PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#046

Em 05/03 o professor Nélson Sartori abordou o tema “Meia Idade”. Chegar aos 40 anos pode trazer uma série de fatores de mudanças.

046 - Programa Acertar é Humano: de 05/03/2015

Sulivan França é comentarista no programa Feiras & Negócios

Programa Acertar é Humano (05/03/2015)

Nélson Sartori e Sulivan França

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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[NÉLSON] Bom dia, ouvinte Mundial. Professor Nélson Sartori falando aqui com vocês.

Hoje vamos falar sobre um assunto que não é nem específico, mas um alvo bem específico, que muitas vezes nos procuram nas sessões de coaching para o trabalho, que é a pessoa de meia-idade.

A MEIA-IDADE

Hoje em dia é difícil dizer qual é a metade da idade. A expectativa é que as pessoas vivam mais de 100 anos. Não a que está aqui, mas a geração atual que fala mais ou menos viva até os 100. Então vai dizer que meia-idade é 50, só que teoricamente ela é uns 40 anos.

Essa é uma idade de reflexão bastante forte porque você já não é mais uma criança, você ainda está em uma idade produtiva, extremamente produtiva, está no auge da sua produtividade, mas muitas vezes algumas coisinhas acabam dando errado, não necessariamente só profissionais, mas coisas que nem sempre dão certo (não é dar errado, é a idade que chega mesmo).

Aos 40 anos, você levanta com aquela dorzinha nas costas e fala: "De onde veio essa dorzinha?". Veio dos 40 anos de peso que você carregou em cima da sua coluna, do sedentarismo, do estresse ou uma série de fatores que mostram para você que você chegou à meia-idade.

A parte importante, que muitas vezes as pessoas vêm nos procurar, é através da questão da produtividade porque acabam se sentindo discriminadas. Aquele que acaba tendo de procurar uma recolocação profissional sente muito o peso de uma idade que não tem, mas acaba sendo visto, apesar de ser uma pessoa bastante estável, como uma visão conservadora apesar de não ser, mas muitas empresas ainda constroem esse conceito, querem sempre a eterna mente jovem, como se a pessoa com 40 anos não tivesse a experiência para ter uma mente jovem. Ele tem a mente jovem há mais tempo do que os outros, então ele exercita isso tudo.

Mesmo assim, algumas áreas do mercado de trabalho buscam, por uma questão muitas vezes estética ou tecnológica, sempre as pessoas mais jovens. Vemos esse tipo de drama acontecer com muita gente, independentemente do sexo, do gênero da pessoa, porque cada um tem sua identidade.

Todos têm sua experiência. Esse é um fator que é bastante importante, mas que a nossa cultura não está sabendo apreciar. A nossa cultura não está sabendo mais apreciar o valor de quem começa a ganhar experiência de vida.

As pessoas, de uma maneira geral, que assimilam uma determinada experiência acabam muitas vezes colocando em risco a estabilidade de outras. Essa é uma pessoa potencialmente perigosa ao invés de ser uma pessoa potencialmente contribuidora com sua experiência, com tudo aquilo que ela viveu.

Hoje em dia vemos em algumas situações (veja, não estou dizendo que são todas) de mercado, principalmente em algumas áreas do empreendedorismo, em que se busca o arrojamento, a novidade, a exposição, a pessoa se aproxima desse grau de estabilidade de vida não acabam necessariamente sendo aproveitada.

James Bond e a Meia-Idade

Vi isso muito bem e acho que o tema foi muito bem aproveitado em um filme relativamente recente, um filme que eu não esperava, que para mim foi uma surpresa. Dentro da franquia do 007, no último filme, Skyfall. Ele coloca o agente 007 enfrentando a chegada dos 50 anos.

O grande herói, o grande símbolo da sexualidade, o símbolo da virilidade masculina dentro do cinema chega aos 50 anos, com dificuldades de se mostrar apto fisicamente, como fazia no passado, para exercer suas funções, ele tem as marcas do tempo e da profissão que fazem com que oscile, segundo seus supervisores, a sua capacidade e sua competência. Ele acaba sendo protegido por alguma pessoa mais velha do que ele, que talvez seria aquela capaz de compreendê-lo, que seria a chefe.

