Programa Acertar é Humano (05/06/2014)

Nélson Sartori e Sulivan França

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25 minutos e 22 segundos
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♪ [tema acertar é humano] ♪

Começa agora na Mundial Acertar é Humano, um programa que apresenta crônicas com humor e foco na solução, sempre falando de temas diversos como empreendedorismo, liderança, esporte, atualidades, comunicação entre outros. Tudo isso seguindo a filosofia do coaching.

Programa Acertar é Humano, uma produção da Sociedade Latino-Americana de Coaching, a elite do coaching no Brasil. Apresentação Sulivan França e Nélson Sartori.

[SULIVAN] Bom dia, ouvinte Mundial. Eu sou Sulivan França e estou aqui mais uma vez.

[ovação e salva de palmas]

[NÉLSON] Voltou. O filho pródigo voltou à casa.

Bom dia, Sulivan!

[SULIVAN] Bom dia, Nélson!

Essa você me paga, Evaldo.

[NÉLSON] Ele chorou semana passada. Gente, como esse homem chorava de saudade de você. Você não faz ideia. Foi um vale de lágrimas.

[SULIVAN] [risos] Estamos aqui mais uma vez para apresentar o programa Acertar é Humano depois de uma semana longe. Não é isso, Nélson?

[NÉLSON] Uma semana na Cidade Maravilhosa.

Nós aqui com greve de metrô, tudo acontecendo.

[SULIVAN] E eu preso no Rio de Janeiro por conta de nevoeiro, sem avião poder decolar.

[NÉLSON] Esse negócio de ficar preso no Rio de Janeiro é meio ambíguo.

[SULIVAN] [risos]

[NÉLSON] Hoje em dia temos de questionar: "Por que ele ficou preso no Rio de Janeiro?". Não tinha teto no aeroporto.

[SULIVAN] Uma coisa interessante, Nélson, é que o carioca é muito brincalhão, é muito malandro. Quando eu cheguei no Santos Dumont para embarcar, o rapaz do check-in olhou para mim e falou assim: "Eu acho que vai rolar um Galeão.". [risos] Querendo me mandar para o Galeão do outro lado da cidade.

No dia também tinha greve de ônibus no Rio. O trânsito estava impossível na quarta-feira da semana passada.

[NÉLSON] Saudade de São Paulo.

[SULIVAN] Enfim. Voltamos. Estamos aí.

[NÉLSON] Vamos lá.

[SULIVAN] E o nosso tema de hoje, Nélson? O que vamos trabalhar aqui hoje com nossos ouvintes?

[NÉLSON] Hoje vamos trabalhar um pouco sobre o marketing pessoal e o níveis de linguagem. Como nos apresentamos.

Não é, Evaldo? Nos seus shows, é importante a apresentação, como você se expõe lá no palco?

O profissional também tem de ter muito essa preocupação porque ele é o referencial. E isso em várias profissões.

O que você espera de um médico? O que você espera encontrar no consultório de um médico quando você vai? Será que vai ser bom encontrá-lo de bermuda e chinelo?

MARKETING PESSOAL E OS

NÍVEIS DE LINGUAGEM

[SULIVAN] Importante falar disso porque muita gente tem um paradigma que o marketing pessoal é só como você se veste, e aí é onde está o grande equívoco quando falamos de marketing pessoal. Marketing pessoal é algo muito mais profundo, que está ligado diretamente à essência do sujeito: quem esse sujeito é, o que ele consegue passar e como consegue fazer isso.

Quando estamos falando de marketing, estamos falando de venda também, como você vende a sua imagem.

Muita gente tem também paradigma com vendas. Tem gente que fala: "Eu não sei me vender. Eu não gosto de vendas. Eu detesto vendedor.". Mas é o paradigma muitas vezes daquela persona do vendedor chato, do vendedor que incomoda.

Não é disso especificamente que vamos falar, não é esse o tema que vamos trabalhar aqui ao longo do nosso programa, mas é falar um pouquinho da importância do teu marketing pessoal, de como isso pode interferir no seu lado profissional. Eu particularmente conheço profissionais excelentes que muitas vezes não sabem fazer seu marketing pessoal e outros tantos também.

