PROGRAMA ACERTAR É HUMANO

#043

O professor e apresentador Nélson Sartori abordou no Programa Acertar é Humano do dia 12/02 uma síndrome existente no dia a dia de muitas pessoas, a síndrome do pessimismo e negativismo, do caos.

043 - Programa Acertar é Humano: de 12/02/2015

Sulivan França é comentarista no programa Feiras & Negócios

Programa Acertar é Humano (12/02/2015)

Nélson Sartori e Luciane Sartori

Tempo de áudio
25 minutos e 44 segundos
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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[NÉLSON] Bom dia, minha gente. Aqui é o professor Nélson Sartori em mais um programa Acertar é Humano. Hoje mais uma vez aqui em carreira solo. Meu companheiro e amigo Sulivan França está em turnê pelo Brasil, fazendo suas palestras e principalmente ministrando os cursos da SLAC Coaching e não pode estar aqui conosco.

Já está dando saudade.

Não está, não, Evaldo? Evaldo está com saudade.

O pessoal liga e fala: "Professor, precisa equilibrar um pouquinho essa sua voz sexy com a voz dele, que nos tira dessa sintonia.". Eu entendo. É importante. Você tem de ter primeiro a voz, que é a minha, e o acompanhamento, que é do Sulivan. Aquele fundinho musical não é a melodia representada pela voz dele, mas faz falta, sabemos disso.

Pessoal, hoje escolhemos um tema para trabalhar com vocês, que na verdade é algo que nos preocupa bastante, que ouvimos o tempo inteiro, que é o que estão dizendo por aí. Quando falamos "o que estão dizendo por aí?" é muito a respeito dessa temática do caos.

O CAOS DO NEGATIVISMO

O que mais ouvimos hoje em dia é o caos. As pessoas estão pessimistas, negativas. Tudo o que as pessoas têm a falar é negativo. Elas criam uma energia negativa muito forte, atraem isso para elas e para todos que estão à sua volta o tempo inteiro. E não falo só sobre uma área específica.

Estava conversando com o Sulivan antes de vir para cá. Ele falou: "Nélson, o que você vai falar? Vai falar sobre a Petrobrás?". Eu falei: "Não. Não vou falar sobre a Petrobrás.".

Os problemas existem. Ninguém está dizendo que não existem problemas. Mas, minha gente, não são só problemas, a vida tem dois lados: você tem coisas que devem ser superadas e outras conquistas que devem ser exaltadas e buscadas.

E não vemos isso. Vemos essas pessoas com essa síndrome do negativismo, do pessimismo, do niilismo. Ou seja, as pessoas não acreditam em nada. Elas acham que as coisas vão simplesmente dar errado. A pessoa acorda e fala: "Hoje tudo vai dar errado. Se puder dar errado, vai dar errado.".

O problema é que isso cria uma acomodação nas pessoas e elas não partem para a solução dos problemas.

Problemas existem, é lógico. Como os problemas são solucionados? Quando você toma iniciativa e você faz alguma coisa para resolver tudo isso.

Os temos que vemos circular hoje nas redes sociais, que vemos circular nas rádios ou até mesmo em programas em que as pessoas se dispõem a debater são sempre falando sobre temas negativos.

Se você vai falar sobre política e economia, dificilmente as pessoas falam ou mostram aquilo que foi feito de positivo, mesmo que seja contra uma administração. Nós concentramos os problemas em um aspecto, um ponto da administração. Quando existem campanhas políticas, as pessoas se apegam àquilo que há de ruim. O debate é todo em torno do que existe de ruim.

Nós passamos por isso ano passado, que foi um ano muito triste nesse sentido. A própria mídia se encarrega de divulgar o que é negativo porque isso aí vende jornal, dá ibope, chama atenção, as pessoas querem ver coisas ruins.

