O primeiro ponto de hoje, é o nosso tamanho. Por vezes olhamos para uma simples pedra, que apareceu no nosso caminho, e nos bastaria ter poucos centímetros para passar por cima dela e ainda nos manter elegantes. Mas por alguma razão nos sentimos inferior, em tamanho, a esse problema. Esse sentimento se dá porque o tamanho que sentimos é a dimensão da nossa fisiologia apenas, e ela é dependente dos recursos que possuímos em um determinado estado. Para exemplificar, recentemente - todos aqueles que são meus amigos souberam - eu estive doente, bem doente. Logo, nesta ocasião eu me encontrava em uma situação restrita de recursos e, os amigos mais inteligentes pouparam de me expor a situações complexas ou desagradáveis, pois, em circunstâncias assim, temos escassez de recursos e transformar uma simples pedra em uma avalanche é simples. Atualmente, não mais doente, sinto que sou uma gigante, mesmo tendo 1,53m. Então, lembre-se: muitas vezes os nossos problemas são simples pedrinhas e para conhecer o nosso tamanho temos que ser realistas com os nossos estados para então oferecer um tamanho maior ao problema.

A segunda questão deste texto é justo a posse de nossos problemas. Quando estamos conscientes de nossos talentos e habilidades únicas e especiais não possuímos problemas e nem eles nos possuem. Nessas situações, apenas nos deparamos com o obstáculo que podem até ser a mesma pedrinha do parágrafo anterior, mas o superamos e levamos conosco apenas a experiência, e isso é show. Hoje mesmo, uma grande amiga veio me confessar que ninguém conseguia ver o tamanho dos problemas dela. Mas como eu - que já a vi superar situações bem mais desafiadoras do que a que ela me contou hoje sem se apegar -, posso ver o tamanho dos problemas dela se eu desconhecia-os até este almoço a relação de posse dela com esses novos problemas? Reflita: por que os problemas pertencem a você? A você pertence apenas as estratégias e as ações efetivas para lidar e superar os obstáculos, ora, solte imediatamente qualquer problema, e isso é uma ordem de uma Coach.

A terceira questão, agora, será o significado dos problemas. Nenhuma palavra possui significado além daquele que nós damos a ela. Se olharmos para os contratempos e resolvermos entendê-los como enormes problemas, assim serão. Para compreender, vá a uma linda festa, dance, converse, esqueça do tempo por um tempo, faça algo bem divertido para você, permita-se esse carinho e se alguma gota de vinho cair na sua Chanel branca... esqueça... você teve condições de comprar essa linda bolsa, e terá condições de comprar muitas outras, só que a partir dessa festa, contará com a experiência de qual será a sua próxima bolsa incrível será permeável... Não esqueça: somos tão felizes quanto as nossas mentes nos permitem.

Assim, terminamos o nosso texto de hoje, espero que vocês tenham pensado sobre: o seu tamanho real não é o da sua fisiologia; que se você quiser possuir e carregar algo consigo que seja os seus talentos e habilidades especiais e não os problemas; e, por fim, dê a sua mente apenas os significados que ela possa sentir bem, não piore as coisas para a sua mente.

E, seguindo o hábito das perguntas da Coach: O que não está acontecendo agora que você gostaria que estivesse acontecendo? O que você pode fazer para que essa situação fique do jeito que você almeja?



Informamos que esse texto é de inteira responsabilidade da autora identificada abaixo.

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Sonia Veruscka Escorel de Araujo

Executive Coach

Professional Coach e Analista DiSC. Engenheira de Segurança, Arquiteta e Urbanista, Pós-Graduada em Segurança Aplicada a Projetos de E&P, Especialista em Análise de Risco, Especialista em Segurança de Processo. Com vasta experiência em Planejamento e Gestão, atualmente cursando MBA de Gestão de Negócios. Mais informações: www.otriunfo.com.br