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PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#027

Em 11/09 os apresentadores Sulivan França e Nélson Sartori abordaram o tema “Inovação”. Para incrementar a discussão os locutores receberam no estúdio o empresário Raphael Ribas, que deu dicas para quem quer inovar. Para finalizar o Programa o Master Coach Sulivan França, lançou a pergunta do “Minuto do Coaching” e na “Dica do Professor”, Nélson Sartori explicou a expressão “da pá virada”.

027 - Programa Acertar é Humano: de 11/09/2014

Programa Acertar é Humano (11/09/2014)

Nélson Sartori e Sulivan França

Tempo de áudio
25 minutos e 49 segundos
Legenda
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[...] ➔ palavra/trecho incompreensível
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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[SULIVAN] Bom dia, ouvinte Mundial. Aqui é o Sulivan França mais uma vez paraapresentar o programa Acertar é Humano. Ao meu lado?

[NÉLSON] Professor Nélson Sartori. Bom dia, ouvintes! Bom dia, minha gente!Estamos aqui mais um dia para falar sobre o que, Sulivan? Qual vai ser o nossotema de hoje?

[SULIVAN] Hoje nós vamos falar sobre inovação.

[NÉLSON] Isso é novo no nosso programa, não é?

[SULIVAN] É novinho. É no mínimo inovador.

[NÉLSON] Você trouxe alguém hoje?

[SULIVAN] Trouxemos um convidado. Nós trouxemos uma pessoa direto da capitalfederal. O pessoal está vindo de longe para dar entrevista aqui. É ibope noprograma.

[NÉLSON] Nosso acesso já está chegando do Tocantins, do Oiapoque ao Chuí.

[SULIVAN] Do Oiapoque ao Chuí, parando em Brasília, a pessoa veio.

Essa pessoa é um amigo muito querido, RaphaelRibas, que é proprietário da empresa Wiki9 Inovações.

[NÉLSON] Bem-vindo, Raphael.

[RAPHAEL] Bom dia a todos!

[SULIVAN] O Raphael vai falar um pouquinho aqui para nós hoje sobre inovação. Foiesse o convite que eu fiz para o Raphael.

INOVAÇÃO

[SULIVAN] Antes de começarmos a falar de inovação, eu fiquei curioso paraconhecer um pouquinho da história da Wiki9 e entender por que Wiki9. Parecenome de empresa de jogador de futebol (R7, R9, CR).

[RAPHAEL] Cristiano Ronaldo é CR.

[NÉLSON] Ou então nome de produto para misturar no leite. Antes tinha o Quik,agora é Wiki.

[risos]

[NÉLSON] É curioso. É um nome chamativo.

[SULIVAN] Por que Wiki9, Raphael?

[RAPHAEL] Porque acho que as ideias precisam ser transmitidas rapidamente. E eudemorava meia hora para explicar qual era o conceito, a ideia da minha empresa.Eu consegui reunir isso em cinco letras: W, I, K, I e o número nove. Que representauma nova palavra, que é a junção de dois conceitos: "wiki" e "9".

Wiki é um termo havaiano que significa rápido.Ele representa uma plataforma colaborativa pela internet, que foi popularizadapela Wikipedia.

O melhor entendimento é o acrônico: What I Know Is (o que eu sei é).

Então a proposta da Wiki9 é inovação através dainteligência coletiva. É onde cada um contribui com aquilo que sabe.

Então entendemos que todas as soluções necessáriaspara uma empresa, para uma organização, para uma associação, até mesmo para umafamília, as pessoas já têm. Aquilo ali seria como um quebra-cabeça: cada pessoatem uma pecinha daquilo. Se conseguirmos fazer com que essas pessoas tiremessas peças da cabeça e consigam expor para as outras pessoas aquilo, conseguiremosjuntos construir esse quebra-cabeça. E, ao construí-lo, é onde encontramos asconexões que ainda não tínhamos percebido e a inovação acaba acontecendo.

[SULIVAN] Você sabe o que é curioso de tudo isso?

O Raphael está colocando essa situação de aspessoas externalizarem as suas ideias, suas opiniões e de alguma maneira fazercom que a conexão dessas ideias e dessas opiniões aconteça.

