Enquanto trabalha na divulgação de seu trabalho usando as opções acima e outras tantas, fazer autocoaching traz mais clareza sobre o que funciona e o que não dá certo durante as sessões de coaching, tanto para o coach quanto para o coachee (cliente). Trata-se de uma oportunidade formidável de se conhecer melhor como coach e também passar pelos conflitos do cliente. Possibilitando assim, selecionar perguntas e ferramentas mais adequadas, evitando aquelas que se mostraram de pouca ou nenhuma utilidade.

Isso é apenas parte dos benefícios do autocoaching. Até agora só falamos de um reforço importante no processo de aprendizagem da nova e desafiadora profissão de coach. Outro ganho muito importante é justamente o que um programa de coaching bem trabalhado proporciona ao cliente: passar do estado atual ao estado desejado, atingindo ou aproximando-o de sua meta.

Uma boa dica é fazer autocoaching da mesma forma que se fará com um cliente (que não seja você mesmo), ou seja, sessões com hora marcada e duração de uma hora e meia, plano de ação (PA) ao final de cada sessão, verificação do PA no início da sessão, uso de perguntas estruturadas e escuta atenta. Isso mesmo, escuta atenta. Precisamos praticar isso para fazermos autocoaching por que o diálogo interno insiste em acontecer, desviando o nosso foco.

Sendo assim, autocoaching pode ser um ótimo recurso para o coach em início de carreira, proporcionando reflexões sobre suas práticas e entendendo melhor como é estar no lugar do seu cliente. Tudo isso trará mais confiança e autoconhecimento para a condução das sessões com os clientes que virão.



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Wagner de Azevedo

Life Coach

Coach certificado pela SLAC (Sociedade Latino Americana de Coaching.) Mais de 14 anos de experiência em liderança de equipes de Tecnologia da Informação (TI) no Exército. Professor universitário. Pós-graduado em Metodologia do Ensino Superior e TI. Graduado em TI. Aprovado em concurso público para a EsAEx (atual EsFCEx) em 1993.