Benchmarking com coaching

O termo benchmarking foi inventado nos primórdios da carpintaria e fabricação de armários.

Originalmente, referia-se ao banco que os carpinteiros costumavam marcar comprimentos e dimensões, que posteriormente seriam usados como medida padrão para comparar com outros pedaços de madeira. Essa prática permitiu um trabalho consistente nos produtos finais.

Esse conceito foi introduzido no mercado em meados da década de 1970 pela empresa Xerox e passou a designar o processo de comparação de produtos, serviços e práticas organizacionais pré-estabelecidas, importante instrumento de gestão das empresas.

A importância do benchmarking para empresas

O benchmarking é realizado através de pesquisas em que uma empresa determina, de forma sistemática, a competitividade dos seus processos frente aos dos concorrentes, através da comparação com as outras empresas integrantes do mesmo ambiente em que ela está inclusa.

A American Society for Quality (ASQ) define benchmarking como o processo de medição e comparação contínua de uma organização relativamente às organizações líderes em qualquer parte do mundo, de modo a obter informação que ajude essa organização a empreender ações destinadas à melhoria de sua performance.

O benchmarking consiste em aprender com outras empresas, sendo um trabalho de grande intensidade, que requer bastante tempo e disciplina. Pode ser aplicado a qualquer processo e é relevante para qualquer organização, tendo em conta que se trata de um instrumento que contribui para melhor o desempenho da empresa ou organização.

O benchmarking aplicado na metodologia de coaching

No campo do coaching, o benchmarking pode ser usado como um modelo e um processo que consiste em retroceder de uma habilidade ou competência, modelando os componentes críticos de sucesso, estabelecendo padrões sensoriais ou empíricos e criando uma escala para níveis dessa competência.

Nesse sentido, não apenas mede e estabelece critérios de excelência, como também fornece um meio para que possamos tirar ideias, crenças, sentimentos, intenções e outros estados internos intangíveis e traduzi-los para o mundo empírico como ações práticas.