7 dicas para contratar um serviço coaching eficaz

A palavra coaching entrou no jargão brasileiro e é usada em diversas áreas e de várias formas, mas afinal, o que é preciso para reconhecer e selecionar um serviço de coaching eficaz?

Como tempo e dinheiro são curtos, reuni 7 tópicos para ajudar você a selecionar um serviço de coaching que gere resultados reais. Confira abaixo:

1) Saber o que não é coaching: com a propagação do termo, muitas pessoas prestam diferentes serviços que chamam de “coachings”. Entre eles estão: conselhos, mentorias (mentoring), terapias, psicologia alternativa, treinamentos etc. Estes serviços não são piores nem melhores que o coaching, somente são diferentes da proposta e metodologia atuais do serviço e, por isso, não devem ser chamados de coaching. Existem também serviços como “coaching nutricional”, “coaching para musculação”, “coaching de moda”, “coaching espiritual” etc. Não é impossível que existam estes tipos de serviços, mas é importante que o coach não seja apenas um especialista em sua área, mas aplique a metodologia adequada para chamá-la de coaching. De maneira geral o coach não opina, não coloca suas expectativas ou dá diretrizes pessoais ao cliente. O método é outro.

2) Saber o que é coaching: Segundo a Association for Coaching, “É um processo sistemático colaborativo, focado na solução, orientado para resultados, em que o coach (profissional contratado) facilita a melhora de desempenho de trabalho, da experiência de vida, do aprendizado autodirecionado e do crescimento pessoal do cliente (contratante)”. O coaching aplicado hoje leva em consideração a metodologia que se inicia em Sócrates, perpassando por métodos filosóficos e psicológicos tendo Tim Gallway, autor do Livro “O Jogo de Tênis Interior” como o precursor do uso semântico corrente do termo coaching e sua metodologia. O coach apoia seus clientes principalmente através de perguntas lógicas e racionais em relação à realidade atual, conduzindo o cliente para a realidade desejada, podendo também fazer uso de ferramentas consagradas nas áreas afins.

3) A formação em coaching é essencial: Coach não é uma profissão que necessita de formação acadêmica, pelo menos até os dias atuais, o que leva muitas pessoas a se autodenominarem coaches sem pelo menos conhecerem o funcionamento de um processo formal de coaching. Segundo Sulivan França, presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, a maior parte das pessoas que se autointitulam coaches não têm o menor conhecimento do processo, o que além de transmitir um conceito errado acerca do método, não entrega o serviço oferecido. Por isso, é importante que o coach a ser contratado tenha certificação de uma escola que seja reconhecida internacionalmente como a International Association of Coaching e a International Coach Federation, para aumentar as chances de profissionalismo, metodologia adequada e ética necessários em um processo de coaching. Conhecimentos em áreas de psicologia, psicanálise, filosofia, semiótica, administração ou filosofia podem ser fatores agregadores.

4) O foco do processo é no objetivo do cliente: Diferente da psicanálise, através da qual o cliente fala livremente a fim de liberar o conteúdo do seu inconsciente para resolver questões do passado que interferem no presente, o processo do coaching foca no presente e no consciente. Ou seja, o cliente não fala livremente sobre problemas. Ele responde a questões objetivas e conscientes sistematicamente focadas na realidade desejada ou, em outros termos, objetivo ou meta. Independente da área de conhecimento do coach, a metodologia é a mesma (podendo ou não contar com serviços ou profissionais de apoio) e é indiferente se a meta do cliente é emagrecer, casar ou aumentar seu volume de vendas, por exemplo. O que varia é a sequência das sessões, o tipo de perguntas estimulantes e ferramentas a serem aplicadas.

5) Verificar a experiência do coach: A maioria dos coaches no Brasil não possui longa experiência na atuação, já que é uma área ainda relativamente desconhecida. Por outro lado, o coach pode ter experiência em áreas semelhantes ou na especialidade do seu serviço. É sempre válido verificar.

6) Conhecer os valores praticados: Os valores das sessões de coaching costumam variar entre R$ 200,00 e R$ 3.000,00, dependendo do profissional e da especialidade. Por via de regra, costuma ser em torno de 30% a mais que o que se cobra por sessão de terapia, já que é um processo objetivo e mais curto.

7) Obter referências do coach: Sendo um investimento significativo é sempre importante obter referências do coach, seja através do LinkedIn, de contatos profissionais ou pessoais, para se informar sobre sua conduta, idoneidade e realizações.

Sucesso!



Informamos que esse texto é de inteira responsabilidade do autor identificado abaixo.

Rodrigo Solano

Rodrigo Solano

Life Coach

Bacharel em Administração com ênfase em Comércio Exterior, Latu Sensu em Marketing Internacional com MBA executivo. Atua no fomento da internacionalização de operações para organismos brasileiros e estrangeiros. Palestrante especialista em diversidade cultural. Coaching para quem busca ampliar a percepção da realidade e atingir suas metas. www.thinkglobal.com.br

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