Mesmo assim vemos o drama de um super-herói, um super símbolo do cinema passando pelas dificuldades que o homem moderno passa: colocação profissional, o quanto pode ser dispensável diante da necessidade do jovem etc. No que diz respeito ao vigor necessário dentro daquele espaço da investigação, da espionagem, que precisa de uma suposta virilidade, ele já estava fora.

Vemos muito isso aí. Todas as carreiras que exigem do homem uma predisposição física, tornam-se bastante curtas. Muitas vezes ele acaba sendo aproveitado como um treinador, que é o que acontece no futebol. Isso precisa ser mais incentivado. É um problema que acabamos vendo acontecer.

Achei muito interessante essa exploração no que diz respeito à idade, ao mostrar uma angústia. Realmente, quando a pessoa chega nessa fase da vida, ela faz uma reavaliação. Esse é o fator que faz com que elas nos procurem muito.

O que vai ser da minha vida daqui para a frente? E se eu ficar doente?

Conflito de Gerações

Geralmente esse é o momento em que estamos com os filhos no maior momento de necessidade de nós. Se você se casou em torno dos 25–30 anos, você estará chegando à adolescência dos seus filhos. As necessidades de vestimenta, as necessidades escolares, o conflito de ideias: é conflitante isso tudo.

Você vem, queira ou não, de uma geração antiga e tem de lidar com pessoas mais novas do que você, um pessoal que vê, dentro do mundo em que você está, uma desvalorização de quem envelheceu. Não existe aquela perspectiva cultural de a pessoa mais velha ser mais experiente e necessitar de maior atenção, de ela ser capaz de oferecer a você aquilo que ela acumulou na vida. Não, hoje em dia o jovem é treinado a ver aquele que é mais velho como alguém ultrapassado, com ideias ultrapassados, sendo seu tempo outro.

Isso daí acaba sendo notório quando você vê o filho e o pai juntos diante da tecnologia. Um garoto com muito menos experiência às vezes com uma disposição, uma versatilidade maior ao lidar com esse tipo de mecanismo da vida, hoje em dia vai fazendo com que ele veja a fragilidade do seu pai. "Ele não consegue dominar tão bem. Tem tanta experiência e não domina a parte de eletrônica, a parte de informática que eu domino bem melhor" – com algumas exceções de quem trabalha diretamente com isso. Essa acaba sendo uma referência negativa.

Aí entra a roupa, o tipo de música, a geração em que você vive. Tudo isso vai colocando cada vez mais a figura dessa pessoa de meia-idade como uma pessoa que já passou de uma linha de tempo. Acordar e gemer está virando uma coisa normal. Isso faz parte de todo mundo.

Eu, que já estou também atingindo essa meia-idade (lógico que pretendo viver até os 110 anos), estou atingindo a meia-idade na minha perspectiva e já percebo alguma coisa assim. Se de manhã eu levantar da cama, botar o pé no chão e não sentir dor, eu falo: "Morri. Alguma coisa aconteceu.". Se não doer, não sou eu.

Produtividade na meia-idade

Vemos a realidade, a característica desse momento, você ousar com essa idade. Acabamos sendo desmotivados.

Quanta produtividade você ainda tem pela frente?

Posso fazer uma continha bem rápida.

A pessoa que tem 40 anos hoje é produtividade por quanto tempo? Por pouquíssimo tempo.

Aquele que teve um trabalho de sustento teve um trabalho de sustento, não teve uma colocação profissional efetiva a partir daquilo que desejava.

Um jovem hoje em dia de classe média vai começar a atuar no mercado de trabalho de fato depois que ele termina a carreira universitária. Ele já vai estar com seus 25 anos, vai conquistar uma estabilidade aos 30 e, quando ele chegar aos 40–45, tem 15 anos de experiência. Com 30 anos de experiência ele é aposentado, mas com 15 anos de experiência é como se ele tivesse vivido muito.

Agora imagine o seguinte. Se você vai viver até seus 80 anos, olhe quanto tempo você tem pela sua frente de vida. É muito mais vida do que você já viveu. Você só tomou consciência da sua existência de fato, produtividade, responsabilidade e seu papel no mundo a partir do momento em que você começou a se tornar integrado à essa realidade e que você tinha já seus 30 anos.

