Vivemos um cenário de muitas mudanças e, portanto, os profissionais devem constantemente estar atualizados. No entanto, com o advento das redes sociais onde o volume gerado de informação é muito maior do que a nossa capacidade em absorvê-los, nos dá a impressão de que estamos em uma corrida frenética pelo atual.
Aprofundando na questão da necessidade do aperfeiçoamento profissional, assim como o seu smartphone de última geração amanhã já estará obsoleto, percebo que o mesmo ocorre com relação ao conhecimento.
Exemplificando: imagine que você começa uma especialização de Gestão X, e quando se forma observa que o seu curso mudou para Gestão Estratégica X e na grade curricular, reformulada, entraram novos módulos e saíram outros.
O que você sentiria?
Bom, é bem provável que ao invés de felicidade pela conquista, você se sentiria frustrado porque o seu conhecimento ainda não é suficiente para um mercado tão exigente. E mais, sem pensar, você se matricularia em um curso de aperfeiçoamento para atualizar o que já estava atualizado.
Aí amigo, você pensa: Ufa! Que alívio! Vou aprender os módulos que entraram na grade! Mas....E o que fazer com o conteúdo dos módulos que saíram? Ahhh... Deleto!
Agora imagine que você começa o seu curso de aperfeiçoamento, todo feliz porque não vai ficar para trás, mas descobre que o conteúdo era praticamente o mesmo que você aprendeu durante intermináveis aulas, só mudaram o nome.
O que você sentiria? (momento de refletir)
O desejo de se atualizar, se aperfeiçoar, de conhecer outras abordagens, aprender novas ferramentas é muito saudável e positivo desde que você selecione o conteúdo. Ou seja, pergunte a sim mesmo:

- Esse conhecimento é realmente importante para mim neste momento?

- Como e onde posso aplicá-lo?

- Por que eu preciso disso?

Lembre-se de que focar no que você busca e refletir sobre o que você quer é a base para o autodesenvolvimento, que é tema para um próximo encontro.

¡Hasta Luego!



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