É importante ressaltarmos que só o marketing pessoal também não resolve. Não adianta ser aquele expert em marketing, mas no fundo faltar competência. Temos de dosar isso.

Como você vê isso, Nélson?

[NÉLSON] Você acaba tendo uma propaganda enganosa. É propaganda, é o marketing.

Como vou confiar em um profissional que quer me ensinar alguma coisa e não sabe se apresentar? Como eu vou confiar em um médico que vai me tratar e, ao chegar lá, aquele médico não tem zelo com ele mesmo? Como eu vou a um esteticista que não cuida de si mesmo? Como eu vou confiar em um profissional que vai cuidar da minha vida se ele não cuida da sua própria?

No coaching de vida por exemplo, eu contrato um profissional que até mim, vai participar de muita coisa da intimidade da minha vida, eu estou abrindo esse espaço para ele e ele se apresenta totalmente fora de um padrão de qualidade que eu esperaria para a minha vida. Se ele já se apresenta assim, o que ele vai me oferecer?

Como você falou, não é só a vestimenta. Se eu me preocupo com a minha saúde, eu sou alguém que sou referencial positivo para os outros. Agora, se eu sou alguém totalmente descuidado com quem eu sou, com a minha vida, como eu posso ser um referencial para você em qualquer área profissional ou afetiva?

[SULIVAN] É verdade.

Referencial é um ponto importante. Você falou da contratação de um coach. O coach é um referencial para o profissional. Embora ele seja um sujeito que não vá dar dicas, não vá aconselhar, ele é um referencial. Quando você contrata um profissional para te apoiar, ele é um referencial pelo menos naquele espaço pelo qual você está contrato-o. Como o professor na sala de aula é um referencial. Como o palestrante no palco é um referencial. Como o ator é um referencial. Eles são vistos como referência.

A partir desse momento, muitas vezes ele dita regras de conduta, ou espera-se que ele dite regras de conduta, e as pessoas tentem a usar esses profissionais sim como espelhos.

[NÉLSON] Até uma questão de moda (não que sejamos referencial de moda). Um artista de novela e televisão se torna um referencial para a vida das pessoas porque ele está sendo observado. Existem elementos de destaque da nossa vida que também se tornam importantes.

Eu, como professor, vivi isso aí e vivo a minha vida inteira. Você está exposto na frente de um grupo de pessoas (não interessa o nível de idade ou quem seja), você é a pessoa a quem procuraram e querem receber algo de você. Se esse referencial não é positivo, as pessoas ficam com uma restrição, um cuidado muito grande de como vão se relacionar. O aluno percebe se você está usando a mesma roupa constantemente, se mudou de sapato etc.

Isso em qualquer situação. Quem trabalha com treinamento, como é o nosso caso, percebemos demais isso: exposição. Você está vendendo não só como vendedor um produto mas você está vendendo uma imagem, você está vendendo uma competência. Isso exige um cuidado sim.

Imagine isso dentro de um relacionamento afetivo se não é importante.

[SULIVAN] Muitas vezes o que observamos, eu particularmente vejo isso, quando usamos esse conceito do marketing, é as pessoas muitas vezes levarem esse conceito para um lado que chega a extrapolar. Há o caso de muitas vezes querer demonstrar o que não tem competência para entregar. Isso acontece muitas vezes. O sujeito cria em torno dele um mito e tenta vender uma imagem.

Eu sempre fui contra isso porque acho você sustentar a imagem daquilo que você não é ou daquilo que você não tem dá muito trabalho e uma hora a máscara cai. Além de uma hora essa máscara cair, vai ficar muito pior para você do que se você não tivesse feito esse trabalho antes.

Quando falamos de marketing pessoal, você tem de tomar o cuidado de sustentar e perceber o que está na sua essência, o que você vai conseguir sustentar no teu marketing pessoal, mas que você vá dar conta do recado e conseguir entregar. Não só a competência, não só na questão da vestimenta mas da forma como você se posiciona em determinados lugares, na forma como você se posiciona perante determinadas pessoas.

E vamos falar um pouco de linguagem. A linguagem pode depor muito a favor ou pode depor muito contra o seu marketing pessoal também.

