Seja bem-vindo ao meu primeiro artigo, produzido para a Sociedade Latino Americana de Coaching, SLAC. Hoje quero falar um pouco com você sobre proatividade, mas antes disso, irei discorrer em poucas palavras sobre o comportamento reativo, sendo importante esta explicação para elucidar aspectos da proatividade.

Reatividade
Pessoas que possuem este tipo de comportamento tendem a agir sempre após um acontecimento, ou seja, ter reação a algo.
Frequentemente pessoas reativas não são bem vistas, pois passam a impressão de não se preocuparem antecipadamente com os problemas ou, num cenário mais preocupante, passam a percepção de deixarem situações pontuais sem a devida resolução.
A reatividade é justamente o oposto da proatividade.

Proatividade
Por definição o comportamento proativo refere-se a determinado ato de evitar ou resolver provável problema antes mesmo que ele venha a surgir.
Isso é feito através de planejamento, estratégia e execução. Pessoas com esse comportamento possuem o diferencial de evitar situações indesejadas e que coloquem em risco muitas outras coisas.

A proatividade num candidato é muito almejada por empresas na hora da contratação ou na hora de reter um liderado.

Pessoas proativas são ótimas para iniciar e criar projetos, trazer novas ideias. São as primeiras a participarem de algo. Elas também desenrolam projetos que estão engavetados e são sempre cheias de gás. Sabe aquela pessoa que é super legal estarmos por perto? Pessoas que muitas vezes motivam outras a fazer algo por conta do exemplo? Uma pessoa proativa toma a iniciativa das coisas, não necessita aguardar receber ordens de seu líder imediato.

O proativo está sempre almejando melhores resultados em tudo na sua vida, tanto no que se refere ao meio corporativo (onde trabalha) quanto em sua vida pessoal.

Se você chegou neste ponto do artigo, quero que pare por cinco minutos o que está fazendo concomitantemente à leitura.

Parou?

Certo, agora, quero que você reflita. Faça uma retrospectiva dos últimos 3 meses de sua vida pessoal e profissional.

Quais atividades você deixou de fazer por de repente se sentir cômodo e tornou possível que alguém realizasse isso em seu lugar? Como você se sente? Como vê isso?

Em contrapartida, quero que pense também em momentos, destes últimos 3 meses que você se sobressaiu e realmente colocou as mangas de fora e disse: “Pera aí! Deixa que disso cuido eu! Quero começar!”. Ou então: “Tive uma grande ideia, quero colocá-la em prática. Quem vem comigo?”

O que você sentiu ao pensar nisso? Como pode visualizar o momento? O que este momento te diz?

Qual conclusão você chega? Nos últimos 3 meses esteve mais reativo ou proativo? Qual forma você acha melhor? Sentiu que precisa de mudança ou um redirecionamento? O que você pode fazer para sair do quadro atual?
Despeço-me deixando para você esta reflexão: Que tal você ser motivo de inspiração para alguém? Até breve!

Conte comigo!



Informamos que esse texto é de inteira responsabilidade da autora identificada abaixo.

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Karine Gallo

Master Coach

Coach de Vida e Analista Comportamental (SLAC/IAC - International Association of Coaching / SLAC Coaching). * MBA Executivo em Marketing (FGV). * Comunicadora Social (UNESP). *Coordenadora Comercial.