Aprender habilidades do coaching é uma tarefa relativamente fácil e, no ambiente de um treinamento, a maioria das pessoas pode conseguir certo nível de proficiência em poucos dias. 

Os problemas surgem quando as pessoas retornam ao seu local de trabalho, onde o negócio, a cultura dominante e as expectativas de colegas, chefe e subordinados tendem a minar as boas intenções apresentadas no fim do treinamento.

Embora as habilidades sejam realmente importantes, um coach ainda inexperiente, mas que seja uma boa pessoa, é muito melhor que alguém que não saiba fazer nada do coaching. Não tenho certeza se é possível ser um “mau” coach se a pessoa tem boas intenções: um “jogo interno” sólido resulta em um “jogo externo” também sólido.

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Esse texto possui informações extraídas do livro "Coaching Eficaz" de Myles Downey, editora CENGAGE Learning, 3ª edição, 2010.