Quando você olhou e falou: "Eu constituí família, tenho responsabilidade social, sou um cidadão, tenho minhas responsabilidades financeiras, tenho aqueles que dependem de mim, aqueles com quem convivo, tenho minha afetividade, tenho tudo.". A partir desse momento, você vai ter mais 15 anos de vida produtiva até chegar à meia-idade. De repente você é abalado por toda essa realização cultural.

É importante as pessoas perceberem que esse é um momento brilhante, belo da nossa vida, que é produtivo sim.

Deixar o passado e olhar para o futuro

Não pensem no que foi. Esse é o grande erro de quem chega a essa idade: pensar no que passou e não no que vem pela frente.

Você tem muita vida produtiva pela frente. Você pode começar agora. Você pode mudar tudo. Você pode começar uma nova carreira, uma nova vida.

Quantas pessoas chegam nesse momento da vida e mudam até mesmo sua relação familiar? Quantas casais não se separam nesse momento porque estão em conflito e recomeçam sua vida?

Aqueles que se tornam pais aos 40 anos, que têm ali pela frente a aposentadoria, têm um filho que vai ficar junto com você na sua dependência por aproximadamente 20 anos. Como você pensa em estabilidade se, aos 60 anos, você tem de ser plenamente produtivo?

Veja, plenamente produtivo para os outros. Você tem muita capacidade produtiva, você tem muito chão a percorrer. Ter 60 anos hoje em dia não é absolutamente nada. É ali que diríamos que a pessoa está chegando em uma idade de maturidade em que ela tem equilíbrio.

Hoje em dia a medicina proporciona ao homem, além da longevidade, uma virilidade maior, que antigamente era um grande medo, principalmente do homem. O homem chegava ao medo da questão da virilidade; a mulher no que diz respeito à menopausa e seus hormônios. Hoje em dia temos tratamento para tudo isso. A pessoa preserva sua vida e tem uma vida normal hoje em dia.

Lógico que há dificuldades.

Você pode entrar em conflito? Pode. O lobo mau acaba se dando mal muitas vezes.

Não necessariamente uma regra, mas às vezes a pessoa muda sua vida, conhece uma pessoa muito mais nova que ela e dentro dessa relação de convivência é que ela vai ter de buscar o equilíbrio porque vai ter de dar uns passos atrás.

Você, uma pessoa com 35–45 anos, conhece uma pessoa 10 anos mais jovem, que tem um pique de 10 anos mais jovem, que está em plena ação nesse contexto: alguém tem de acompanhar, e tem de ser você.

É possível isso acontecer? Lógico que é.

Você tem condições para isso? Tem.

O que é importante é nunca sentir e nunca acreditar que essa idade vai representar para você alguma coisa negativa. Não representa. Somos todos extremamente produtivos.

Aproveitando a meia-idade

Estamos constantemente trabalhando todos os dias a ideia de caminharmos e envelhecermos, sendo que essa velhice acaba se tornando na verdade o grande presente da nossa vida: a experiência, a complexo de compreensão dos outros.

Aí entra algo que deve ser aproveitado. Acho que cultura deve ser resgatada principalmente no valor da pessoa que conquista essa experiência, e não ser descartada. Temos uma cultura de descartar a pessoa que se aposenta.

Acho isso incrível. Carlos Drummond de Andrade, um dos poetas da história da literatura brasileira, se tornou efetivamente produtivo dentro da arte quando se aposenta do serviço público. Ele passa realmente a trabalhar dentro de jornais, começa a debater a sua arte com muita profundidade.

Manoel Bandeira vai até aos 80 anos com produtividade poética. Começou jovem e continuou produzindo até o final da vida.

Como você vai me dizer que pessoas como essas estão ultrapassadas? Não existe isso.

Mudanças

Você não pode colocar as coisas em planos separados.

Existem as marcas no momento em que você chegou? Sim. Os cabelos ficam grisalhos, um pouquinho mais brancos (principalmente para nós que temos cabelo, não é verdade, Evaldo?) Temos um companheiro aqui que não tem esse problema. O Sulivan não passa por esse problema de ter cabelos brancos. Acho que ele nunca vai ter cabelos brancos. Para isso, seria necessário ter cabelo. A pessoa não está aqui, é certo que podemos dar uma cutucada.