Se você vai até a um hospital ou até a um lugar público em que você tenha uma televisão colocado, eles colocam naqueles telejornais que só mostram desgraça. Parece que esse é o novo ritmo, o novo conceito que a população tem. As pessoas falam sobre a política nacional, falam sobre a política estrangeira.

Me diga, quando você ouviu falar alguma coisa positiva sobre as coisas positivas que acontecem no país?

Eu falo isso e as pessoas me dizem: "Mas o que de positivo acontece no país?". Eu falo: "Viu? Exatamente isso.".

Todos os dias nos acordamos, trabalhamos, construímos nossa vida, planejamos nosso futuro, realizamos uma infinidade de coisas e a pessoa ainda assim acredita que tudo esteja indo mal no país. Ela esquece o passado.

Lógico que não estou tapando o sol com a peneira e dizendo que as coisas estão às mil maravilhas, mas a possibilidade de conquistar alguma coisa ou a valorização daquilo que foi conquistado desapareceu. As coisas vão sempre sendo mostradas pelo seu lado negativo. Vamos vendo situações ruins.

Falamos da saúde. Saúde é precária. As formas de tratar a saúde da população são precárias porque existem poucos hospitais. Mas vá a um hospital e procure tratamento para você ver se eles ficam poupando recursos quando eles os têm. Não existe isso. Você vai até o Hospital das Clínicas e você vai ver se você vai ser maltratado ali dentro, muito pelo contrário, um dos melhores hospitais da América Latina, com melhores tratamentos, melhores especialistas. É público, está lá para atender a todos e é um bom hospital.

Universidades nossas são muito boas. Temos problemas com educação? Temos uma grande quantidade, uma demanda muito grande, com poucos prédios, temos problema de pagamento dos salários dos professores.

Por sua vez existem projetos que tentam ajudar o desenvolvimento do país. Você tem projetos universitários que promovem a inclusão daqueles que antes não teriam condições de entrar em grandes universidades. Você vê o Prouni e outros trabalhos que favorecem, que possibilitam que candidatos que jamais poderiam estudar ali por uma questão de custo, de valor possam ingressar em faculdades de renome e conquistar o mesmo status daquele que tinha condições financeiras de pagar os melhores colégios e de entrar nas melhores faculdades.

Existem coisas que estão sendo feitas e que são importantes de serem reconhecidas, são importantes de ser mostradas, senão só mostramos o que existe de negativo.

Volto a fazer alusão a partidos, a políticos ou a seja lá o que for. Temos aqui em São Paulo graves problemas com abastecimento de água. Isso poderia ter sido projetado, poderia ter sido planejado por muitos governos que até então não enfrentaram o problema e não tiveram a preocupação. E a preocupação maior agora é em criticar ao invés de buscar uma solução.

Existe solução? Existe com certeza. Solução administrativa, solução pública. Mas existe também a consciência daquele consumidor que até então nunca fez isso.

Olha as contas de água das pessoas há dois anos e veja hoje em dia. Há dois anos, as pessoas esbanjavam água, as contas eram muito elevadas quanto ao consumo. Hoje em dia você consume menos porque você tende a racionar, só que ninguém está morrendo de sede, ninguém está deixando de tomar banho, ninguém está deixando de fazer sua comida.

Isso significa que é possível também colaborar, só que antes precisamos criticar, ver tudo que está havendo de errado e, com base no erro de tudo isso que está acontecendo, assumimos nossa postura, adotamos a postura do derrotismo. Somos os derrotados. Aí vêm aqueles jargões que são absurdos. Sempre me incomodou muito quando as pessoas viam alguma coisa errada acontecendo e diziam: "Brasileiro é assim mesmo.". Eu sou brasileiro e não sou assim mesmo. Então não aceito, não admito.

