Falar de marketing digital é algo bem interessante. É uma das coisas que eu mais tenho escutado nos últimos tempos, inclusive dentro de sala.

Muitos alunos chegam para mim e falam assim: “Sulivan, o que você acha do marketing digital?” E é uma pergunta que me intriga. Eu acho essa pergunta extremamente interessante, porque se a gente parar para analisar o marketing digital, nos últimos cinco anos, ele foi um dos temas mais falados, tal como Coaching.

Então, se nós analisarmos os últimos cinco anos, há dois temas que foram extremamente falados e de certa forma até desgastados: o tal do Coaching e o tal do marketing digital.
E eu sempre digo o seguinte: Coaching e marketing digital são dois métodos, são dois processos, são duas formas para chegar a algum lugar.

O Coaching é um método, é uma forma, é um processo para chegar a um objetivo específico.
O marketing digital é também um método, um processo para chegar a um objetivo específico, que é a venda de algo, de um produto ou de um serviço.

E aí, é importante a gente ressaltar - e eu sempre digo isso para os meus alunos - que o problema não está no Coaching e o problema não está no marketing digital.
Então, quando a gente fala especificamente do marketing digital, vamos lembrar o seguinte: ele é um método. E, por ser um método, ele não vai fazer mal a ninguém.

Ele tem as suas formas, o que fazer, como fazer. Ele tem o seu procedimento, as suas políticas, os seus conceitos éticos dentro do marketing digital e os seus conceitos não éticos.
O grande problema, muitas vezes, que acaba resvalando tanto no Coaching quanto no marketing digital, são os péssimos profissionais.

É aquele profissional, quando a gente fala do marketing digital, especificamente, é aquele profissional que liga uma câmera e fica quicando na frente de uma câmera.
Muitas vezes, o indivíduo, ele faz aquilo porque ele não tem uma habilidade de comunicação. Ele não tem uma competência de oratória, de retórica.
Ele, efetivamente, não tem capacidade de se comunicar de uma maneira assertiva, coerente, lógica e de uma maneira que faça com que as pessoas entendam, de uma maneira que seja polida, cadenciada, com bom senso.

E por não saber fazer isso, ele usa palavras de alto impacto, gestos, movimentos, animações. Quica na frente da câmera e faz ali as suas brincadeiras, os seus gritos de guerra, quando, muitas vezes, isso não é necessariamente um conteúdo. Isso é uma fanfarrice e uma forma de chamar atenção para aquilo que ele está tentando vender. E isso incomoda muita gente.
Então, é importante que a gente, até por uma competência de Coaching, a gente saiba que o indivíduo, quando ele faz uso desse tipo de questão, desse tipo de abordagem como acabei de citar agora, não é necessariamente porque é uma má pessoa. Não é necessariamente porque é uma pessoa de má índole.

Mas é uma pessoa que, muitas vezes, nós temos que saber, ter o bom senso e o discernimento de compreender que ela não tem nem bom senso e nem discernimento para propagar o seu conteúdo. Um conteúdo que, muitas vezes não tem e, por não ter, usa esse tipo de abordagem.

Então, o importante é que a gente sempre lembre que o problema não é o marketing digital, mas o mau uso da metodologia de marketing digital feita por alguns profissionais que não têm sequer bom senso e coerência nas informações que passam.

Assim, acabam transmitindo uma imagem que não é uma imagem que a gente espera de um determinado profissional e de alguém que efetivamente está transmitindo um conteúdo.
Então, a gente vê que hoje existe bobo da corte para tudo quanto é lado. O importante é a gente não se deixar levar por esses bobos da corte, por esses verdadeiros fanfarrões do mundo digital.
E também saber que a culpa, definitivamente, não é do marketing digital, mas sim desses verdadeiros - vamos deixar assim - brincalhões do mundo digital.

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