O indivíduo e a organização

O indivíduo e a organização para que possam alcançar alguns de seus objetivos. Esses objetivos podem ser simples, como obter dinheiro o suficiente para pegar a prestação da casa, ou complexos, como satisfazer a necessidade de fazer uma contribuição significativa. Assim, esses objetivos podem ser bem pensados, claros ou ambíguos, e ser uma simples reação. Organizações podem empregar indivíduos para que estes possam completar a missão e atingir os objetivos delas. Em geral, os objetivos são, se não claros, ao menos explícitos, e os responsáveis buscarão pessoas corretas do que indivíduos o são ao identificar a organização correta – ou em entender seus próprios objetivos e metas.

Uma relação bem-sucedida entre indivíduo e organização é conseguida quando ambas as partes chegam a seus objetivos. Trata-se de uma dinâmica fundamental em qualquer organização; se for negligenciada, as pessoas vão embora e, ao final, não haverá mais organização.

O indivíduo tem, evidentemente, uma responsabilidade significativa de garantir o sucesso no relacionamento, assim como no caso da organização, que dará autoridade a um certo número de pessoas para garantir que suas responsabilidades sejam cumpridas. Uma parte disso é atribuída aos profissionais de recursos humanos. Mas, de longe, a maior parte da responsabilidade da organização está com o gerente de linha. É seu trabalho garantir que as necessidades de ambas as partes sejam satisfeitas. Há três elementos genéricos no papel dos gerentes de linha que permitem que isso ocorra: liderança, gerência e coaching. Myles Downey, em Coaching Eficaz, editora CENGAGE Learning, 3ª edição, 2010.