Pode ser de extrema utilidade reconhecer as próprias barreiras. Você se vê em alguma das afirmações abaixo? -“Não sei aconselhar. Não quero aconselhar. Acho que não nasci para o coaching”. -Não dão valor ao coaching por aqui. Aqui não há nenhum modelo de papel para coaching. Não recebi apoio”. -“Os benefícios não estão claros para mim. Olhe o meu caso – nunca recebi coaching e sou bem-sucedido. Estou indo bem; não preciso de feedback”. -Não faz parte de minha função. Outra pessoa fará isso”. -“Demora demais aprender a aconselhar e depois colocar em prática. As minhas necessidades imediatas são maiores do que as necessidades de desenvolvimento deles. Outras coisas são mais importantes. -“É inconveniente. É difícil. Toma tempo. É desnecessário”. -“Mudar dá medo. Tenho receio de perguntar como. Vou perder o controle. Vou cometer erros”. -“Tive uma má experiência pessoal com o coaching. Na verdade não funciona”. -“Não confio nos outros para me aconselharem. Não quero confrontar-me com as pessoas”. -“Não consigo mudar. Não quero mudar”. -“Não fará diferença. As pessoas não vão mudar com o coaching. As pessoas mantêm seus compromissos. As pessoas não querem receber o coaching. As pessoas são preguiçosas e não reagirão. O meu pessoal já sabe o que penso deles”. -“Não passa de mais uma moda gerencial. Coaching é apenas uma palavra chique para ‘bancar o chefe mandão’.” -“O trabalho de verdade é mais importante”. Ao examinar essa lista, quais crenças você consegue identificar como suas? Algumas delas são próximas das suas? Existem outras crenças que você possa ter a respeito de coaching? Se você tem um compromisso pessoal em se tornar um coach, essas crenças não precisam ser como âncoras ao redor do seu pescoço. Marshall Goldsmith, Laurence Lyons e Alissa Freas em Coaching : exercício da liderança, editora campus, 2003.