Eu tenho voto consciente independentemente dos candidatos que estão lá se apresentando, eu sei o que estou fazendo. Pode ser que eu não tenha a melhor opção, mas eu escolho, eu sei o que faço e assumo os riscos disso. Eu não fico adotando a chamada política do perdedor. A política do perdedor é a do revanchismo. Eu não consegui o que eu quero, então eu faço de tudo para derrotar aquele que conquistou, que teve mais prestígio, mais competência do que eu, como se eu, se tivesse ganhado, tivesse todas as soluções para coisas. Deixamos de apoiar àqueles que estão ao nosso lado para fazer isso.

É um casamento que muitas vezes termina. Ouvimos falar muito disso. O casamento termina, vai um para um lado, outro para o outro e fica o filho ali no meio e muitas vezes sofre porque o conflito entre os pais é transferido para o filho: a mãe que fala mal do pai para o filho, o pai que não mostra mais carinho pela mãe, com quem um dia ele concebeu aquela criança. Então a criança se sente perdida. Isso é um fato simples da vida, um fato cotidiano e que de repente tratamos tudo da mesma maneira, tudo acontece assim.

O estresse do trânsito. O trânsito é um resultado de uma série de fatores, e ficamos procurando alguém para culpar. Eu queria saber como eu consigo culpar a Administração Pública de São Paulo, uma cidade que já tem mais de 400 anos, que foi projetada para se andar a cavalo ou então de charrete.

Nem todas as ruas da nossa cidade estão acomodadas para receber o trânsito que temos. As pessoas estacionam o carro porque não têm onde guardar, o trânsito fecha, a cidade para e a culpa é de quem? Daqueles que estão com três carros na garagem? É daquele que não faz vias de acesso até lá? Pode ser, mas como eu vou fazer uma via nova de acesso à minha casa em que os meus pais nascerem, que hoje está comigo, que hoje existe lá há 70 ou 80 anos em um bairro que não foi feito para comportar os prédios que subiram hoje em dia?

Existem problemas? Existem. Só que pegamos esse conceito da revanche, "eu prefiro atacar ao invés de buscar a solução".

Todos os dias na nossa vida nós levantamos e temos de enfrentar os problemas, temos de sustentar a nossa casa, etc. Adianta fazer revanchismo? "Poxa, hoje o pão não estava do jeito que eu queria. Vou fazer uma manifestação contra o padeiro". Eu não sei quais foram os fatores que levaram àquele pão hoje a não estar tão bem. Posso ir lá reclamar? Posso. Posso comprar outra variedade de pão? Posso. Se o pão hoje não está do jeito que quero, procurou outro.

A busca da solução não é desviar do problema, é muitas vezes a solução apropriada para aquele contexto ou momento. Se vamos ter de economizar água, façamos isso. O que eu vi outro dia foi algumas pessoas comprando várias caixas d'água. Aquele que tinha uma casa residencial estava colocando lá mais duas caixas d'água. Na verdade, o que ele estava fazendo era se abastecendo e não mudando a sua cultura. Ele queria continuar com o mesmo ritmo, tendo um estoque maior de água e, com ele, continuar desfrutando do mesmo estilo de vida que ele desfrutava antes do problema da água.

Então olha a solução. Foi uma solução? Foi. Mas ela foi consciente?

A consciência das coisas é aquilo que muitas vezes nos faltam. É difícil. Precisamos colocar a primeira pessoa do singular e do plural quando falamos sobre as coisas; a mania de dizer que isso falta aos outros. Sempre são os outros que são errados, nós não erramos. Nós erramos sim. Estamos juntos nisso. Cometemos erro a cada minuto de nossas vidas, poderíamos fazer melhor e não fazemos. Vamos criando essa síndrome, essa síndrome do caos.

Outro dia eu ouvi uma. Não que tenha ficado horrorizado porque até compreendo em alguns momentos o que foi dito, mas me questionaram uma coisa do nada. Me perguntaram assim:

— Você viu como cresceu o número de homossexuais hoje em dia no mundo?

Eu falei:

— E daí? Qual é o problema?

— Como você explica isso tudo?

— Por que precisa de uma explicação para esse tipo de coisa?