O que eu achei interessante nessa fala foi oseguinte. Ainda nos dias de hoje existem pessoas que não têm a capacidade decompartilhar.

Como, com tanta inovação, com tanta tecnologia, omundo da forma como está caminhando, ainda existem pessoas que não têm acapacidade de compartilhar?

A ideia da inovação vem desse compartilhar.Interessante essa colocação e explicação do Wiki9.

[NÉLSON] É não compreender o momento que você está vivendo. Hoje em diacompartilhar é sobrevivência porque você não compartilha, você partilha, dividee o outro faz a mesma coisa. Você soma.

Uma empresa de inovação que procura somar vaiencontrar o acesso a todos àqueles que estão procurando. O mínimo que vocêconsegue nesse contexto e nesse pensamento, nesse modelo, é a participação detodos aqueles que têm uma ideia criativa, que buscam ter um trabalho, ter umaoportunidade de buscar alguma coisa. Isso é inovação. É criatividade.

[SULIVAN] E é uma quebra de paradigma se pararmos para pensar que não é de algumamaneira compartilhar para subtrair, é compartilhar para somar.

Muitos ainda estão na ideia de que, quando eucompartilho, eu estou subtraindo e não somando.

[NÉLSON] É uma troca.

[SULIVAN] Como diz a juventude de hoje: #ficadik.

Falando ainda sobre inovação, Raphael, me diz umacoisa.

Você explicou de maneira brilhante por que o nome Wiki9.No caminho para cá, nós estávamos conversando e você comentou uma coisa, tocouem um assunto bem interessante, que eu achei que foi a questão da banda, quandovocê junta os instrumentos e a música acontece ou não acontece.

Explica um pouco esse conceito ligado à inovação.

É uma metáfora do quebra-cabeça que ele acabou defalar.

[RAPHAEL] É muito bacana. Quando eu explico isso, a primeira pergunta quenormalmente as pessoas fazem é: "O que é inteligência coletiva?".

Essa metáfora da banda é a metáfora que mais mexecomigo para esse entendimento. Em uma banda, você tem instrumentos que são muitodiferentes, têm tons muito diferentes e que, se cada músico tocar do seu jeito,no seu ritmo ao mesmo tempo, aquilo vira barulho, aquilo incomoda. Quando elesencontram uma harmonia, aquilo vira música.

Então a ideia da inteligência coletiva seria essasmentes encontrarem essa harmonia.

O que sempre chamou a minha atenção é quando umcantor vira para um pianista e fala:

— Você conhece aquela música?

O pianista diz:

— Não.

Ele diz:

— Me dá um dó maior.

Ele começa a cantar e o pianista consegue criar umaharmonia em uma música que ele nunca ouviu, consegue transformar aquilo emmúsica.

Isso eu sempre achei muito fascinante.

Como eu nunca tive muita disposição para aprender acantar ou tocar um instrumento, eu parti para a dança de salão e aí fui buscaressa sintonia, entender como duas pessoas que não se conhecem, nunca tinham sevisto, conseguem entrar em sintonia, entrar em harmonia e transformar aquilo emum movimento sincronizado como se tivessem treinado e praticado aquilo durantemuito tempo.

Essa magia, essa coisa que ainda parece meiomístico como isso acontece, isso é o foco de curiosidade da minha vida.

Já são quase 15 anos buscando, aprendendo, tentandoentender como isso acontece. E aí o grande desafio é como promover isso, comoinstigar isso, como despertar isso nas pessoas.

[SULIVAN] Olha que interessante. O cantor de alguma maneira pede para o pianista:"Dá um dó maior" e o Raphael, como empresário, pede a seus clientes:"Dá um Wiki9.". É essa a ideia.

[risos]

[RAPHAEL] O ambiente Wiki9.

[SULIVAN] Exatamente. Dá uma ideia rápida.

Então não deixa de ser uma orquestra o meiocorporativo de certa maneira.

[NÉLSON] Se você não tem uma perspectiva de produção de alguma coisa, se vocênão tem criatividade, as coisas não acontecem. Acho que a criação é o quemotiva. É você motivar que a pessoa traga uma ideia, que crie alguma coisa.Essa ideia não surge do nada, ela provém do processo.

