Vivemos em um mundo cada vez mais globalizado, automatizado, cheio de tecnologias “disso e daquilo”. As gerações nascidas nos anos 80 e início dos anos 90 deram um salto frente às gerações de seus pais, no que se refere à aspirações e conquistas materiais e financeiras. Descobertas que geram valor para as companhias recompensadas com bônus astronômicos, acompanhados de pouco tempo de intervalo, muita pressão pela entrega de metas mirabolantes e muitos fins de semana de trabalho “não oficial” para dar conta de todas as responsabilidades inerentes ao cargo na empresa e manter o estilo de vida tão diferente, mas tão mais confortável do que em sua infância e adolescência.

Sucesso em sua formação acadêmica. No início, tudo maravilhoso, dinheiro entrando para realizar algumas conquistas de projetos que, quando crianças, te deixavam sem fôlego só de pensar em conseguir. Viagens à Disney, compras em Miami, conhecer a Europa, MBA, especializações, inglês fluente, cursos variados e multidisciplinares. Com o passar de algum tempo, os padrões de vida mais simples da infância deixaram de existir, você está sempre preocupado em conquistar coisas materiais, manter um padrão de vida mais alto para o conforto maior de sua família e ganhar mais dinheiro.

O tempo vai passando e você percebe que está subindo vários degraus na carreira, mas que também tem menos tempo de qualidade para fazer coisas que começa a perceber que fazem também muito sentido em sua vida: cuidar e acompanhar o crescimento de seus filhos, ir à primeira partida de um campeonato do time do seu filho, aquela apresentação do balé da escola onde sua filha faz parte do elenco de bailarinas, fazer aquela segunda lua de mel tão sonhada no início do casamento, enfim ter a sensação de que está contribuindo com o mundo e não só pensando em nada além do próprio umbigo.

Você se tornou escravo de sua profissão e sequer se deu conta disso. Agora, você acredita que não há o que fazer, pois “começar do zero à essa altura do campeonato, será um desgaste maior do que manter-se onde está.” O propósito do que você faz está em xeque e por achar mais fácil, continua infeliz no que está fazendo ao invés de tentar algo diferente.

A boa notícia é que isso tem jeito, mas você precisa se comprometer com o propósito pelo qual vai viver, compreender de que forma pode aplicá-lo em seu cotidiano para saciar este propósito e voltar a ter o bem estar que outrora sentiu em sua caminhada. Você precisa entender se deve mudar de forma leve ou mais drástica o seu prisma de visão para ter o sentimento de autorrealização que viver este propósito vai lhe oferecer. Não é tão simples, mas todas as respostas para uma mudança de vida com mais realização pessoal e profissional estão aí, dentro da sua mente. Você só precisa encontrá-las.

Você precisa se perguntar coisas como: o que eu posso fazer a partir de hoje, para inserir o meu propósito em minha carreira?

O processo de Coaching irá fazer com que você atinja o seu potencial pleno, e com isso, achar essas respostas de forma que sua satisfação e autorrealização aumentem exponencialmente. 

Todas as ferramentas aplicadas em processos de Coaching tem validação científica, desbloqueando a sua mente para que você encontre o caminho mais eficaz e consistente de alcançar seus objetivos.



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