Se faz parte do nosso ritmo de vida, se faz parte do nosso contexto, não precisa ser explicado, precisa-se aprender a conviver com essa nova realidade – e nem vou dizer alternativa porque, se falarmos sobre realidade alternativa, eu estarei sendo preconceituoso, como se eu visse como algo diferente. O problema é que ainda é visto como algo diferente.

Uma questão tão simples, tão pessoal que é uma opção sexual hoje em dia se torna tema polêmico e incentivado. A questão toda acho que é justamente essa temática do incentivo ao conflito. Não é a absorção da questão naturalmente em nossa vida, o que existe é a tematização de determinados assuntos que são supervalorizados e colocamos em uma evidência não educativa, mas em uma evidência de deboche, de descaso, de separação, que vemos muitas vezes acontecer em telenovelas, explorando uma situação, mas além da estética do normal, da convivência no dia a dia, coloca-se como um ponto maior.

Você quer fazer uma tematização em cima da sexualidade múltipla? Perfeito. Assuma isso definitivamente. Vai querer incorporar essa temática aos programas e às telenovelas? Adote isso aí como uma postura, uma defesa, mas deixe isso aí bem claro.

O que vemos hoje em dia é um incentivo a todo tipo de comportamento e prática, uma divulgação de atitudes sem respeito às pessoas. E não estou me referindo agora à opção sexual. Quando eu falo de comportamentos e atitudes, vemos o discurso e a idealização do mau-caratismo. O mau-caráter existe o tempo inteiro. Tratamos toda a política brasileiro com intenso mau-caratismo como se isso fosse uma verdade absoluta.

Voltamos mais uma vez para a teoria do caos. A temática do caos volta a cada momento de tudo aquilo que estamos falando. A questão não é essa. A questão é: como reverter esse quadro?

Lembre-se que o nosso programa tem como foco a solução. Sabemos que é muito difícil às vezes encontrar uma solução para temas tão gerais e tão amplos, só que, se você não consegue encontrar a solução para o restante da estrutura social, você tem de buscar assumir uma postura diferente para você.

"Eu tenho problemas financeiros". Muito bem. Isso é o quê? É o problema pelo qual a economia do país está passando? Pode ser. O que você vai fazer para solucionar esse problema?

As pessoas vão vendo seus recursos minguarem em suas mãos, mas não procuram um trabalho alternativo, uma mudança de quadro social ou estrutural.

Vou até falar sobre um tema que está sendo bastante debatido hoje em dia, que foi o desaparecimento do trabalhador doméstico. A partir do momento em que o trabalhado doméstico foi reconhecido como profissão e passou a ter registro em carteira obrigatório, pagar INSS, etc., começou a haver um desvio. Os profissionais dessa área deixaram de trabalhar – o que temíamos.

Quem precisava de um trabalhador residencial temia que a inflação fizesse com que esse trabalhador desaparecesse de forma que as pessoas deixaram de contratá-los por causa disso. Foi o contrário, esse trabalhador doméstico desapareceu porque agora ele fica preso à uma condição social, ganhando um salário mínimo, salário irrisório muitas vezes. Ele prefere ser diarista porque ele ganha muito mais.

Ele encontrou uma solução? Encontrou. Mas o governo também trabalhou em função a isso.

Então existe um progresso dentro desse contexto? Existe. Existe uma melhoria de condição? Existe. Existe a perspectiva de buscar uma qualidade melhor de vida do que o trabalho doméstico? Sim. E temos de apoiar isso tudo.

Estou falando porque eu precisei e tive bastante dificuldade em encontrar. Eu fui ao Ministério do Trabalho e fiz uma inscrição, buscando um trabalhador. No dia em que eu fiz essa inscrição, oito pessoas ligaram para mim.

Isso significa o quê? Que existe quem precisa? Existe. E muitas vezes elas não têm acesso, não têm conhecimento. Falta informação.

