A importância da inteligência emocional na seleção de candidatos

Atualmente as empresas já tem conhecimento de que além da capacidade intelectual e competências técnicas, os candidatos precisam ser investigados em suas qualidades pessoais, como iniciativa, liderança, adaptabilidade, empatia ou capacidade de persuasão. Dessa forma, é possível analisar por completo a capacidade desses funcionários trabalharem em equipe e o quanto podem maximizar a produção.

A empresa que segue por esse caminho em seu RH, acaba adotando a prática de avaliar candidatos não só em seu raciocínio lógico e capacidade analítica, mas também em sua inteligência emocional, que afeta a todos no ambiente de trabalho, dos postos mais modestos aos altos cargos de direção.

Atenção durante o processo de seleção

Durante o processo de recrutamento e seleção propriamente dita, o ato de selecionar merece uma atenção especial, porque define, por diferentes modos e com diferentes estratégias, qual candidato vai ficar com qual vaga.

A seleção de pessoas implica em uma comparação entre as características de cada candidato com um padrão de referência e uma escolha feita pelo chefe imediato com o objetivo de manter ou aumentar a eficiência e o desempenho do pessoal, bem como a eficácia da organização.

Desenvolvendo a inteligência emocional

Portanto, é imprescindível que esse entrevistador tenha uma inteligência emocional aprimorada, com autocontrole e que se conheça bem. Pois dessa forma, certamente terá muito mais facilidade em permitir que o candidato se sinta à vontade para exprimir as suas experiências e expectativas e relatar as competências durante o processo seletivo. Com isso, o entrevistador conseguirá determinar com mais facilidade quais são as características mais relevantes, e selecionará com mais certeza os futuros funcionários corretos para as respectivas áreas empresariais.

Os profissionais de RH que atuam nessas condições, com sua inteligência emocional, sabem que uma boa gestão de pessoas é a condição necessária para o sucesso, e também que lidar com pessoas deixou de ser um desafio e passou a ser uma vantagem competitiva para as organizações bem-sucedidas.