Há uma série de pontos e de níveis quando estamos falando de marketing pessoal. Muita gente pensa que marketing é só se enfeitar e não é necessariamente isso. Muitas vezes esse é um ponto importante sim quando estamos falando da vestimenta, mas vamos dizer que ele representa 20%.

Eu tenho uma amiga nossa, que é treinadora na SLAC, a Tália, que certamente deve estar nos ouvindo agora...

[NÉLSON] ...Oi, Tália!

[SULIVAN] [risos] Conversamos muito sobre esses aspectos de marketing pessoal. Vemos muitos profissionais, pelas empresas ou pelas próprias formações, talentosíssimos, que têm uma competência absurda, que você vê que o sujeito leva jeito para a área de coaching, leva jeito para atendimento de pessoas, mas que muitas vezes peca nessa questão de seu marketing pessoal. Não que necessariamente não seja um cara marqueteiro, mas ele peca em coisas básicas. Quando reconhecemos um talento, costumamos dar uma pitadinha e um toquinho em cima disso aí para apoiar as pessoas, pelo menos, se não têm a percepção, que passem a ter a percepção disso.

Marketing pessoal e as redes sociais

[SULIVAN] Uma coisa que eu tenho observado também que tem deposto muito contra as pessoas são as benditas redes sociais. As redes sociais têm prejudicado muito nessa questão de marketing pessoal.

Como você vê isso?

Eu tenho uma opinião, vou colocá-la aqui, mas quero saber como você vê essa questão das redes sociais para o marketing pessoal?

[NÉLSON] A rede social é um ambiente social realmente a que você está exposto e aberto a todo mundo.

Você se dispôs a isso? Você está disposto a mostrar a sua vida?

Então você deve ter um certo controle daquilo que você expõe.

Não exponha tão abertamente uma intimidade.

Você quer mostrar que foi a um casamento, saiu com um amigo? Perfeito. Alguns cuidados até de segurança devem ser tomados porque muita gente expõe algo que vai além da sua vida: expõe sua intimidade, expõe suas relações.

Quantas vezes não vemos a pessoa mostrando a casa dela, o endereço, o carro que tem?

Ela está se expondo? Está se vendendo? Está. Mas para quem?

Existem dois lados aí.

Existe aquele em que eu vou botar o rostinho tirando foto para mostrar para as amiguinhas e para a namorada, fazer uma nova amizade – que esse é o surgimento de algumas redes como o Facebook –, ele vai se expor, vai namorar, vai paquerar. Beleza.

Qual o nível de compromisso que você tem com isso?

Muita gente usa isso profissionalmente. Eu falo isso de experiência porque eu tenho um trabalho bastante forte feito de exposição, de apresentação de trabalhos dentro do Facebook.

Só que existe um limite. Se eu quero vender a minha imagem profissional, não adiante eu ficar colocando o tempo inteiro eu sem camisa fazendo churrasco no fundo de casa, tomando meio litro de uísque. Não vai ficar tão apropriado quando eu estiver fazendo a venda do meu produto porque, bem ou mal, eu sou uma pessoa e não duas.

[SULIVAN] Exatamente. Você tem e serve como referencial.

Particularmente eu não tenho rede social por opção mesmo. Não tenho nada contra quem tem, mas particularmente eu não quero. Temos a do programa, divulgamos, fazemos os trabalhos, tudo via assessoria, mas meu pessoal particularmente não tenho que não quero.

Eu tenho observado profissionais talentosíssimos se perderem nas redes sociais muitas vezes pelo o que você falou, por postarem coisas que não devem e (eu já vi isso nas redes sociais) discussão de relacionamento em rede social.

Já viu isso?

É um negócio impressionante.

[NÉLSON] Nossa!

Acho que para alguns, entrar no universo da fofoca, é uma forma de se autopromover. Essa autopromoção negativa também funciona, depende do que você espera disso. Há gente que espera qualquer coisa.

[SULIVAN] É um dos princípios do marketing.

Você quer acabar com um produto que não é bom, faça um excelente marketing dele. Quanto mais pessoas utilizarem ele, mais rápido ele acaba. Se o produto não prestar, ele vai acabar mais rápido. A mesma coisa, você pode fazer via redes sociais com essa questão do marketing pessoal.