Outra coisa interessante. Fisicamente não temos mais aquela disposição física, aquela projeção física.

Esses dias eu vi algo interessante. O homem sem barriga é um homem sem experiência, um homem sem vida, um homem que não viveu. Eu posso falar de cátedra, a experiência é a grandeza de um homem. Assim, a barriguinha e o cabelo branco mostram que você atingiu um status, uma barreira que foi vencida.

Minha filha fala para mim isso daí (eu amo aquela menina). Ela falou:

— Pai, você é pai. Você parece pai, você tem cara de pai, cabelo de pai, barriga de pai, então você é pai. Eu não quero você diferente disso. Eu tenho amigas que o pai é todo malhado e que não tem cara de pai. Ela anda junto com o pai e parece que está tendo um romance com uma pessoa mais velha.

Então o interessante é realmente isso, você entender essas relações suas com a vida.

O amor nesse momento eu vejo ser algo até mais nobre. Talvez aquela paixão do começo do relacionamento não esteja mais tão viva, mas a necessidade, a presença da companheira nessa idade é algo importante.

Eu falo que é importante andar com ela de mão dada: a mão vai sozinha; viramos uma coisa só.

Reposicionamento diante da nova realidade

Nós amadurecemos e nos estruturamos diante dessa realidade, a realidade da família, da companheira, do amor, dos filhos.

E a realidade profissional precisa acompanhar essa estrutura. É por isso que vemos muita gente hoje em dia que atinge a meia-idade buscando uma independência e não necessariamente sua estabilidade. Ela ousa, mas na busca da independência, que é para poder continuar sendo produtivo enquanto estiver sentado, enquanto estiver em pé, enquanto estiver deitado, ou seja, ela quer produzir o tempo todo.

Como muitas vezes ela depende dos outros para ter essa estabilidade, ela procura sua independência. Aí vimos muitas vezes a necessidade de essa pessoa buscar o aconselhamento, buscar um reposicionamento e uma autocentralização com um trabalho feito pelo coaching.

Esse trabalho principalmente na vida das pessoas é transformador. A pessoa se reposiciona, se reavalia, reconstrói seus projetos e, mais importante, caminha em direção a tudo isso.

É um dos aspectos que gostaríamos de falar porque muita gente nos procura dentro dessa condição e muitas vezes relativamente angustiadas porque atingiram esse espaço. O que temos a dizer é que esse momento é maravilhoso, um momento brilhante.

Se você se sente assim e se o mercado trata você assim, está na hora de você criar sua própria estabilidade, que muitas vezes vem pela mudança do que está acontecendo na sua vida: uma mudança profissional, uma mudança dentro daquilo que você considerava estabilidade.

As pessoas dizem: "Eu já atingi um status e não quero sair disso.". A vida não respeita isso, a vida não para e elas simplesmente acreditando que tudo pode estar do jeito que está.

Cada dia uma coisa nova acontece em nossa vida. Alguém chega em sua vida, vai precisar de você e você vai ter de responder à vida da melhor maneira possível.

Esse nosso programa hoje foi dedicado justamente a nós, às pessoas que atingem uma idade mais madura e que às vezes ficam ansiosas demais, angustiadas demais, achando que chegaram a uma idade crítica. Crítica nada, chegaram a uma idade brilhante, uma idade dourada de maturidade, de força e que deve continuar assim por muito tempo.

Lembre-se. Você, homem ou mulher, que já ultrapassou os 40 anos, lembre-se, você chegou na verdade ao ponto de partida do melhor da sua vida, você tem muito pela frente. Hoje em dia, com as condições que o mundo nos oferece, temos uma expectativa de produtividade muito grande.

Não se abale, invista em si mesmo, na sua vida, na relação familiar, na relação afetiva, na relação profissional, no seu estudo e em tudo que quiser porque a vida ainda está inteirinha, a maior parte, ainda por vir e você pode ser feliz nesse contexto.

Minha gente, foi um grande prazer falar com vocês hoje aqui no nosso programa Acertar é Humano.

Nos acompanhe pelas redes sociais.

Um grande abraço a todos! Até nossa próxima semana. Tchau, tchau.

♪ [tema acertar é humano] ♪

Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

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