Você ter justamente esse desafio (porque o que elelança é um desafio): o que você tem aí de novidade para colocar nesse mundopara podermos trabalhar e montarmos essa banda?

O que às vezes falta é isso: você tem a ideia, masnão tem o segundo passo. Que é o que ele está fazendo.

Como colocar isso em prática? Como fazer disso aíum produto eficiente? Como sincronizar a ideia que você tem com aquilo que énecessário no mundo, aquele produto que está sendo buscado?

Eu acho que importante que alguém faça essa ponte,essa conexão.

[SULIVAN] Não só a ponte e a conexão mas uma coisa interessante que eu vejotambém nesse conceito que o Raphael explicou é a seguinte. Quando falamos doconceito inovação, muita gente pensa que inovação é criar a versão do iPhone10. Aí o sujeito quer partir do zero e criar algo que é extremamente inovador.E muitas vezes não, você pode inovar com coisas pequenas e outra vai conectaroutra ideia, que vai melhorar aquela tua ideia, a ideia dessa conexão etransformar isso em algo maior.

[NÉLSON] É a soma.

[SULIVAN] Exatamente. Sem fazer comercial para ninguém (eu sei que o nossoprograma está com picos altíssimos de audiência), mas existe uma empresa que éum grande exemplo de inovação. A própria 3M.

[RAPHAEL] E o post-it é a ferramenta que eu mais uso.

[SULIVAN] Como você pega aquele papelzinho amarelo, que era para chamar atenção ebota uma colinha em um negócio que hoje todo mundo usa.

Agora vamos usar algo bem corriqueiro. Quem nuncapegou uma fita-crepe e enrolou na mão para tirar o pelo da blusa presta?

[NÉLSON] Opa! Essa é boa.

[SULIVAN] Hoje você pega a 3M, que criou um rolinho, que você desencampa orolinho, enrola o negócio e tira todo o pelo da roupa.

São extremamente teoricamente simples, de fácilexecução até, mas que de alguma maneira acabam inovando e trazendo benefíciospara a humanidade.

Esses são dois exemplos que citamos da 3M, mas quemquiser entender um pouco da história da 3M vai ver que um dos valores da 3M éinovação.

[NÉLSON] O exemplo de inovar nesse exemplo que foi dado é o seguinte. Quando orolinho acaba, você enrola a própria fita-crepe no rolinho e transforma elemais uma vez.

[risos]

[SULIVAN] É o Nélson inovação a inovação. É o Nélson criando refil para orolinho.

Aí, 3M, fica atenta!

O André gostou da ideia.

[RAPHAEL] O bacana desse exemplo, Sulivan, é que a cola desse papelzinho foiconsiderada um fracasso porque ela não colava direito. Um cara jogou em umpapel, começou a colar e dali surgiu algo novo.

O que eu acho fundamental para o processo deinovação é aprendermos a calar o senso de ridículo que fica na nossa cabeça.

[SULIVAN] É dar ideia sem censura.

[RAPHAEL] Solta, solta, solta, solta.

[NÉLSON] A ideia pode não servir para um, mas serve para o outro. É aí que entraa questão do conjunto.

A ideia não vem à toa, a ideia vem com um processode inspiração logicamente se encaixando em algum momento. O que é importante éter ouvidos para poder perceber aquilo que foi colocado e onde aquilo vai serutilizado.

Muitas ideias surgem, mas a questão é: há alguémque as ouça?

Acho que esse é um dos diferenciais importantes dopensamento da inovação: quem ouve.

[SULIVAN] Perfeito. Tudo isso vem combinar com o processo de coaching, porque o coachingé muito criatividade, é muita inovação. O tempo todo você tem de se reinventardentro de um processo de coaching,tanto como coach como quanto coachee. O coachee se reinventa, reconstrói dentro de uma sessão de coaching e o coach tem de se desdobrar também para criar perguntas, para terideias.

[NÉLSON] Até mesmo porque uma meta em um determinado momento cai porque vocêsimplesmente não adaptou aquele processo, não adaptou aquele ideia ao seuprojeto.

