Temos em nossa vida crenças específicas e limitantes. Dedicamo-nos a elas mais do que às pessoas a quem amamos. Alguns creem que tomar sorvete dá dor de garganta instantaneamente,que colocar a bolsa no chão dá má sorte, e que quando tudo vai muito bem pode esperar que vai dar alguma coisa errada. Também acreditamos que se desejarmos muito na vida, não teremos como conseguir. Crenças são uma forma cansativa de rotular nossa vida como previsível, dramática, e até trágica. E se alguém nos contradiz, tentando nos fazer mais positivos, tratamos logo de provar que estamos absolutamente certos do “desastre” que nos espera quando queremos ser mais felizes. Ora, ora. Estaríamos fadados à lei do “tudo que é bom dura pouco”, e aos decretos do “não consigo”?

Certas crenças, inclusive, têm origem muitas vezes em nossa família, que sempre quis nos colocar nos trilhos em nome de nosso futuro, e querendo que fôssemos realistas o suficiente para não nos frustrarmos depois. A forma mais simples de entender o que esta crença nos faz: nos mantém seguros em nossa rotina, em nosso conformismo e de certa forma, longe das possibilidades que poderíamos ter pelo caminho, aquelas dos pop-ups que falamos no começo. Deixamos de reconhecer o que poderia nos ser bom ou maravilhoso, porque não acreditamos que é possível conseguir. Afinal, para que tentar?

Mas, há uma saída. Podemos ousar querer mais, desde que nos preparemos para a jornada que nos espera. Desejar mais do que básico e ir além, explorando nossos potenciais ao máximo, nos faz mais autênticos, mais produtivos, e muito mais realizados. Pensemos num exemplo: você quer saltar de um avião e chegar ao chão em segurança. Há uma grande diferença entre pular de um avião sem preparo e sem instruções suficientes de como usar um paraquedas, e pular acompanhado de um profissional para lhe apoiar, com paraquedas devidamente testado, consciência e recursos suficientes para um pouso seguro.

Tudo que fizermos sem consciência ou planejamento, tende a não apresentar resultados. Ao contrário, todo plano estrategicamente traçado e com ações e esforços continuados conduz ao sucesso. Se estiver claro dentro de nós o que queremos para nossa vida, é possível entender o que temos de recursos, o que falta, qual o primeiro passo e os demais que nos farão alcançar nossa meta. Esse é o papel do coach, o profissional de coaching, na vida das pessoas: apoiá-los na elaboração e conquista de metas. 
Transforme sonhos em realidade

Tal processo exigirá autoconhecimento, foco, autodesenvolvimento, estratégia, ações, e o que se deseja precisa ser mensurável, específico, realizável e com prazo definido, e relevante (deve haver uma coerência com valores e princípios da pessoa). Isso transforma um mero sonho ou desejo em uma meta, que será trabalhada para que se torne realidade.

Enfim, entendemos como conquistas, sucesso e coaching se relacionam, e entendemos como um coach pode nos guiar no alcance de nossas metas. Se ficou alguma dúvida, fique tranquilo. O assunto é vasto e temos muito a conversar. Até breve!


Informamos que esse texto é de inteira responsabilidade da autora identificada abaixo.

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Márcia Cristina Rodrigues Pereira

Life Coach

Trabalho ligado a Gestão de Pessoas e Liderança de Equipes desde o ano de 2001, no processo de seleção, treinamento, desenvolvimento de pessoas e formação de líderes. Atuando na Gestão de Relacionamento com Clientes, CRM, desde 2011, com especialização em projetos ligados à elaboração, implantação e acompanhamento de Pesquisas de Satisfação. Atuação como Life Coach a partir de 2015.