas, que quando chegam a minha idade, 51 anos, começa a ver uma limitação profissional e a partir desse momento passam a viver esse sofrimento da estagnação, mas não procuram uma virada de jogo.

Faça isso. Mude a sua vida. Como você pode fazer isso? Começar uma nova carreira nunca é tarde. É uma nova oportunidade. Vá à SLAC. Procure, por exemplo, uma transformação na sua vida. Procure trabalhar essa possibilidade de mudança. Esse é um dos intuitos do coaching. Como você pode dar uma virada na sua vida, como você pode trabalhar tudo isso. Fala aí, Sulivan.

[SULIVAN] Quando nós estamos falando de riscos e oportunidades, muitas pessoas começam a olhar para riscos e oportunidades e que se coloca em uma posição de vítima. É muito fácil fazer isso. É muito fácil termos um problema, termos uma dificuldade e atribuirmos a responsabilidade a terceiros. Chega disso. É hora de olhar para nós, é hora de olhar o nós podemos fazer. Salvo limitações físicas e psíquicas, você pode fazer qualquer coisa. E já está mais do que provado que nem as físicas impede o sujeito de fazer muitas coisas.

Eu acho um baita de um exemplo essas paraolimpíadas. É um exemplo de vida ali. Sem demagogia, nós tínhamos que olhar para isso e entender que nós podemos fazer muito mais do que nós fazemos.

[NÉLSON] Talvez eu não possa fazer tudo, eu disso.

[SULIVAN] Mas eu posso fazer mais sempre.

[NÉLSON] Eu não sou um bom musico, eu não sei tocar instrumento algum, eu sou uma negação, nunca tentei. Mas vejam, não é só isso. Existe aquele que é capaz de fazer isso, não é a minha habilidade, mas eu tenho outras. Vamos trabalhar com elas. Não vou sofrer só porque eu não sei tocar tambor.

[SULIVAN] Eu vou olhar se eu sei batucar e vou tirar o melhor som daquele batuque que eu sei fazer.

[NÉLSON] Eu fico imaginando nós dois no batuque. Graças a Deus que a nossa profissão é outra. Cada um sabe os riscos, o nosso risco nessa área é grande.

[SULIVAN] Mas se olharmos um ponto positivo, talvez nós conseguiríamos chamar chuva. Que nós estamos precisando.

[NÉLSON] Na verdade isso, sim. Nós podemos resgatar algum Xamã do passado que nós já vivemos e fazer com que a chuva venha.

[SULIVAN] E uma coisa que eu queria ressaltar para os nossos ouvintes. Observe o nome do nosso programa. É Acertar é Humano. E por que nós colocamos esse nome? É para acabar com esse jargão que “errar é humano”. Está bom, errar é humano e acertar também.

Então vamos olhar de maneira positiva, com foco na solução. Como é que você pode acertar? Acertar é humano, sim, e você pode fazer. Só depende de você, depende de nós e o que estamos a fim e com vontade de fazer.

Temos um quadro agora no nosso programa e encerrando o nosso assunto que foi Oportunidades e Riscos, fazendo os nossos ouvintes refletir e pensar sobre isso.

O que vem agora?

[NÉLSON] Agora vem uma canja que nós damos quanto ao momento do professor.

Eu vou falar justamente disso. Me perguntaram o que era “dar uma canja”.

[SULIVAN] O momento do professor. Vamos lá.

[NÉLSON] E o minuto do coaching. Nós misturamos. Nós fazemos o minuto do coaching e o momento do professor. O minuto do professor e o momento do coaching, porque nós estamos trabalhando em conjunto.

[SULIVAN] Primeiro nós vamos fazer o minuto do professor e depois nós fazemos o momento do coaching.

[NÉLSON] Nós ouvimos isso muito na música, uma canja. A canja, principalmente na música, é aquilo que se oferece a mais. É aquilo que você oferece de graça. É o músico que vai ao programa e fala: “Me dá uma canja”. Ele canta, ele dá uma palinha, ele canta alguma coisa, isso geralmente acontece com os músicos.

Era muito comum nos clubes de jazz, principalmente dos Estados Unidos, acontecer esse tipo de coisa. Vários músicos iam assistir aos seus companheiros e de repente eram chamados para poder fazer a sua apresentação. Eles davam uma canja.

Isso surge, principalmente, por causa da distribuição de sopas aos pobres. Essa distribuição de canja era gratuita, era algo que se oferecia sem a perspectiva de ganhar algo em troca. Porque o musico é um profissional, ele ganha para trabalhar. A canja que ele dá é uma mostra, é algo sem fim lucrativo, mas que ele está doando para as pessoas. Eu vou dar algo que eu tenho, algo em que eu sou bom, eu vou dar uma parte para vocês. Porque nós recebemos muitas vezes um dom e acreditamos que esse dom é só nosso, que ele não deve ser partilhado.

A canja é justamente quando você dá um pouquinho de você para os outros, sem esperar algo em troca. Isso daí pode estar na música, mas pode estar na vida também.

[SULIVAN] E com certeza está no processo de coaching. E qual é a próxima parte agora do programa?

[NÉLSON] Agora, sim, é o minuto do coaching. Vamos lá, Sulivan França.

[SULIVAN] Vamos dar uma canja para eles. Eu vou fazer uma pergunta para desafiar os nossos ouvintes a pensar um pouquinho sobre o que nós falamos de oportunidades e riscos, sem esperar nada em troca. É uma canja mesmo.

Ouvinte, pensa, tanto do ponto de vista pessoal quanto profissional. Você que estiver a possibilidade de pegar um pape e caneta para anotar essa pergunta e refletir sobre ela, pelo menos na próximas três horas da sua vida, pense sobre essa pergunta, pelo menos umas dez vezes.

Pense o seguinte. O que você está fingindo não ver na sua vida hoje? Talvez o que você possa estar fingindo não ver na sua vida hoje, pode ser uma grande oportunidade que esteja batendo à sua porta e você por medo ou qualquer outro motivo não está tomando uma atitude.

Ou o que você está fingindo não ver na sua vida hoje e pode ser um risco, uma grande ameaça na sua vida e você está preferindo não ver, por não ter que adotar uma postura corajosa, por não ter que tomar uma decisão ou quem sabe também por não ter que correr um pouco de risco. Então tanto do ponto de vista de oportunidade quanto de risco, o que você está fingindo não ver na sua vida hoje? Reflita sobre isso. Uma excelente quinta-feira a todos vocês e nos encontramos na próxima quinta.

[NÉLSON] Grande abraço a todos, minha gente.

♪ [tema acertar é humano] ♪

Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

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