[SULIVAN] E não se propôs a inovar.

[NÉLSON] Exatamente. É importante você acordar e saber o que vai fazer. Você játer a criatividade e ter a crença de que isso pode acontecer.

[SULIVAN] Raphael, quem está nos ouvindo deve estar pensando o seguinte:"Estou disposto a levantar agora e começar a inovar.".

[NÉLSON] Sai da cama, cara!

[SULIVAN] O cara está a fim de fazer isso agora.

Se você der três dicas "para você inovar,quais são as três coisas fundamentais?", o que você diria para o nossoouvinte hoje?

[RAPHAEL] Acho que a primeira seria aprender a rir um pouco mais. Quando entramosem uma empresa muito rígida e as pessoas começam a se soltar, a fazerbrincadeiras, elas começam a perder um pouco esse senso do ridículo e começam asoltar um pouco mais as ideias. Um faz piada em cima da informação que o outrojogou e dali acaba saindo algo sério, acaba saindo uma ideia de umabrincadeira.

[SULIVAN] A criatividade em um tom de brincadeira, deixar a mente fluir, deixaras ideias surgirem sem censura.

Ok. Rir mais.

Dois.

[RAPHAEL] Quando eu lembro de rir mais, eu lembro de criança. O que eu achofascinante é uma criança abrindo uma porta pela primeira vez. Ela vivenciaaquele momento como único, aquilo é novo. Então ela tem esse prazer dedescobrir.

[SULIVAN] É a descoberta.

[RAPHAEL] Essa descoberta é fantástica. O que vemos na descoberta é que a pessoaestá completamente vazia, o pensamento dela está aberto ao novo, aberto àexperiência.

[SULIVAN] Aberto ao aprendizado, aberto à experiência.

[RAPHAEL] O rir acho fantástico. Isso traz muito prazer para a vida facilita anos relacionarmos com outras pessoas. Não há nada melhor do que rirmos.

O pensamento de criança é você ter esse olhar denovidade. Essa curiosidade é fantástica também.

[SULIVAN] Terceira dica.

[RAPHAEL] Aí é a parte mais adulta da coisa: aprender a se questionar, aquestionar os padrões, a se perguntar.

Quando eu fiz o curso de coaching, deu um upgrademuito grande nesse conceito porque ali eu aprendi que para as pessoasdescobrirem por elas mesmas é muito importante. Aprender a fazer pergunta parao outro é aprender a fazer pergunta para si mesmo. (Eu fazia muita perguntapara mim mesmo e não tanto para os outros).

A pergunta, a dúvida, não ter medo dessa dúvida(acho fantástica a dúvida) é fundamental.

[SULIVAN] Primeiro: rir. Segunda?

[RAPHAEL] Pensamento de criança, olhar de criança.

[SULIVAN] O primeiro é rir, segundo é olhar de criança e o terceiro é "faça coaching".

[NÉLSON] Exatamente.

[risos]

[NÉLSON] Na SLAC.

[SULIVAN] Você que quer começar já pelo terceiro passo, não precisa sernecessariamente nessa ordem.

[RAPHAEL] O terceiro passo traz para o primeiro e primeiro segundo.

[SULIVAN] O terceiro traz para o primeiro, que vai trazer para o segundo... Vocêque quer fazer coaching vai seguir asdicas do Raphael para inovar na sua vida e na sua carreira, acesse o site www.slac.com.br e vocês verão lá cursos de coaching.

Fiquem à vontade.

[risos]

[SULIVAN] Começa por esse que é a melhor estratégia.

Vai se questionando, no processo de questionamento,você vai sorrir porque você vai ter descobertas fantásticas, vai ter um momentoque vai rir tanto que vai voltar a ser criança, então vai seguir o segundopasso que o Raphael fez, e ainda vai adquirir uma informação e colocar nocurrículo.

O que você acha, Nélson?

[NÉLSON] Exatamente.

É importante que você tenha ao mesmo tempo damotivação natural desse espírito de criança, você tem de sair desse estado decomodidade. Nada acontece por pura inspiração é preciso que haja também o passoem direção a buscar as ferramentas para que isso aconteça.