Uma coisa que eu observo muito nas redes sociais, e até brinco (sem dar nome para não falar de uma rede específica) e costumo dizer que há algumas redes sociais que são cozinhas de casa do interior.

O que é uma cozinha de casa do interior? É onde todo mundo fala da vida de todo mundo. Os vizinhos se reúnem muitas vezes na cozinha para tomar aquele café da tarde e falarem mal da vida daquele outro vizinho. Isso acontece muito.

Então cuidado com o que você expõe, cuidado com o que você coloca nas redes sociais. Isso pode depor muito contra o teu marketing pessoal, pode depor muito contra o teu trabalho ao invés de ajudá-lo.

Marketing pessoal e linguagem

[NÉLSON] Outro elemento importante que está combinado a essas duas coisas é a questão da linguagem.

Quando você se expõe, quando você fala, você apresenta também uma série de fatores: seus conceitos e preconceitos, seu nível cultural, seu respeito pelas pessoas etc. Quando você seleciona o seu vocabulário, você também apresenta qual o seu grau de importância com apresentação e com a comunicação.

Nós até damos as dicas de português aqui para saber que cada dia mais existe alguém observando você. Você é avaliado até mesmo quanto ao seu grau de envolvimento e de preocupação com a sua apresentação na forma como você fala.

Não estou dizendo que um sotaque pode representar isso. Não podemos confundir isso. Cada região tem o seu sotaque. Eu costumo dizer que você tem a sua personalidade regional. Isso não compromete ninguém.

[SULIVAN] Isso não deve ser mexido. Sotaque não é balizador.

[NÉLSON] Não existe isso. Lógico que não. É uma parte da riqueza.

Agora, é a mesma coisa de eu fazer a confusão de quando eu falo com adultos e quando falo com crianças. Eu tenho de ter uma noção do ambiente em que eu estou e da linguagem que vai ser empregada. Quando falamos em rede social, eu tenho de saber que estou exposto.

[SULIVAN] Quando você fala isso, há um ponto importante também dessa questão da linguagem. Linkando isso com rede social, que estávamos falando, com o marketing, às vezes eu vejo em redes sociais posicionamentos de pessoas a favor ou contra determinadas situações e usando linguagens chulas muitas vezes.

É o sujeito que entra metendo o pau no governo, nos governantes, no grevista, no manifestante ou indo contra ou indo a favor. Não importa se ele vai contra ou a favor, se ele está pró ou contra essa situação, mas sim a forma como ele expõe a opinião dele.

[NÉLSON] É a ética de como ele se expõe.

[SULIVAN] Exatamente. Ali naquela maneira de expor, muitas vezes depõe contra imagem dele como profissional e como pessoa propriamente dito, como cidadão.

[NÉLSON] Vemos isso em tudo.

Aparentemente é uma questão moralista, mas eu, como educador, às vezes tenho de fazer a apresentação de alguns conceitos que são desgastados desnecessariamente. Eu costumo comentar isso porque é uma coisa que sentimos.

Você assiste a um programa de televisão, uma novela, um filme e de repente você tem lá uma exposição de nudismo gratuita. Não que não seja belo ver o corpo de uma atriz bonita ou então que as moças não gostem de ver um corpo masculino... Não é Evaldo? Não sabe disso?

[SULIVAN] [risos]

[NÉLSON] Estamos só fazendo um bate-papo aqui.

Às vezes acontece isso, uma absorção de como se esse fosse o produto. A beleza estética física é mais importante. Então há uma superexploração nesse contexto e as pessoas acabam esquecendo justamente a ética, acabam esquecendo o nível de linguagem que deve ser empregado.

Se eu respeito uma criança na sua dificuldade, sem usar vocabulário muito elaborado, eu também devo respeitar essa criança e não usar um vocabulário vulgar (para que eu vou ensinar isso?!). A mesma coisa representa isso em relação ao respeito com os outros. As pessoas usam hoje em dia alguns palavrões como uma espécie de interjeição. Não precisa repetir, mas todo mundo sabe o que passa pela cabeça quando aquele mindinho remador, o dedinho do pé, que sempre escorre para fora do chinelo e pega no canto da cama. Não é um "Ai!" só que sai, saiu a expressão da alma.

