Crescimento pífio do PIB; escândalo sem precedentes da Petrobrás; inflação fora da meta; perspectivas de aperto e ajustes nas contas públicas como estratégia da próxima equipe econômica; perspectiva de juros altos para segurar a inflação; perspectiva de baixo crescimento para 2015; reflexo do efeito climático – maior seca dos últimos tempos; baixa previsibilidade, etc.  
Com tantas noticias “boas", ser líder nesse cenário não é para qualquer um. Nesses momentos de mais aperto, cenário de mercado mais acirrado, de concorrência mais agressiva, de crescimento baixo, de queda de vendas, de baixo resultado, a pressão exercida de cima para baixo é muito maior. Conviver com esse estado de cobrança mais exacerbada exige forte controle emocional e mais resiliência.
 
As empresas, nesse momento, precisam contar com líderes que trabalhem o relacionamento e executem melhor os estilos de liderança; que sejam mais participativos se necessário; que sejam mais autoritários se necessários - mostrando o caminho e modelando a melhor estratégia; que sejam mais ouvintes se necessários (democráticos ); que sejam mais diretivos com a equipe melhor preparada; que sejam visionários – mostrando e convencendo a equipe que as ações imediatas são necessárias para o futuro que está próximo e será mais atraente; que usem a ferramenta de feedback com mais frequência para desenvolver ou para reconhecer os resultados; e que, principalmente, exerçam a inspiração para os seus liderados buscarem mais alternativas, opções, utilizando toda a força de criação na direção de tornar essa passagem, que é cíclica, mais tênue possível.

Nesses momentos que os verdadeiros líderes aparecem e tomam a frente, assumem a situação e a responsabilidade, unem a equipe, inspiram a equipe, movem a equipe na direção da meta, criam possibilidades, buscam novos caminhos, encontram alternativas com foco na solução e principalmente geram AÇÃO.

O grande líder Jack Welch, que liderou a GE por muitos anos disse em algum momento: “No futuro todos os líderes serão coaches, quem não desenvolver essa habilidade será automaticamente descartado pelo mercado”.

O coaching tem a possibilidade através do seu processo e ferramentas de preparar o líder para melhor enfrentar os diferentes cenários mercadológicos. O processo apoia o líder no desenvolvimento das competências e habilidades de comunicação, de feedback, de planejamento, de entendimento da realidade e potencializa o comprometimento dos liderados com foco na solução, ação e resultados .

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