Eu acho que o grande ensinamento que foi dado aquitambém foi justamente buscar essas ferramentas.

"Eu tenho todo esse meu espírito aberto.Agora, como eu trabalho isso tudo? Como eu vou buscar?".

Assim como o Wiki9 é um espaço, um ambiente em quevocê vai buscar o desenvolvimento do seu trabalho, dessa sua criatividade, vocêtem de buscar, por exemplo na SLAC, o trabalho de profissionalização para queesse trabalho ou serviço seja realizado.

Ferramentas precisam ser trabalhados edesenvolvidas porque você tem de fazer uma previsão, você tem de ter o seuprojeto e isso não acontece pura e simplesmente pelo desejo.

[SULIVAN] No plano mental. É pensamento mais ação.

[NÉLSON] Você tem de ter todos os processos. Isso que é importante.

Achei muito importante quando ele falou dessesentimento, dessa coisa de criança e de descoberta porque é o grande prazer daexistência: a descoberta. É você abrir essa porta e saber que podem existir ummilhão de coisas, mas sem ter medo do que vai encontrar. Vamos encontrar coisasruins, vamos encontrar pedra, mas não podemos ter medo.

Há um velhinho, que tem uma sabedoria – eu já faleiisso antes; nunca esqueço a fala dele –, que é "trupicando é que a vamos paraa frente".

Mesmo que você abra a porta ali e você veja algumacoisa que talvez não seja aquilo que você esperava, você tem de ter esseespírito curioso, esse espírito inovador, esse espírito de buscar o que é novoe ir em frente porque com certeza algo sempre novo e sempre bom virá, por maisque às vezes esteja meio embaçadinho.

Criança não tem medo disso porque ela está semprecom esse espírito de descoberta. Tudo é novo no mundo dela.

[SULIVAN] Não tem o senso de censura e julgamento, por isso que a criança acabafazendo isso muito bem.

[NÉLSON] Nós não nos censuramos a nós mesmos o tempo inteiro?

[SULIVAN] Muitas vezes.

[NÉLSON] É isso que impede que demos o próximo passo.

[SULIVAN] Esse processo de julgamento que muitas vezes acaba prejudicando algumaspessoas e alguns profissionais também.

Agora, Raphael, você está lá em Brasília, a Wiki9tem sede em Brasília.

Qual a principal atuação da Wiki9 hoje? O que elafaz? Qual é o diferencial da Wiki9? Qual o posicionamento dela de mercado?

Conta um pouquinho sobre isso para nós.

[RAPHAEL] O estudo de inovação começou por uma pergunta que eu fiz a mim...

[SULIVAN] ...De novo. Começou pelo coaching.

[RAPHAEL] Começou pelo coaching.

[risos]

[RAPHAEL] Quem sou eu? Aí veio: qual a diferença do homem para o animal? Aí oentendimento a que eu cheguei foi de que grande diferença entre nós e osanimais é a tomada de decisão, é escolher.

O posicionamento da Wiki9 hoje é modelagem mentaldo processo decisório. Entendemos que se as pessoas têm o mesmo nível dequalidade das informações e juntas constroem a análise desse problema de umaforma lógica e estrutura, elas vão chegar às mesmas conclusões, elas vãoentender que são essas dez possibilidades que temos para resolver esseproblema. Só que um pode preferir A, outro pode preferir a B e outro podepreferir a C. E fica mais fácil encontrar aquele consenso.

Quando as pessoas conseguem entender isso tudo esaber principalmente qual seu papel nesse todo, as ações ficam mais harmônicas,acontecem de forma mais harmônica. Não é só a questão da inovação, eu precisotransformar isso em realidade também. Aí há outra grande dificuldade que aspessoas têm.

Quando elas entendem esse todo e esse papel delas,fica mais fácil de isso acontecer.

Quando entramos em uma empresa, o primeiro trabalhoque fazemos é construir uma linguagem que seja mais universal sobre asestratégias da empresa.

[SULIVAN] Seria uma linguagem universal para unificar as estratégias da empresa ede certa maneira fazer com que as pessoas entendam e facilitem o trânsito delasdentro das empresas.