A partir daquele momento, se tornar uma expressão cotidiana, em que tudo que você vai expressar uma emoção, você trazer um vocabulário vulgar, como vemos (eu não vou criticar e dizer que é só o jovem) muitas vezes uma pessoa, até para sustentar uma suposta liberalidade intelectual, que acaba se desgastando e se expondo desnecessariamente.

[SULIVAN] E usa isso muitas vezes como vírgula na frase. [risos]

[NÉLSON] Sim. Usa como vírgula. Vai falar alguma coisa e solta um blum! Não dá falar aqui um B****, mas sai alguma coisa dali para pior.

O que eu acho importante a pessoa perceber nisso tudo, nessa exposição?

Já houve casos no Facebook. A pessoa está tão empolgada que não tem noção...

[SULIVAN] ...Extrapola.

[NÉLSON] Extrapolação a ponto de no passado vermos uma universitária que se expôs quanto a políticos que estavam se candidatando fazendo uma expressão racista e segregatória.

Vejam a tolice. Além de ela expressar algo totalmente repreensível, ela expôs isso abertamente.

Temos muitas opiniões, ninguém precisa ser puro e santo, mas você precisa ter uma noção de como você expõe suas ideias, de como você se expõe e de como muitas vezes você fala determinada coisa, a escolha de palavras para expor o quer.

Como eu vou romper, por exemplo, uma relação profissional? Eu posso simplesmente dizer: "Você está despedido" e acabou, e ser um tirano nessa hora, ou eu posso simplesmente abrir o jogo e falar com educação – porque é o mínimo que se espera de qualquer tipo de relação humana – para eu apresentar as coisas que estão acontecendo.

Falar "acabou" é diferente de "some da minha frente".

[SULIVAN] Exatamente.

Pontos importantes no marketing pessoal:

— a vestimenta;

— a forma como você se posiciona;

— a forma como você externaliza sua opinião;

— a linguagem: não só o falado mas o escrito.

E muito cuidado com as redes sociais. Elas podem depor muito contra o teu marketing pessoal.

[NÉLSON] Sempre cuidado ao como se expressar.

[SULIVAN] Recebemos no nosso site uma dúvida do nosso amigo Mauro Silva, que é de Indaiatuba. Ele mandou uma dúvida do português e o Nélson vai responder hoje na Dica do Professor.

[NÉLSON] Vamos lá.

DICA DO PROFESSOR

[SULIVAN] O que o Mauro de Indaiatuba mandou para nós, Nélson?

[NÉLSON] Não há dúvida que vemos bastante, por causa da semelhança de expressão e pelo som, que muitas vezes as pessoas se confundem, a expressão "de encontro a" ou "de encontro de". É passível de fazer essa confusão, só que elas têm sentido totalmente diferente.

Quando eu vou "de encontro a", eu vou contra algo.

Eu vou de encontro ao muro: eu bati contra o muro. Então, se a minha opinião vai DE encontro à sua, nós estamos em conflito.

Agora, quando eu digo que a minha opinião vai AO encontro da sua, existe uma harmonia e nós concordamos.

Mais uma vez. Você vai se expressar, apresentar sua linguagem, seu vocabulário, você cometer um erro como esse simplesmente é um voto contra você porque você está mostrando, nesse seu desconhecimento, o desleixo com estudo, com a sua própria expressão.

Vamos entender?

De encontro a é quando você contra. Eu estou indo de encontro à sua opinião, eu vou contra a sua opinião.

Ao encontro de é quando você está indo a favor, ou seja, você concorda com a opinião da outra pessoa.

Essa é a dica de hoje.

[SULIVAN] Essa foi a dica do Professor Nélson Sartori, respondendo à pergunta do Mauro Silva, que mandou para nós no nosso site www.acertarehumano.com.br.

MINUTO DO COACHING

[SULIVAN] Com base na dúvida do Mauro e com base no que trabalhamos no dia de hoje, a pergunta é a seguinte.

O QUE VOCÊ TEM FEITO QUE VAI AO ENCONTRO DO SEU MARKETING PESSOAL?

Uma dica para você que pensa trabalhar seu marketing pessoal, pense o seguinte.

♪ [tema acertar é humano] ♪

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