Então vou aproveitar e dar uma informação bastante útil aqui. Se você está desempregado e quer uma recolocação profissional, vá até à Secretaria do Trabalho, lá onde as pessoas vão fazer a inscrição para pegar o salário do desempregado, a pensão para quem fica desempregado, aproveite, vá lá e faça sua inscrição. Você se inscreve com um posicionamento profissional. É muito comum que seja apresentado para você um rol bastante grande de lugares que precisam de trabalhador. É trabalho, precisa e existe. São soluções.

Assumo que eu não conhecia exatamente isso, que você poderia ir até à Secretaria do Trabalho, chegaria lá, faria a inscrição sobre sua profissão, falaria: "Estou desempregado. Minha profissão é essa. Eu preciso de trabalho. O que você me oferece nesse sentido? O que você pode me oferecer?" e te apresentariam tudo que existe.

Da mesma forma como você precisa de um trabalhador, precisa de um empregado, vá até lá, que é um lugar onde todos os dias centenas de pessoas passam (isso eu estou falando por município, uma Secretaria Municipal do Trabalho) por lá para poderem procurar por uma vaga de emprego e outras podem ir lá oferecer. São serviços prestados, serviços positivos, tentativa de auxílio, de ajuda.

Não procuramos saber tudo aquilo que existe e que pode ser oferecido para nós, preferimos criticar ao invés de buscarmos uma solução.

Eu tenho uma coisa que às vezes acontece que é bastante interessante. O aluno passa e-mail para mim – eu sou professor de português –, perguntando sobre o significado de uma palavra: "Professor, o que quer dizer determinada palavra.". Aí eu explico que, para poder dar com precisão a resposta, eu farei aquilo que ele já deveria ter feito antes: vou até à internet, pesquiso em um dicionário online qual o significado, entro no Wikipedia, busco um sentido, copio tudo direitinho e passo para ele. Aquilo ele poderia ter feito ele mesmo.

Às vezes temos o nosso braço mais curto, nos acomodamos em pegar as coisas que estão ao alcance da nossa mão e não esticamos um pouquinho para pegar as outras. Acho que está na hora de começarmos a procurar sempre soluções. Qual a solução para esse problema nesse momento?

Como já dizia meu pai: se você identifica que não há solução, o problema acabou. Aquilo que não tem solução já está totalmente solucionado, não há muito o que fazer.

Hoje tentamos, apesar de mostrar uma série de elementos e de conflitos pelos quais vivemos de relações negativas, mostrar que o debate não tem de ser em cima do que é negativo, mas sem deixar de falar sobre coisas negativas.

Um programa que fale sobre coisas negativas para que você deixe de falar sobre coisas negativas. Chove, mas depois da chuva o Sol brilha novamente, faz calor, você sai às ruas, põe uma bermuda, um chinelo e curte a vida.

Há os dois lados. A água abastece e traz enchente. Eu tenho de entender que as duas coisas são parte do mesmo problema: umas ajudam, outras atrapalham; eu preciso encontrar a solução para o problema e não ficar o tempo inteiro debatendo sobre ele, falando sobre ele.

Minha gente, esse foi o nosso programa de hoje, falando sobre essa questão do pessimismo, do revanchismo.

Vou aproveitar e chamar atenção de vocês para participarem da nossa rede social, buscarem mais contato dentro do Facebook ou Twitter do programa Acertar é Humano, com professor Nélson Sartori e com Sulivan França.

Esperamos que semana que vem o Sulivan já esteja aqui de volta, que ele possa falar conosco e dar o ar da graça. Não é, Evaldo? Esse ano aqui ele está complicado. Coitado, entendemos os problemas, mas ficamos saudosos da presença dele, que abrilhanta bastante os nossos debates.

Minha gente, uma boa semana a todos e até o nosso próximo programa.

♪ [tema acertar é humano] ♪

Você ouviu pela Mundial o Programa Acertar é Humano. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori. Uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil.

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