[RAPHAEL] Isso.

[NÉLSON] O processo é facilitador.

[RAPHAEL] Que entendemos é que, por mais que falemos a mesma língua, o português,há uma grande diferença entre o signo, a palavra que usamos, e o significadoque há dentro de nós.

[SULIVAN] Sem dúvida.

[RAPHAEL] A pergunta acaba ajudando muito isso para deixar claro o que a outrapessoa está querendo falar.

Para conseguirmos ter essa linguagem comum, usamosmuito a linguagem visual porque a imagem é um símbolo muito universal. Criaressa imagem visual para que a empresa consiga trocar essa informação de formamais fácil é a chave para se tirar a peça de quebra-cabeça, jogar na parede ouquadro e que as pessoas possam conectar isso.

[SULIVAN] Bacana.

[NÉLSON] Muito legal. Fantástico.

[SULIVAN] Essa é a atividade da Wiki9 em Brasília.

Você que quiser entender um pouquinho mais sobre aWiki9, qual é o site, Raphael?

[RAPHAEL] www.wiki9.org.

[SULIVAN] Está aí. Wiki9. Agora, Nélson, o que vamos fazer?

[NÉLSON] Chegou o nosso momento do Minuto do Coaching.

MINUTO DO COACHING

[SULIVAN] Usando como inspiração a inovação (falamos que coaching é inovação e inovação é coaching, está tudo junto e misturado, como dizem os funkeiros doRio de Janeiro), vamos deixar uma pergunta para o sujeito refletir sobreinovação hoje.

O QUE VOCÊ TEM EVITADO FAZER QUE TALVEZSEJA ALGO EXTREMAMENTE NOVO E, POR SER NOVO, VOCÊ ESTÁ SE SENTINDO EXTREMAMENTEDESAFIADO E NÃO FEZ AINDA?

O QUE VOCÊ PODE FAZER AINDA ESSA SEMANA QUESEJA ALGO QUE ANTES NUNCA FEZ?

Esse foi o Minuto do Coaching.

Agora é o Dica do Professor.

Vamos lá, Nélson.

Qual é a Dica do Professor de hoje?

DICA DO PROFESSOR

[NÉLSON] Só para comentar então, que o nosso convidado aqui é da pá virada etrazer essa expressão.

[SULIVAN] Da pá virada. Então Wiki9 é da pá virada.

[NÉLSON] Só que isso também tem uma conotação às vezes negativa porque o da pávirada hoje é utilizado para aquela pessoa arrojada, corajosa, mas tambémmoleque travesso, peralta.

Isso surgiu, na verdade, da colher do pedreiro, quemuitas vezes usava a colher virada para baixo, o que não tem serventia alguma.

Dá pá virada, ouvinte, pode tanto ser aquele que éo inútil quanto aquele que, ao contrário, é o que inova, aquele que faz algodiferente e por isso acaba se tornando revolucionário por causa da sua coragem.

[SULIVAN] É daí que vem o termo "da pá virada".

Excelente explicação. Boa essa. Gostei dessa.

[NÉLSON] Gostou?

[SULIVAN] Você foi da pá virada hoje.

[NÉLSON] Foi encaixadinha essa.

[SULIVAN] Do sentido da inovação, não do outro.

[risos]

[SULIVAN] Acesse o nosso site.

Qual o nosso site, Nélson? Deixa o site no ar hoje.

[NÉLSON] O nosso site é o www.acertarehumano.com.br. Acompanhenossos programas, acompanhe sempre as nossas gravações e veja tudo que acontecenesse mundo maravilhoso do programa Acertar é Humano.

[SULIVAN] Lembrando que o nosso horário original é às sete horas da manhã, masexcepcionalmente neste mês, em que temos horário político, o nosso horárioficou às dez e meia. Então toda quinta-feira, às dez e meia, durante o períodoeleitoral.

Vamos deixar um recadinho: vote consciente. Paradepois não ter de quebrar a concessionária e fazer manifestação na Rebouças.

[NÉLSON] Um abraço a todos!

[SULIVAN] Excelente dia!

♪ [tema acertar é humano] ♪

Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

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