Voltemos ao exemplo do primeiro artigo “querer casar”, eu apresentei algumas possíveis respostas:

· Tem um parceiro sexual constante

· Mostrar para sociedade o meu sucesso

· Seguir uma ordenança religiosa

· Garantir futuros herdeiros

Em cima desses argumentos você responderá numa folha de papel:

· Como eu poderia ter certeza do que você está dizendo?

· Quais evidencias existem para apoiar o que você está dizendo?

· Em que autoridade está baseada a sua argumentação?

Se você tem seguido o protocolo já se deu conta de que estamos numa profundidade grande, estamos testando os alicerces das crenças e valores de quem está falando. Num diálogo, esse tipo de aprofundamento é uma excelente maneira de criar uma intimidade, um jeito simples e eficaz de conhecer sem necessariamente interrogar.

Pensando em autoanálise, tem mais um pequeno truque que potencializa as outras perguntas:

· Como o meu argumento pode ser refutado?

· Quais os pontos fortes de fracos do meu argumento?

· Pensar assim é razoável?

É nesse ponto que se torna claro quais as fragilidades da minha ideia. Ver do ângulo oposto proporciona uma visão mais “ Pés no Chão”. Para responder à pergunta será preciso admitir todos pontos fracos da minha ideia, ao ponto de estremecer as bases da minha decisão, e isso consequentemente reduz cada vez mais a superficialidade do meu posicionamento.



Informamos que esse texto é de inteira responsabilidade do autor identificado abaixo.

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Silas dos Santos Coelho

Life Coach

Professional Coach , Analista DISC e Palestrante Motivacional. Músico Pianista e Acadêmico de Direito.