Não faça o que eu digo, nem o que eu faço!

Quantos já ouviram a expressão: “faça o que eu digo mas não faça o que eu faço”? Pois bem, de uns tempos pra cá, cheguei à conclusão de que ninguém vai fazer o que eu digo ou que eu faço, se elas mesmas não quiserem fazer e se não acharem correto. Não importa o tamanho do exemplo positivo que estivermos dando: as pessoas só fazem aquilo que vai de encontro aos seus valores.

Quantos já ouviram a expressão: “faça o que eu digo mas não faça o que eu faço”? Pois bem, de uns tempos pra cá, cheguei à conclusão de que ninguém vai fazer o que eu digo ou que eu faço, se elas mesmas não quiserem fazer e se não acharem correto. Não importa o tamanho do exemplo positivo que estivermos dando: as pessoas só fazem aquilo que vai de encontro aos seus valores. Todos nós temos uma maneira de agir, de viver a vida, de se comportar e isso se deve ao fato de termos nosso próprio modelo mental. Temos também, com base em nosso modo de viver, nossos próprios objetivos e quando não, o traçamos à nossa maneira. Até ai, não falei nenhuma novidade. O problema é quando pegamos nosso modelo mental e queremos que ele seja a escolha do outro, na vã ilusão de que estamos o motivando por achar que o nosso modelo é o certo. Veja bem, não existe certo e errado. O que existem são valores, e talvez os seus – e muitas vezes é o que acontece – não condigam com a realidade do seu próximo.


Existe uma linha muito tênue entre os termos “motivar” e “influenciar” e é com isso que devemos ter cuidado. Motivar alguém não implica dizer que devemos influenciá-lo de acordo com nossas crenças. Muito pelo contrário. O ambiente necessário para a motivação é a total liberdade de escolha e é exatamente a escolha do outro que devemos respeitar. Impor regras, manipular os pensamentos e as emoções das pessoas gerará nelas além de repulsa, uma reação natural de negação, pois elas perceberão que sua motivação não está vindo de algo que elas creem, mas das convicções de terceiros.

Vamos nos colocar no lugar do outro e pensar: Quantas vezes fizemos algo – com prazer e total plenitude – que foi imposto e não negociado? O quanto nos sentimos à vontade quando alguém nos diz que “temos que fazer algo”? Nosso cérebro com certeza trabalha melhor quando provamos pra ele que aquilo é bom e que estamos fazendo por livre e espontânea vontade e não por imposição.

Como motivadores, devemos agir como “facilitadores”, apoiando as pessoas a partir da escolha das melhores opções pra ela e não oferecendo conselhos de acordo com o que pensamos ser o melhor pra nós.

Ao se relacionar com as pessoas faça com que elas se sintam admiráveis ao invés de se concentrar nas suas próprias convicções!
A mudança começa por você. Pense nisso!

Informamos que esse texto é de inteira responsabilidade do autor do post identificado abaixo.

THALYTA

THALYTA

Master Coach

Empresária, Consultora e Coach. Atua com Práticas de Gestão Administrativas, ministra cursos e treinamentos e coordena projetos através da Laguna & Associados Inteligência Empresarial. Pós graduada em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. Membro e Professional Coach pela Sociedade Latino Americana de Coaching. Analista em Assessment DISC pela Inscape Publishing (EUA).

+1
share

Comente

Artigos dos Membros SLAC Coaching   /   veja mais

Contato / Te ligamos

De segunda a sexta
9:00 - 18:00

+55 (11) 3670-1770

info@slacoaching.org

Av. Francisco Matarazzo
1400 - SP

Sociedade Latino Americana de Coaching

+55 (11) 3670-1770
info@slacoaching.org

São Paulo - Brasil
Centro de Treinamento
Av. Francisco Matarazzo, 1.350
Água Branca - Cep: 05001-100
São Paulo - Brasil
Sede Administrativa
Av. Francisco Matarazzo, 1.400
Água Branca - Cep: 05001-100
CNPJ: 15.229.739/0001-47
Santiago - Chile
Oficina
Suecia 42, Oficina 02
Teléfono: +56 2 2632 5042
Lima - Peru
Oficina
Plaza Ricardo Palma 107 - San Borja
Teléfono: +51 980 037 494
Cartagena - Colômbia
Oficina
Cr 3 6A Esq. Ed. Jasban 407 - B/Grande
Teléfono: +57 5 655 03 01

Conteúdo Registrado ®
Todos os Direitos Reservados
Cópia Proibida.